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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Você sabe o que é Oniomania?

Toda mulher adora comprar, não é mesmo? Esse hábito praticamente faz parte do nosso instinto, e nos leva, por vezes, a comprar mesmo quando nem estávamos precisando tanto assim. Não há como negar: fazer comprar é relaxante, prazeroso e pode, até mesmo, amenizar aqueles dias "deprês". Porém, existem casos em que essa adoração por comprar, pode ser bem mais sério do que muita gente imagina.
Você já ouviu falar em Oniomania? O termo refere-se a compras compulsivas, tendo origem grega. Essa verdadeira "loucura por comprar" atinge cerca de 2 a 8% da população mundial, que sofre deste transtorno. Além disso, o acesso cada vez mais facilitado ao crédito no Brasil, faz com que a expansão deste problema seja crescente.

E como ela se difere de quem "apenas" compra muito? A principal característica é a incapacidade de controlar compras e gastos financeiros, explica Marcelo Campos Castro Nogueira, psiquiatra do Programa Ambulatorial Integrado de Transtornos do Controle dos Impulsos (PRO-AMITI) e do Programa Ambulatorial de Jogo Patológico (PRO-AMJO) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPq HCFMUSP). Nesses casos, a pessoa não tem autocontrole; ela até tenta parar de consumir, mas não consegue pois sentimentos como angustia e tristeza a dominam, fazendo com que ela vá às compras para se sentir bem.
Os indivíduos que sofrem deste transtorno ficam perturbadas com o pensamento de compra e não sossegam até comprar o que querem. No entanto, após o consumo, um sentimento de arrependimento toma o lugar do prazer obtido na efetivação da compra. O principal dilema deste transtorno é a briga contínua entre os sentimentos de prazer e arrependimento, que tomam conta da pessoa quando a mesma percebe que não conseguiu se controlar.   
        
O psiquiatra alerta: “Como o transtorno é crônico e repetitivo, quem sofre de oniomania tem dificuldade em interromper o comportamento e acaba criando grandes dívidas. As dívidas no cartão de crédito por conta do parcelamento das compras fazem com que o comprador inicialmente perca a dimensão sobre seus gastos. Há ainda dívidas de empréstimos no banco, com familiares e amigos. Dessa forma, a reputação da pessoa é exposta, e ela se vê obrigada a mentir para encobrir o descontrole e as quantias que gastou com compras. Isso resulta em graves prejuízos pessoais, financeiros e familiares.” Ele enfatiza que a Oniomania tem cura, e que o tratamento é realizado com técnicas psicossociais e medicamentos.



Fonte: Você S/A

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Esse tal de “Ibovespa”


O índice IBOVESPA é um indicador de desempenho de um conjunto de ações, que mostra a valorização dos papéis que o compõem ao longo do tempo. É o "termômetro" mais utilizado do Mercado de Ações do Brasil. Quando ouvimos alguém dizer que o Ibovespa subiu ou caiu, significa que isso ocorreu com todo o mercado? Não. Na verdade, isso é o mesmo que dizer que, em média, os papéis que compõem o índice sofreram uma valorização ou desvalorização. 

Cada ação tem o seu próprio movimento, independentemente dos outros papéis que compõem o índice. Isso quer dizer que um papel do Ibovespa pode estar em alta e outro em queda, simultaneamente. Enquanto isso acontece, a Bolsa de Valores indica qual é a média de movimentação de todos os papéis que compõem esse índice, esse tal de Ibovespa!

O que pode fazer o preço de um papel variar são fatores que estejam ligados à própria empresa (aumento ou redução nos lucros ou produção, situação da empresa no mercado, etc) ou a fatores externos (situação do mercado no qual a empresa está inserida, crescimento do país, nível de emprego e desemprego, taxa de juros).


