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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

2013: Entre com o pé direito, controle o orçamento


Quer começar 2013 de forma organizada, no que diz respeito à sua vida financeira? A tecnologia pode te dar uma mãozinha - ou melhor, uma mãozona! Hoje, muitos aparelhos celulares já disponibilizam diversos aplicativos, que ajudam você a controlar o orçamento. Inúmeras empresas, inclusive do ramo financeiro, trabalhem constantemente no desenvolvimento destas novas tecnologias. 

Os aplicativos são encontrados em celulares Android e Iphone. Há opções gratuitas e também pagas. Obviamente, as alternativas em que você tem que desenbolsar, consequentemente possuem mais funções, como gráficos em barra, para acompanhar o orçamento diário. Alguns destes aplicativos chegam a custar mais de R$ 20,00.  

Smartphone não é muito a sua praia? Não se preocupe, pois ainda vale o método mais simples, a famosa planilha do Excel, que pode ser baixada gratuitamente em sites. Feito isso, basta editá-la de acordo com suas receitas e despesas, uma vez que elas já vem com as fórmulas prontas pra fazer os cálculos. 

Fácil né? Devido às fómulas, a tabela automaticamente vai calculando e mostra se você está gastando mais do que recebe, ou se tem um dinheiro estra disponível para investir. Entre 2013 com o pé direito, controlando seu orçamento e tendo bem mais tranquilidade. 

Separamos algumas dicas de aplicativos e planilhas para você fazer download:

PLANILHAS:
Academia do Dinheiro (abra a planilha e clique na guia "Receitas X Despesas")
Portal Brasil (os meses para preenchimento estão separados nas guias)
CCVW (Consórcio dos Concessionários Volkswagen) (abra a planilha e clique na guia "Orçamento")

APLICATIVOS PARA CELULAR:
* Grátis:
MoneyWise (Android): Esta versão grátis possui menos recursos que a paga, mas tem versão em português.
My Money (Android): Está disponível em diversos idiomas, inclusive em português.
Minhas Economias (iPhone): É totalmente em português e as operações efetuadas no aplicativo podem ser sincronizadas com o site do programa.
Money King (iPhone): É um aplicativo pesado, mas possui versão em português

* Pagos
MoneyWise Pro (Android): Esta versão, em português, custa R$ 13,74 e é um pouco mais completa do que a gratuita.
My Budget Book (Android): Para baixar é preciso pagar R$ 4,72. Tem versão em português.
EasyMoney (Android): Em português, é desenvolvido pela Handy Apps Inc. e custa R$ 20,62. Disponibiliza gráficos para acompanhar o orçamento diário e diversas outra funções.
Money Care (iPhone): Custa U$ 2,99 (cerca de R$ 6,19) e está disponível em inglês e português. É desenvolvido pela iPhoneStudio. Possui relatórios gráficos, como barras e pizzas.

All Budget (iPhone)
: Tem versão em português e custa U$ 0,99 (cerca de R$ 2,05). Possui gráficos de linhas e circulares para acompanhar as despesas mensais e é possível customizar a interface.
iDesp Money (iPhone): Simples, é desenvolvido pela iPhoneStudio e custa U$ 1,99 (cerca de R$ 4,12), com versões em inglês e português.
  

Fonte: Folha de São Paulo




terça-feira, 30 de outubro de 2012

Você sabe o que é Oniomania?

Toda mulher adora comprar, não é mesmo? Esse hábito praticamente faz parte do nosso instinto, e nos leva, por vezes, a comprar mesmo quando nem estávamos precisando tanto assim. Não há como negar: fazer comprar é relaxante, prazeroso e pode, até mesmo, amenizar aqueles dias "deprês". Porém, existem casos em que essa adoração por comprar, pode ser bem mais sério do que muita gente imagina.
Você já ouviu falar em Oniomania? O termo refere-se a compras compulsivas, tendo origem grega. Essa verdadeira "loucura por comprar" atinge cerca de 2 a 8% da população mundial, que sofre deste transtorno. Além disso, o acesso cada vez mais facilitado ao crédito no Brasil, faz com que a expansão deste problema seja crescente.

