terça-feira, 18 de outubro de 2011

O que as mulheres buscam na hora de escolher um emprego?

Provavelmente, você já deve ter lido diversas matérias falando sobre a crescente preferência das empresas pela contratação de profissionais do sexo feminino, e os motivos que levam à escolha de mulheres para ocuparem cargos decisivos. Mas hoje vamos abordar o outro lado deste assunto: o que as mulheres valorizam nas empresas e no mercado de trabalho? Para responder a essa pergunta desenvolvida pelo Sophia Mind, foram entrevistas mulheres entre 25 e 50 anos, com nível superior completo, funcionárias do setor público ou privado de todo o Brasil.

Para esse grupo de mulheres, a melhor empresa não é aquela que apenas paga o melhor salário. Trabalhar em um local que colabore com a qualidade de vida dos colaboradores é fundamental, já que ser empregada de uma companhia é somente uma das funções da mulher moderna.  

Ao escolher uma empresa para trabalhar, além da busca por vantagens financeiras, um dos principais fatores de retenção das profissionais é o planejamento de carreira e as oportunidades de crescimento,  Os demais motivos variam de acordo com a fase de vida de cada uma. Mulheres sem filhos, por exemplo, procuram manter-se em empresas que tenham plano definido de cargos e salários, stock options e prioridade no recrutamento interno. Já as “mães-funcionárias” valorizam salas de aleitamento, berçário, programas socio-ambientais e a possibilidade de trabalhar em casa, como principais fatores de retenção na organização. 

Infelizmente, esses benefícios tão valorizados por nós mulheres, ainda não são encontrados com a frequencia que gostaríamos na maioria das empresas. Em uma escala de um a dez, a nota média dada pelas funcionárias pesquisadas foi 5,3. Apenas 7% delas deram nota nove ou dez a suas empresas, enquanto 10% deram nota zero ou um. Outro dado insatisfatório observado na pesquisa, diz respeito ao desencontro sobre alguns benefícios que as mulheres gostariam de ter e o que as empresas oferecem: 93% gostariam de ter uma bolsa de estudos, mas apenas 22% das entrevistadas possuem o benefício; 86% delas gostariam de ter um horário de trabalho flexível, mas apenas 37% podem usufruir disso; 75% delas gostariam de ter auxílio educação para os filhos, mas apenas 11% das entrevistadas o têm; e 72% valorizam programas de prevenção a doenças, e esses só ocorrem para 38% das mulheres pesquisadas.

Em relação a seus superiores, mais da metade das entrevistas se diz indiferentes a ter chefes do sexo feminino ou masculino, apesar de notarem claramente a diferença no tipo de gestão entre os gêneros, principalmente no que diz respeito a luta por melhor qualidade de vida, benefícios e direitos das funcionárias.


E para você, o que realmente conta na hora de escolher uma empresa para trabalhar?



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Oportunidade de Estágio


A Geral Investimentos está com oportunidades abertas para estudantes interessados em atuar no Mercado Financeiro.

Para participar do processo seletivo, basta enviar um currículo com foto para o e-mail ci@geralinvestimentos.com.br

Confira as vagas:

Estágio para Auxiliar de Análise de Investimentos
Cursando Economia ou Administração
5º semestre em diante
Fundamental ter fluência em inglês
Disponibilidade de horário entre 9h e 18h, para 6h de estágio
Bolsa auxílio: R$ 1.000,00
(1 Vaga)

Estágio para Atendimento Comercial – Área de Relacionamento
Cursando Administração ou Marketing
3º semestre em diante
Horário:
das 09h às 15h (1 Vaga)
das 12h às 18h (1 Vaga)
Bolsa auxílio: R$ 1.000,00

Para mais informações, entre em contato com o Canal Investidor, pelo fone (51) 3213-2704.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Quero, mas não devo!

Diariamente somos alvo de inúmeros anúncios e promoções, que nos bombardeiam com novidades e tendências, criando em nós um sentimento de necessidade de consumo quase imediata. E neste aspecto, nós mulheres costumamos ser bem mais sensíveis aos "encantos do consumo", e acabamos adquirindo produtos que talvez nem venhamos a utilizar.