A carteira de papéis que compõem o Ibovespa é reavaliada ao final de cada quadrimestre, seguindo critérios pré-estabelecidos pela própria Bolsa de Valores. Apenas três empresas fazem parte da carteira do Ibovespa desde o lançamento desse índice: AmBev, Souza Cruz e Vale. Já Duratex, ItauBanco e Lojas Americanas integravam a primeira carteira do Ibovespa e também estão presentes na carteira atualmente. Nesses 40 anos de lançamento do Ibovespa, em apenas 9 deles não foram registrados recordes de pontos do índice.

Outras curiosidades:

A maior sequência de pregões em alta consecutivos foi de 19 pregões, registrada de 16/12/1993 a 13/01/1994. Já a maior sequência de pregões em baixa consecutivos, foi de 12, registrada de 26/05/1970 a 11/06/1970.

Você pode encontrar essas e outras informações aqui, no próprio site da BM&FBOVESPA 

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

As duas bolsas das mulheres

Você, mulher que já investe no mercado de ações, alguma vez parou para pensar na relação da Bolsa de Valores com a nossa bolsa, aquela sem a qual não saímos de casa? Pois bem, a segunda bolsa que citamos, é muito mais do que um simples acessório, ela é praticamente indispensável no nosso dia a dia, uma vez que carregamos tudo que mais gostamos (e precisamos) dentro dela. As mais exageradas chegam a afirmar que a "vida está toda dentro das bolsas". Quase uma companheira, que nos dá segurança e, às vezes, até medo - vai que alguém tome das nossas mãos! Se estamos sem ela, temos a péssima sensação de que algo está faltando, uma necessidade de estar sempre com nossa bolsa por perto.

Talvez você esteja se perguntando: o que uma bolsa pode ter em comum com o mercado de ações? Trata-se de uma analogia criativa, que nos faz perceber que entendemos muito de bolsa, inclusive a de valores. A dica é começar a investir desde cedo. Quando você era criança, provavelmente, já tinha uma bolsinha, em que carregava suas moedinhas e um batonzinho, e isso fazia com que já se sentisse praticamente uma adulta por isso!

Para investir na bolsa de valores você não precisa ser rica, afinal você estará investindo com o intuito de buscar um melhor patamar na vida. Já na hora de comprarmos uma bolsa, são diversos os modelos, preços e qualidade, e isso tudo vai depender do quanto você quer investir e pagar por ela.

Uma característica muito forte em nós mulheres, é que buscamos muita informação antes de investir, ao contrário dos homens, que costumam investir de forma intempestiva. Na hora das compras, agimos igual, procurando e pesquisando em diversas lojas, para escolher uma, entre tantas opções. 

No caso das mais arrojados, procuram empresas de crescimento, que podem não distribuir significativos dividendos hoje, mas que vão refletir bom rendimento na valorização dos papéis futuramente. Às vezes somos mais ousadas, e acabamos comprando aquela bolsa caríssima que amamos, sem nos importar com os "problemas" que podem vir com ela, como as temidas dívidas do cartão de crédito.

Na bolsa de valores o interessante é investir com regularidade, sabendo a importância de diversificar. Já nós mulheres, adoramos mudar de bolsa com frequência e, é claro, comprar outras novas. A liquidação de bolsas nos shoppings/lojas, é semelhante à bolsa em queda ou em baixa, em quem você pode comprar mais bolsas/ações pagando menos. O que vale para ambas as situações é saber a hora de comprar, ao invés de sair por aí, comprando qualquer coisa por impulso.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Dívidas? Tô fora!

Você já ouviu falar em "dívidas do bem"? Sim, elas existem! De acordo com Eliana Bussinger, especialista em Finanças Pessoais, algumas dívidas financeiras podem mudar nossas vidas para sempre. Muitas vezes, nos acontecem coisas ruins, mas, como dizem nossos pais, "acabam sendo para o nosso bem".  