E como ela se difere de quem "apenas" compra muito? A principal característica é a incapacidade de controlar compras e gastos financeiros, explica Marcelo Campos Castro Nogueira, psiquiatra do Programa Ambulatorial Integrado de Transtornos do Controle dos Impulsos (PRO-AMITI) e do Programa Ambulatorial de Jogo Patológico (PRO-AMJO) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPq HCFMUSP). Nesses casos, a pessoa não tem autocontrole; ela até tenta parar de consumir, mas não consegue pois sentimentos como angustia e tristeza a dominam, fazendo com que ela vá às compras para se sentir bem.
Os indivíduos que sofrem deste transtorno ficam perturbadas com o pensamento de compra e não sossegam até comprar o que querem. No entanto, após o consumo, um sentimento de arrependimento toma o lugar do prazer obtido na efetivação da compra. O principal dilema deste transtorno é a briga contínua entre os sentimentos de prazer e arrependimento, que tomam conta da pessoa quando a mesma percebe que não conseguiu se controlar.   
        
O psiquiatra alerta: “Como o transtorno é crônico e repetitivo, quem sofre de oniomania tem dificuldade em interromper o comportamento e acaba criando grandes dívidas. As dívidas no cartão de crédito por conta do parcelamento das compras fazem com que o comprador inicialmente perca a dimensão sobre seus gastos. Há ainda dívidas de empréstimos no banco, com familiares e amigos. Dessa forma, a reputação da pessoa é exposta, e ela se vê obrigada a mentir para encobrir o descontrole e as quantias que gastou com compras. Isso resulta em graves prejuízos pessoais, financeiros e familiares.” Ele enfatiza que a Oniomania tem cura, e que o tratamento é realizado com técnicas psicossociais e medicamentos.



Fonte: Você S/A

terça-feira, 17 de julho de 2012

Eu quero, mas será que preciso?

Se há algo que todas nós desejamos, é dormir com a consciência tranquila, sem precisarmos nos preocupar com contas atrasadas e dívidas. Nada melhor do que deitar a cabeça no travesseiro, sabendo que nossas finanças estão organizadas, de acordo com o orçamento. Mas, afinal, por que é tão difícil manter as despesas em dia? A resposta é simples, porque não nos damos conta quando chegamos ao nosso limite financeiro.



Controlar o dinheiro é um desafio complicado para a maioria de nós mulheres. Mas, você já pensou por que não consegue controlar seus gastos? Será que você não se enquadra no grupo de pessoas que têm medo de tomar as rédeas de suas finanças?


Muitas mulheres usam desculpas auto indulgentes, para justificar por que compraram determinado produto. O pior é quando conseguimos nos convencer de que realmente merecemos algo novo, mesmo que, no fundo, saibamos que aquilo é supérfluo. O problema não surge no momento da compra e sim depois, quando estes gastos não orçados colocam seu orçamento no vermelho.

"Quando você diz para si mesma 'eu mereço', pense: será que você merece noites sem dormir, preocupações, um futuro incerto", questiona o economista Humberto Veiga, que acaba de lançar o livro "O que as mulheres querem saber sobre finanças pessoais" (Thesaurus Editora).

O segredo é ter disciplina na hora de ir às compras, usando nosso lado racional e avaliando bem o que realmente temos necessidade. Fazer uma lista não serve somente para ir ao supermercado, mas serve para controlar as finanças. Planeje, separe o que é prioridade daquilo que é apenas um mero desejo. Faça uma tabela de gastos, com entradas e saídas, assim ficará mais fácil entender seu orçamento, analisando quando é necessário mudar ou criar uma nova estratégia.  

Pense no seu futuro! Reserve uma quantia do seu orçamento para realizar aplicações. Outro ponto importante é gurdar uma parte para os gastos inesperados, pois imprevistos sempre acontecem e é bom estarmos prontas para eles.

Você lembra de um post recente do blog (Consumir Poupando)? Nesse texto, mostramos que existe sim espaço os desejos de consumo mas, às vezes, é necessário esperarmos algum tempo, reservando uma certa quantia para realizá-lo. Assim, além de realizar seu desejo, você poderá curtir esse momento tão esperado, sem se sentir culpada. Ter uma situação financeira equilibrada, ajuda não só seu bolso, mas impacta diretamente na sua felicidade e harmonia!



Fonte: Claudia

terça-feira, 22 de maio de 2012

Planejando as compras


"A maioria das pessoas não planeja fracassar, fracassa por não planejar". A frase de John L. Beckley (escritor americano) ilustra bem uma verdade que muitas vezes deixamos de lado: planejar é fundamental, ainda mais quando envolve o nosso “bolso”. É normal chegarmos em casa e logo nos darmos conta de que compramos mais do que realmente precisamos, ou gastamos mais do devíamos. Para evitar esses, e outros deslizes na hora comprar, é imprescindível que haja planejamento. Para ajudar você, separamos algumas dicas básicas.