Quem não conhece uma amiga "louca por sapatos", a "compulsiva por maquiagens" ou a "colecionadora de roupas que nunca serão usadas"? Histórias de consumo desenfreado já fazem parte do universo feminino. Mas como mudar esta realidade? Muitas vezes, um gasto desnecessário tido como “pequeno”, pode ser prejudicial ao bolso e à mente.

Se já temos tudo que realmente precisamos no guarda-roupa, será que há necessidade de mais uma blusa? Se já estamos endividadas, será que o melhor a fazer não é pagar uma prestação, ao invés de comprar uma bolsa nova? E se temos um objetivo maior, como comprar uma casa, trocar de carro ou ingressar em uma pós-graduação, será que realmente não vale a pena segurar o cartão de crédito? Caso você tenha se identificado com alguma dessas dúvidas, então, é hora de focar nesse objetivo principal, bloquear todos esses estímulos ao consumo, entender o valor do dinheiro e saber usá-lo de maneira adequada.  

Sabemos que é difícil resistir àquela bolsa linda, que você não precisa, mas que está com 50% de desconto. Mas tente respirar fundo e fazer algumas perguntas básicas a você mesma, antes de se render a esse impulso:

* Eu já tenho algo parecido em casa?
* Posso costumizar algo que já tenha ao invés de comprar essa peça?
* Em que ocasião vou usar?
Eu realmente preciso disso?
* Claro que quero essa peça AGORA. Mas... o que eu queria comprar antes de sair de casa, mesmo?
* Do que vou ter que abrir mão mais tarde, se gastar com isso hoje?

Essas questões não são fórmulas mágicas anti-consumo, mas, somadas à vontade de concretizar algo maior e foco (especialmente financeiro), elas se transformarão em uma grande arma na luta contra as compras compulsivas.


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Dia das Crianças para todos os bolsos

O Dia das Crianças está chegando e, consequentemente, a preocupação de como presentear os queridos “pequenos”. Como na maioria das demais datas comemorativas, surge sempre a pergunta: Como fazer a alegria da criançada sem estourar o orçamento? O ideal é ter um planejamento prévio, mas mesmo sem organizar o orçamento, é possível fazer algo para que  o tão esperado dia não passe em branco. 

Se a situação financeira da família está confortável e há possibilidade de comprar um presente de valor mais elevado, a primeira dica é realizar uma pesquisa de preços e uma análise das melhores formas de pagamento. “A maioria das pessoas ainda não se atentaram para a importância de saber negociar em nosso cotidiano. Um exemplo é negociar um produto como sendo pago à vista, porém, pagando-o a prazo”, explica Reinaldo Domingos, autor do livro “Terapia Financeira – quebre o ciclo das gerações endividadas e construa sua independência financeira”. Domingos ainda atenta aos juros dos parcelamentos, ou mesmo o endividamento no cartão de crédito e no cheque especial. 

Para as famílias que não se planejaram para tal gasto, uma alternativa pode ser adquirir algo de menor valor agora e se preparar para comprar algo mais caro no aniversário da criança ou no Natal. Uma sugestão para essa “lembrancinha” de Dia das Crianças pode ser uma bola, remetendo à essência da sua infância para seus filhos, ou ainda jogos educativos, que costumam ter um bom custo-benefício. 

Mas se a ordem do lar for realmente “apertar o cinto” o ideal é ter uma conversa franca com as crianças. “Mostrar a importância dela para a família e encontrando algo que ela deseja dentro da realidade financeira do momento. A conversa chamará a atenção da criança para que perceba que aquilo que ela viu em uma propaganda, não é o que ela necessita no momento”, explica Domingos. Aproveite esse momento para dar um cofrinho ao seu filho, iniciando desde já o processo de educação financeira. 

Para fazer o Dia das Crianças especial, mesmo sem um presente material, uma boa sugestão é a realização de um simples passeio. “Às vezes esse momento que a família passa junto vale muito mais do que algo físico. A viagem ou passeio fica na memória, além de ajudar a melhorar a cultura e o conhecimento da criança”. Desenvolver brincadeiras em casa, como um acampamento e piquenique no jardim ou fazer “um dia de chef”, cozinhando guloseimas com as crianças, pode ser uma opção educativa e bastante divertida.