No último post do blog, falamos sobre ser milionária, mas se você ainda não está nesse patamar, talvez em alguma fase da vida, irá recorrer a um financiamento ou mesmo já esteja acostumada às compras parcelas. Conforme a especialista, é bem provável que mais dia, menos dia, você recorrerá a esses recursos, assumindo uma dívida. O jeito é identificar quando vale ou não entrar nessa barca, que pode a ser uma verdadeira furada, caso você não use da sua astúcia.


“É furada, por exemplo, comprar em infinitas prestações o que não é essencial no momento. Ou ainda se endividar por causa de uma aquisição que não traga aumento de patrimônio”, afirma Eliana. Ela ressalta que é perfeitamente aceitável frear gastos supérfluos, para investir naquilo que realmente é importante para você e sua família. Com o tempo, você ganha a disciplina necessária para contrair apenas "dívidas do bem".

Quer ficar bem longe das temidas dívidas do mal? Então leia as dicas da especialista, e não caia mais em ciladas.

Não compre por impulso: se você sente que existe alguma chance de ocorrer o arrependimento, resista e não compre.

Não compre produtos que se depreciam rápido: imagina você estar pagando por um produto que nem utiliza mais?

Viva a vida que condiz com sua realidade: quem vive um sonho, cedo ou tarde descobre que está em um pesadelo.

Não crie uma dívida com o objetivo de saldar outra: só faça isso se a nova dívida for menor do que a anterior.

Não aceite juros abusivos: de que adianta você ter um carro novinho, se não puder gastar demais abastecendo-o, porque não consegue quitar as prestações? Se não tiver realmente condições, evite até mesmo financiar seus bens.

Controle seus vícios: você já parou pra pensar quanto custa fumar um maço de cigarro durante 50 anos? Só de fazer as contas você já leva um susto! Acredite, faz mal pra sua saúde e pro seu bolso! 

Nos dias de hoje, é praticamente impossível fugir de algum tipo de endividamento, mesmo que não seja de um valor tão significativo. O segredo é selecionar direitinho quais os melhores gastos e ficar esperta para saber quando a melhor opção é memso contrair uma "dívida do bem".

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Seja o profissional que o futuro espera

A cada dia o mercado de trabalho vem tornando-se mais concorrido. Qualificações que antes eram tidas como  um diferencial no currículo profissional, hoje podem ser encaradas até mesmo como algo trivial. Quer um exemplo? Há alguns anos, falar inglês era um “plus” no currículo, mas hoje, um questionamento bastante comum durante as entrevistas é: "você tem fluência em alguma outra língua estrangeira além do inglês? Diversos estudos apontam características que podem ser decisivas para que você se torne um profissional concorrido pelas empresas.

Vestindo a camisa
Antes, um dos pontos mais importante na hora de contratar um profissional, eram as suas habilidades técnicas. Não que isso tenha deixado de ser levado em conta, mas surgiram outros fatores que ganharam relevância na escolha do candidato ideal. Um ponto positivo é a capacidade que o profissional tem, de se adaptar à cultura da empresa, de estar alinhando aos seus valores. De que adianta trabalhar em uma empresa que pensa totalmente o oposto de você? Além de ser uma tarefa complicada, não será saudável pra você, tampouco para a empresa. O profissional do futuro deve encontrar o equilíbrio, tendo disposição para atuar tanto em tarefas operacionais, quanto em demandas estratégicas. 

Prepare-se para o mundo, literalmente.
Conforme comentamos, o inglês hoje é praticamente fundamental. E quando você adquiri fluência também em outros idiomas, aumenta suas chances de ser contratado inclusive fora do país, já que diversas empresas brasileiras possuem escritórios no exterior. Ao se aventurar numa terra desconhecida, com uma cultura e hábitos bem diferentes dos seus, é preciso ter muito conhecimento, disposição e planejamento. 

Rede de relacionamentos
O ambiente virtual pode ser um excelente aliado, basta que você saiba tirar proveito das situações. Filtre com atenção, o que é importante e tenha jogo de cintura para lidar com tanta informação. Porém tenha o cuidado para não se perder no ambiente virtual, pois o mundo real é o que realmente bate na porta.