Primeiramente, é importante saber o que realmente precisamos e o que é prioridade. Ao fazer isso, a segunda etapa é pesquisar sobre o serviço ou produto desejado. Hoje, a desculpa de não ter tempo já não convence mais, pois tudo está na internet. É muito fácil comparar os preços, seu bolso agradece! A terceira etapa é analisar cuidadosamente seu orçamento. Tenha uma planilha de controle orçamentário, para não se perder nos gastos. Você mesmo pode criá-la ou fazer o download de uma pronta, na internet.

Uma regra básica, que nós mulheres infelizmente temos mania de esquecer é: se não temos dinheiro suficiente, não devemos comprar. Adquirir algo sem ter dinheiro pode até parecer divertido no inicio, porém, chega o momento em que o orçamento não “aguenta” e acabamos nos deparando com nossa conta no vermelho. Por isso, o ideal é poupar, juntando o dinheiro para futuramente comprar à vista, com a possibilidade de negociar um bom desconto. 

Quando planejamos, acabamos comprando o que realmente queremos, por um preço que consideramos justo e que temos condições de pagar. Aprenda a diferenciar o que você precisa, do que você apenas quer, pois muitas vezes é possível confundir e acabar levando algo que sequer irá usar. 

Comprou e se arrependeu? Algumas lojas realizam trocas facilmente - mas fique ligada, pois muitas estipulam um prazo curto para isso. No Brasil, as lojas não são obrigadas a realizar a troca, caso o cliente simplesmente não tenha gostado da mercadoria. Porém, muitas abrem excessões, com o objetivo de satisfazer e fidelizar o cliente. Já se a compra foi efetuada através da internet, você pode devolver a mercadoria e até mesmo receber o valor pago, em até sete dias, contados a partir da data de entrega. Já produtos com defeito, devem ser consertados no prazo de 30 dias. Caso isso não ocorra, você tem 3 opções: efetuar a troca por um produto igual, receber uma redução no preço do produto ou receber o valor integral de volta.

Bem, agora é com você. Planeje antes de comprar; inicie fazendo  a velha e boa “listinha de compras”!


Fonte: BMFBovespa

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Para começar o ano novo em dia!

2012 está quase começando e nada melhor que essa energia positiva que só um novo ano trás para organizar, limpar e acabar com todas as pendências. Para quem está no vermelho, mostramos algumas dicas de como eliminar esta angustia para poder de fato, aproveitar o verão!

# Renegociar

Para as devedoras que ainda tem o “nome limpo”, o primeiro passo a fazer é listar as dívidas e trocar as mais caras pelas mais baratas. Há também a possibilidade de obter um empréstimo a juros menores para quitar as dívidas com juros maiores. 

Se o CPF já foi parar em um cadastro de inadimplentes (já falamos sobre ele aqui), a única alternativa é ir até o balcão de empresas como SPC ou Serasa e tentar renegociá-las com prazos e valores que caibam no bolso.   

# De olho na inflação

Para não se endividar ou se atrapalhar com a inflação, a educadora financeira Sandra Blanco dá a dica: “É preciso botar todas as despesas na ponta do lápis e fazer a conta fechar. Se a inflação comprometeu o orçamento, é hora de reestruturá-lo, para que a conta continue fechando”.

# Crédito ruim

Uma pesquisa do SPC mostrou que as mulheres são a maioria das devedoras para somas de até 500 reais e um dos maiores culpados disto é o cartão de crédito. Então, os especialistas aconselham a nunca pagar o mínimo da fatura, pois no próximo mês o crédito se renova e incentiva mais gastos. 

Outro erro frequente que deve ser eliminado é incluir o limite do cartão de crédito dentro da renda mensal. “A pessoa tem uma falsa sensação de que tem recursos. Até que um dia, o mínimo da fatura passa a corresponder a 50% da renda, de tanto que a dívida cresceu. É nessa hora que a pessoa percebe que está endividada”, diz Dora Ramos, diretora da assessoria contábil Fharos

# Anote tudo

Não importa se você prefere utilizar uma planilha Excel ou um simples caderninho, desde que todos os gastos sejam anotados. É essencial manter o controle e saber para onde vai cada real, assim fica fácil saber por onde o dinheiro está escorrendo. Para as mulheres que tem costume de parcelar as compras, o cuidado deve ser redobrado!