Destaque sempre que o importante é a intenção do presente, e não o seu valor financeiro. Uma experiência ou atividade pode acabar se tornando muito mais divertida e enriquecedora, do que mais um brinquedo na prateleira. 


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Mulheres e Investimentos: uma relação promissora

A volatilidade e os solavancos do mercado financeiro atual, fizeram com que um grande número de pessoas físicas saísse da Bolsa. Segundo dados divulgados pelo Valor, há menos investidores hoje, do que no final de 2010. Na parcela dos “sobreviventes do mercado”, um outro número chama a atenção: o grupo de mulheres que resistem a esse cenário de crise é, proporcionalmente, cada vez maior.

De agosto de 2009 até agosto deste ano, a quantidade de investidoras quase dobrou em relação aos homens, crescendo cerca de 11%, enquanto a participação masculina diminuiu 1%. O aumento das mulheres no mercado é inclusive maior que o número de pessoas físicas em geral. Esses números tão significativos têm apenas uma ressalva: como a base de mulheres é mais baixa do que a base masculina, consequentemente os crescimentos percentuais acabam sendo maiores; o que nem por isso invalida o potencial aumento do público feminino.

Para atingir essa importante fatia de mercado, que até algum tempo atrás desconhecia totalmente o mundo de ações, em 2003, foi lançado o portal Mulheres em Ação, iniciativa que surgiu devido ao grande interesse feminino pelo Mercado de Ações, principalmente depois do lançamento da campanha "A BM&FBOVESPA vai até você". Neste ambiente virtual, voltado para as mulheres, é possível conferir matérias exclusivas, dicas de mercado e vídeos educativos, além de esclarecer dúvidas e cadastrar-se para receber informativos semanais.

Dando continuidade a esta campanha educacional, a BM&FBOVESPA vem realizando diversas palestras voltadas para as mulheres, por terem um perfil mais disciplinado e menos impulsivo. Os grupos são heterogêneos, tanto em relação à idade – estudantes de 20 anos até senhoras de 70 – quanto à classe social.

Segundo o professor da BM&FBovespa, Carlos Alberto Barboza da Silva, o principal objetivo dos encontros é ensinar às mulheres, antes de tudo, a poupar, para depois escolher a aplicação que mais se encaixa no perfil de cada uma delas. "A maioria precisa aprender antes de mais nada que poupar é vencer uma guerra, abrindo mão do consumo de hoje para ter algo a mais amanhã", diz Silva. "Não dá para ficar comprando todos os sapatinhos que vê nas liquidações e ainda querer ter uma velhice tranquila", complementa o professor. Carlos ainda utiliza sempre um exemplo que deixa a sala de palestras em um silêncio de surpresa: "Se vocês economizarem R$ 20 por dia, em dez anos terão R$ 48 mil sem correção nenhuma ou cerca de R$ 100 mil corrigidos".

Depois de falar sobre economia doméstica, o curso segue explicando sobre expressões do mercado e histórias de investimentos de sucesso. No final, alguns alertas importantes: "As ações, assim como podem subir muito, também podem despencar na mesma magnitude; que o dinheiro que se aplica em Bolsa deve ser de longo prazo; que renda variável deve ser apenas uma parte das aplicações de uma pessoa; que é importante distribuir o capital em várias ações de diferentes setores e que, além da administração da companhia, o comportamento de um papel depende de uma série de outras variáveis como a economia brasileira e a internacional”.

Por todos esses motivos e números citados acima, que o blog Só Para Mulheres existe. Nosso objetivo é reunir investidoras, para que todas possam tirar suas dúvidas, compartilhar experiências e histórias de sucesso.

Fonte: Valor

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Autora do best seller "Comer, Rezar e Amar" fala sobre a relação de dinheiro, sucesso e casamento

Elizabeth Gilbert, talvez você não reconheça o nome de mas com certeza já ouviu falar do seu livro que virou um filme estrelado por Julia Roberts: Comer, Rezar e Amar, publicado em 30 países e com quase 9 milhões de exemplares vendidos mundo afora.