# Planejar é a palavra

Saia de casa sabendo o que quer!Vá ao mercado com uma lista de compras e planeje suas despesas. Em uma sociedade que incentiva o consumo, as tentações são diárias e qualquer coisa vira motivo para sair passando o cartão. 

# Corte e economize

Quando anotar seus gastos e planejar suas compras virar um hábito, o exercício de cortar custos fica mais fácil. Imaginar que as suas finanças são uma empresa também é uma ótima alternativa: eliminar aquilo que é desnecessário, trocar para marcas mais baratas e aproveitar liquidações pensando como uma instituição é o jeito mais simples de controlar as emoções (e hormônios!) femininos na hora de ir às compras.

# Liquidações do mal

Promoções são ótimas oportunidades para comprar itens “não essenciais”. “Ninguém vai sair de moda porque comprou peças da coleção anterior por um preço mais em conta”, diz Dora Ramos. Porém, são necessários alguns cuidados para não cair na armadilha dos falsos bons negócios. Cerifique-se de que há necessidade deste produto ou serviço (mostramos aqui 6 perguntas para serem feitas antes de efetivar uma compra) e se o item em promoção está de fato mais barato. Pode paracer óbvio, mas a especialista alerta: “As vezes o que está em promoção em uma loja, supermercado ou site, pode ser encontrado por um preço ainda menor em outro lugar. É importante pesquisar”, diz Dora.

Fonte: Exame

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Consumo: Crédito X Débito

Quando o assunto é consumo, os cartões de crédito aparecem como o grande vilão da história. Em contrapartida, segundo uma pesquisa realizada pela Visa Inc., o cartão de débito é um grande aliado para controlar gastos das pequenas despesas semanais, para mais de dois terços da população brasileira.

O estudo (feito no Brasil, México e Argentina) mostra que os brasileiros não sabem onde gastam cerca de US$ 23 semanais, quando a forma de pagamento é em espécie. Metade dos entrevistados afirmam que essas pequenas despesas em dinheiro são as mais difíceis de controlar: compra de lanches, jantares fora de casa, compras relacionadas com lazer e ítens não essenciais, chegam a representar 26% dos gastos no período de 7 dias.

Para controlar estas pequenas despesas, 72% dos brasileiros entrevistados preferem usar o cartão de débito no lugar do dinheiro vivo,  sempre que possível, pois acreditam que o pagamento realizado desta forma ajuda a manter o orçamento em dia. 

A Mastercard também realizou uma pesquisa (conduzido pela TNS InterScience) sobre o tema, revelando que as mulheres são as maiores utilizadoras do serviço de débito no país. As jovens entre 18 e 24 anos lideram este ranking, sendo responsáveis por 20% das operações realizadas nesta forma de pagamento.

Já a First Data Corporation divulgou um estudo sobre o perfil dos consumidores de cartões de crédito e, dentre algumas constatações, percebeu-se a falta de inovação e análise de produtos relacionados ao serviço de débito. Em empresas de países emergentes, que disponibilizam os dois tipos de operações, é nítido o maior investimento em ações de marketing, inovação e análise de produtos relacionados aos serviços de crédito. Essa característica de uso dos cartões na América Latina contrasta com as estratégias realizadas em países desenvolvidos, que tentam incentivar vendas pelo débito no próprio ponto de venda, enquanto no Brasil, as operadoras promovem apenas o uso do crédito. O serviço dos cartões de débito no país está associado em 90% com saques em caixa eletrônico.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Quero, mas não devo!

Diariamente somos alvo de inúmeros anúncios e promoções, que nos bombardeiam com novidades e tendências, criando em nós um sentimento de necessidade de consumo quase imediata. E neste aspecto, nós mulheres costumamos ser bem mais sensíveis aos "encantos do consumo", e acabamos adquirindo produtos que talvez nem venhamos a utilizar.

Quem não conhece uma amiga "louca por sapatos", a "compulsiva por maquiagens" ou a "colecionadora de roupas que nunca serão usadas"? Histórias de consumo desenfreado já fazem parte do universo feminino. Mas como mudar esta realidade? Muitas vezes, um gasto desnecessário tido como “pequeno”, pode ser prejudicial ao bolso e à mente.

Se já temos tudo que realmente precisamos no guarda-roupa, será que há necessidade de mais uma blusa? Se já estamos endividadas, será que o melhor a fazer não é pagar uma prestação, ao invés de comprar uma bolsa nova? E se temos um objetivo maior, como comprar uma casa, trocar de carro ou ingressar em uma pós-graduação, será que realmente não vale a pena segurar o cartão de crédito? Caso você tenha se identificado com alguma dessas dúvidas, então, é hora de focar nesse objetivo principal, bloquear todos esses estímulos ao consumo, entender o valor do dinheiro e saber usá-lo de maneira adequada.  

Sabemos que é difícil resistir àquela bolsa linda, que você não precisa, mas que está com 50% de desconto. Mas tente respirar fundo e fazer algumas perguntas básicas a você mesma, antes de se render a esse impulso:

* Eu já tenho algo parecido em casa?
* Posso costumizar algo que já tenha ao invés de comprar essa peça?
* Em que ocasião vou usar?
Eu realmente preciso disso?
* Claro que quero essa peça AGORA. Mas... o que eu queria comprar antes de sair de casa, mesmo?
* Do que vou ter que abrir mão mais tarde, se gastar com isso hoje?

Essas questões não são fórmulas mágicas anti-consumo, mas, somadas à vontade de concretizar algo maior e foco (especialmente financeiro), elas se transformarão em uma grande arma na luta contra as compras compulsivas.


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Pagamos nossas dívidas mais rápido!


Não é novidade pra ninguém, que nós mulheres somos mais consumistas do que o sexo oposto. Logo, nos endividamos com maior facilidade e, com frequência, temos de recorrer ao uso do cartão de crédito. Segundo dados publicados em 2010 pela revista Dinheiro, 56% dos usuários de cartões de credito são do sexo feminino.

As mulheres se endividam mais, sendo responsáveis por 55,99% dos nomes incidentes no cadastro de devedores (contra 44,01% dos homens). Mas, ao mesmo tempo em que figuramos números “negativos” na hora das compras, ganhamos destaque quando o assunto é eliminar os débitos contraídos. É o que aponta a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, uma vez que 54,66% das dívidas regularizadas no SPC são feitas por mulheres.

Em relação ao tempo levado para “limpar o nome”, não há diferenciação de sexo. Em geral, 33,31% dos brasileiros demoram mais de um ano para se livrar da dívida; 15,14% precisam de dois anos; e ainda 6,53% necessitam de três anos para voltarem ao azul.

Por conta desses números, a maioria dos especialistas recomenda cautela na hora das compras, principalmente para as mulheres. Prorrogar as dívidas pode custar caríssimo para o consumidor, visto que o Brasil possui as maiores taxas de juros mundiais. Planejamento é essencial na hora consumir e especialmente, na hora de pagar.


Para saber mais sobre como “limpar seu nome”, clique aqui e leia nosso post sobre o SPC e SERASA.


Fonte: Revista Dinheiro e Manchete Popular

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Dia dos Pais: presenteie com moderação!

O Dia dos Pais será no próximo domingo (14/08) e muita gente ainda está correndo atrás dos presentes. Sugestões do que e como presentear são muito relativas, afinal, cada pai tem seu estilo e preferências. Porém, há sempre ideias genéricas de como comprar bem e evitar dores de cabeça. Separamos algumas dicas do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo – IBEDEC, José Geraldo Tardin.

Antes de ir às compras, valem as máximas já conhecidas:

* Não comprometa seu orçamento com os presentes. Se estiver endividado, seja realista: compre apenas uma lembrança e dê um forte abraço nele. Com certeza o paizão vai compreender sua situação!
* Já sabe o que comprar? Então, pesquise e compare valores! Os preços podem variar bastante de um estabelecimento para outro. 
* Quando houver divergência entre o valor anunciado e o que consta na etiqueta, vale sempre o menor preço - isso é direito do consumidor!