Hoje, aos 41 anos, a escritora americana é bem sucedida e ganha mais que o marido, o empresário brasileiro e gaúcho, José Nunes. O assunto financeiro é tratado pelo casal sem tabus ou dramas. "Ele é tranquilão com isso. O único lugar onde ele exerce seu poder de macho dominador é na hora de fazer churrasco", brinca Elizabeth.

No início da década de 80, aos 12 anos, Elisabeth lembra que leu uma reportagem em uma revista feminina, que relatava que 80% dos maridos dos Estados Unidos ficavam muito incomodados com mulheres que ganhavam mais. Para ela, a informação causou dois grandes choques: pela estatística em si e, principalmente, porque seu pai confessou ser um dos inconformados. “Achei ridículo. Acredito que faço parte de uma geração de sortudas que conseguiu vencer essas barreiras”.

Ao ser questionada sobre esse incômodo, a americana tem uma opinião bem otimista em relação a isso: “Ainda pode ser um problema para alguns homens, mas cada vez menos. As mulheres não só estão ganhando mais, mas também se destacando em todas as áreas. A mentalidade de todos está mudando, era muito pior quando eu era jovem. Hoje, tenho sorte porque sou casada com um homem que apoia as causas femininas”.

Em seu novo livro, "Comprometida — Uma História de Amor", a autora diz que o segredo para que o sucesso afetivo replique o da carreira está além da questão de quem coloca mais dinheiro dentro de casa. “Casamento é algo que envolve duas pessoas e outras 50. Temos sempre de levar em conta essa gente toda”.

Fonte: Lola

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Stress positivo

Pode parecer estranho, mas o stress do dia-a-dia é fundamental para a sobrevivência humana. A descarga de adrenalina, que prepara o corpo para a ação, também desperta nossa capacidade de transformação, de ultrapassar limites e inovar. Na medida certa, esse sentimento rotulado como “ruim”, pode transformar-se em algo favorável, funcionando como um ponto de equilíbrio, onde não há desgaste ou falta de motivação. “Esse stress positivo pode torná-la mais focada, alerta e cheia de energia”, ressalta o cardiologista Artur Zular, diretor científico da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática.

Como já falamos, em dose moderada, a pressão pode ser benéfica. Isso só passa a ser negativo quando deixamos de ter tempo para fazer pequenas coisas que nos ajudam a aliviar o stress. Também há prejuízos quando não conseguimos nos alimentar corretamente ou quando não sobra tempo sequer para praticar algum tipo de exercício. Aliás, a atividade física é fundamental para enfrentar a maratona da rotina. Praticar esportes ajuda a modular o nível de cortisol que, em doses adequadas, fortalece a memória e fornece energia para esforços extras.

Assim como na vida pessoal, o stress em níveis moderados é bom. Certa agressividade tem de ser cultivada no ambiente de trabalho, pois favorece o cumprimento de metas, a competitividade, a perseverança e alimenta uma sensação nata por desafios. O psicólogo americano James Campbell Quick, professor da Universidade do Texas dá a dica: “Canalize sua energia para solucionar um problema em curto espaço de tempo, mobilize suas forças. Passado o momento de pico, recupere a energia para enfrentar a prova seguinte”.

Com parceiros, familiares e amigos, a pressão pode resultar em duas ações negativas: explosões de raiva ou mesmo culpa por não conseguir dar atenção a tudo e a todos. Em momentos de raiva, a melhor solução é respirar fundo e dar ouvidos ao seu lado racional, que está mais aguçado por conta do stress, resolvendo questões pendentes de uma maneira mais objetiva e assertiva. No segundo caso, organização é a palavra-chave. Faça uma lista de prioridades, aprenda a dizer NÃO e traga esses hábitos, adquiridos em momentos de stress, para a sua rotina.

O custo de ter um estilo de vida frenético pode trazer falta de concentração, cansaço profundo, distúrbios do sono, irritabilidade, explosões emocionais, impaciência, entre muitas outras consequências. Não deixe a tensão chegar a esses estados extremos. O jeito é saber equilibrar o nível de stress e canalizar esse sentimento para o lado positivo.

Fonte: Nova

Quais os assuntos que você mais gosta de ler no Só Para Mulheres?