Na hora de comprar, mais algumas dicas:

* Negocie! Use uma boa argumentação, pois um pagamento à vista pode ter até 10% de desconto -  ou até mais se você der aquela choradinha básica!
* Exija nota fiscal, recibo ou algo equivalente e observe a identificação do fabricante (CNPJ, nome e endereço). É a sua garantia em caso de problemas, trocas e/ou devoluções.
* Quando a loja afirma que efetua a troca do produto, por precaução peça um documento que comprove esta informação por escrito e entregue junto com o presente.
* Se o estabelecimento confirmar a entrega até o Dia dos Pais, exija também isso por escrito. Mercadoria não entregue dentro do prazo acordado, caracteriza danos morais ao consumidor, que espera o serviço naquela data especial.
* É proibida a discriminação no pagamento com cheque. Se a loja aceita cheques, a única exigência que pode ser feita é que seu nome esteja "limpo" nos cadastros de crédito. As demais tentativas de “regras” impostas pelo comerciante caracterizam abuso na relação de consumo e devem ser denunciadas ao Procon.
* Divergência de preços para pagamentos feitos com cartão de débito e crédito também são consideradas ilegais.

Depois de o presente ter sido entregue, você (e seu presenteado), ainda são amparados por leis e normas que garantem seus direitos.

* O Código de Defesa do Consumidor assegura a garantia de 90 dias para produtos duráveis (móveis, jóias, etc.) e de 30 dias para bens não duráveis (roupas, alimentos, etc.). Se o defeito estiver oculto, o prazo começa a contar a partir do conhecimento do defeito.
* O fornecedor pode oferecer uma garantia estendida, além do que estabelece a lei. Então, informe-se para saber se é o caso do produto que você adquiriu.
* Não confunda "assistência técnica autorizada pelo fabricante" com "assistência técnica especializada".
* O fornecedor tem até 30 dias, a partir da data de reclamação, para solucionar o problema da mercadoria. Caso isso não ocorra, o cliente poderá escolher entre substituir o produto por um equivalente; pela devolução do valor pago ou ainda, pelo abatimento proporcional do preço.
* Em casos de compras feitas pelo telefone, internet, catálogo ou fora do ambiente comercial, o consumidor tem 7 dias (a partir da data de recebimento) para a devolução.
* Quando a compra é feita com cheques pré-datados, o depósito antecipado configura descumprimento do contrato. Neste caso, o consumidor pode exigir juros e encargos referentes a este valor e dependente dos transtornos, até indenização por danos morais.
* Se a compra foi feita com carnê, é proibida a cobrança do boleto. Caso haja esta taxa, o cliente pode recorrer ao Procon e ser ressarcido.
* Quando o problema não for resolvido de maneira amigável ou com a ajuda do Procon, o caso pode ser levado ao Juizado Especial. Com valores até 20 salários mínimos, não é necessário contratar advogados.

Essas dicas e informações são atemporais e asseguram sempre uma boa compra, independente da época do ano!

terça-feira, 7 de junho de 2011

Fuja do SPC e Serasa! Pague suas contas em dia!



Dentro do âmbito das finanças pessoais, hoje vamos falar sobre dois órgãos que protegem as empresas dos maus pagadores: o Serasa e o SPC. O primeiro reúne os consumidores que devem apenas a instituições financeiras, enquanto o segundo é mais amplo, registrando o nome das pessoas que devem no comércio em geral.

Quando alguém compra a crédito, mas não tem condições de pagar a dívida contraída no prazo devido, seu nome passa a constar em uma lista de inadimplentes.  Fazer parte desta lista significa estar impossibilitado de fazer novas compras com carnês, cartões (de loja e/ou de crédito), cheques (comuns ou especiais) e fazer financiamentos. Toda vez que o consumidor tenta fazer uma compra parcelada, o lojista consulta ambos os cadastros. Ao encontrar ali o nome do comprador, a venda a crédito é vetada imediatamente.

Para descobrir se seu nome consta em uma destas listas, vá ao escritório do Serasa e do SPC mais próximo (geralmente ele funciona na Câmara de Dirigentes Lojistas ou na Associação Comercial), com seu RG e CPF, e peça um extrato com suas dívidas e respectivos valores. Este serviço é inteiramente gratuito e só pode ser feito pessoalmente.

E fique atento: Jamais acredite em anúncios de empresas na internet, que vendem a “limpeza” do seu nome no SPC/Serasa, pois elas não passam de um golpe. Para retirar o nome deste "limbo" só há uma solução: pagar. Esta quitação deve ser feita na empresa na qual o débito foi contraído. Tendo feito isso, em até cinco dias úteis seu nome estará novamente limpo.

Se não houver a possibilidade de sanar a dívida imediatamente, não a ignore. Busque uma negociação antes que o número de parcelas e as taxas de juros ultrapassem suas possibilidades de pagamento.
É importante lembrar que, por lei, quando o pagamento de uma dívida atrasa, no dia seguinte a empresa credora já pode repassar o CPF do devedor para o SPC/Serasa, apesar de ser comum uma espera de dez dias. Ao serem notificados, esses órgãos mandam uma carta para o consumidor informando que o nome dele está para ser inscrito em seu cadastro. Então, seguem-se mais um período de dez dias (após a emissão da carta) para pagar ou negociar a divida.

Fonte: Revista Gloss

terça-feira, 31 de maio de 2011

Fique atento as novas regras do cartão de crédito

  As novas regras para o setor de cartões de crédito, que entrarão em vigor ainda nesta semana, ajudam a evitar que as famílias brasileiras se endividem em excesso e também a racionalizar e melhorar o relacionamento entre a indústria de cartões e os clientes.

  A avaliação foi feita pelo presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, em seminário para explicar as mudanças nas regras de funcionamento desse mercado, que também indicou a possibilidade de definição de regras adicionais. Entre as principais medidas mencionadas por Tombini estão: o aumento do porcentual de pagamento mínimo da fatura para 15% - que vai para 20%, a partir de dezembro - e a redução do número de tarifas cobradas de mais de 80 para apenas cinco. A partir de junho, haverá tarifas somente de anuidade, emissão de segunda via, saque, pagamento de contas e avaliação emergencial de limite de crédito.

  "Com isso, buscamos incentivar o uso racional do cartão de crédito e ajudar as famílias a evitarem o endividamento excessivo", disse. "A entrada em vigor das novas regras para cartões de crédito não representa o fim de um processo. Pelo contrário, o Banco Central continuará monitorando a evolução desse importante instrumento. E, sempre que necessário, adotará, nas suas competências legais, medidas e ações para que esse segmento continue crescendo de forma sustentável, sem a geração de riscos para a população e para as instituições financeiras", acrescentou.

  Na visão de Tombini, ao dar mais racionalidade e transparência no mercado de cartões, o BC contribui para reduzir o clima hostil entre os clientes e os prestadores desses serviços, que era fonte de risco operacional e de reputação do sistema financeiro nacional, cuja estabilidade é função do BC zelar.

  Segurança: Na avaliação do chefe do Departamento de Normas do Banco Central, Sérgio Odilon dos Anjos, as novas regras para os cartões de crédito darão mais segurança aos consumidores nas relações com as operadoras. Isso porque, explicou, vão simplificar as tarifas, permitindo melhor identificação dos serviços que de fato estão sendo cobrados, além da comparação entre os preços praticados pelas instituições financeiras.

  Segundo ele, a tendência é de diminuição nos valores das tarifas, assim como ocorreu com a padronização das tarifas bancárias. Desde abril de 2008, de acordo com Odilon, as taxas cobradas pelos bancos caíram pela metade. "Os dados demonstram o sucesso do modelo, e agora levamos o mesmo conceito para os cartões de crédito", acrescentou, pedindo que os órgãos de defesa do consumidor atuem para incentivar a comparação de tarifas entre os bancos.

  O BC não fixou regra sobre os juros, que continuam entre os maiores do mercado bancário. O setor justifica o nível elevado, entre outros motivos, pelo fato de os cartões arcarem sozinhos com o risco de inadimplência de operações de compras parceladas sem juros, muito frequentes no mercado brasileiro.

  Para a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, Juliana Pereira da Silva, a nova norma deve diminuir a quantidade de reclamações dos consumidores. No ano passado, 33,16% das queixas recebidas pelo departamento no âmbito do sistema financeiro diziam respeito a cartões de crédito.

DÚVIDAS

·         Quais tarifas podem ser cobradas pela emissora do cartão de crédito?
a) anuidade;
b) para emissão de 2ª via do cartão;
c) para retirada em espécie na função saque;
d) para pagamento de contas; e
e) no pedido de avaliação emergencial do limite de crédito.

·         O que deve constar na fatura do cartão?
a) limite de crédito total e limites individuais para cada tipo de operação de crédito;
b) gastos com o cartão, por evento, inclusive quando parcelados;
c) identificação das operações de crédito contratadas e respectivos valores;
d) valores dos encargos na fatura;
e) valor dos encargos a serem cobrados no mês seguinte, no caso de o cliente optar pelo pagamento mínimo da fatura; e
f) Custo Efetivo Total (CET), para o próximo período.


Fonte: Estadão

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