Desvende-se e esteja preparado
Se não soubermos nos conhecer e avaliar, será quase impossível que outros obtenham o nosso melhor. É fundamental que conheçamos nossos pontos fortes para aprimorá-los ainda mais e também avaliar nossos pontos fracos, buscando sempre alternativas de melhorias. Invista em você, qualifique-se e esteja preparado para o mercado, sem esperar para correr atrás apenas quando for pressionado.

Tenha cuidado com as informações
Saiba manter em sigilo os dados que a empresa lhe fornece. Tenha bom senso: se uma informação é confidencial, você não pode sair por aí comentando. Ah, e se você faz parte do grupinho da fofoca, abandone-o imediatamente, pois, se persistir, você vai acabar se preocupando mais com os outros do que com o seu próprio rendimento.


Fonte: Holden

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Simuladores da BM&FBOVESPA

Pra você que ainda não investe na bolsa, mas tem vontade de conhecer como tudo isso funciona na prática, a BM&FBOVESPA, em parceria com outras instituições, desenvolveu diversos simuladores para ajudar os futuros e curiosos investidores. São ótimas opções, inclusive para os iniciantes no mercado de ações,  que podem testar suas estratégias e, principalmente, simular “riscos” sem mexer no seu bolso.

Mas isso só valerá a pena se você levar os simuladores a sério. Utilize o dinheiro que lhe foi creditado como se ele realmente fosse seu. Agindo assim, você vai tornar a experiência mais próxima da realidade, afinal, os índices dos simuladores são em tempo real. Uma dica é usar mais que um simulador ao mesmo tempo, assim você testa diversas estratégias e estuda qual delas é a mais interessante para obter ganhos.

Os simuladores listados a seguir são da BM&FBOVESPA e parceiros:

Simule a compra e a venda de ações utilizando uma plataforma web semelhante a um home broker usado no mercado real. Por meio do simulador é possível aprender a investir em ações fazendo uso de dados reais, como se você já estivesse atuando no mercado.

O Folhainvest é resultado de uma parceria entre a BM&FBOVESPA e o jornal Folha de São Paulo. Ao se inscrever, cada participante recebe um capital fictício de R$ 200 mil e alguns lotes de ações para que consiga obter a melhor rentabilidade de sua carteira executando operações de compra e de venda de ações. Além de aprender e simular os ganhos da carteira, os participantes concorrem a prêmios.

O UOL Invest, parceria entre a BM&FBOVESPA e o UOL, é um simulado totalmente gratuito, que oferece aos participantes a oportunidade de conhecer o mercado de ações na prática. Além de aprender e simular os ganhos da carteira, os participantes ainda podem ganhar prêmios, como viagens, cursos e passagens aéreas.

Com o Simulador de investimentos do Tesouro Direto, você escolhe um sonho que deseja realizar e visualiza como transformá-lo em realidade por meio da compra de títulos públicos.


O Simulador Mercados Futuros é uma maneira simples e dinâmica de proporcionar ao público conhecimentos básicos sobre o mercado de derivativos. O participante tem acesso a cotações reais e pode acompanhar, um ranking com os resultados conquistados, comparando seu desempenho com o de outros investidores virtuais. Os melhores investidores também são premiados.

Gostou? Além de obter noções básicas de como investir e ainda se motivar pelos “ganhos” ou criar estratégias para reverter as “perdas”, você participa de rankings e pode ganhar prêmios de alguns destes simuladores, que avaliam os melhores desempenhos entre seus usuários.  


Fonte: BM&FBOVESPA 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Ampliando Horizontes: novo cenário de investimentos no Brasil

O cenário de investimentos no Brasil mudou. A partir de agora, o investidor brasileiro precisa pensar suas aplicações, considerando o ritmo de crescimento do país, do seu mercado interno e de consumo, da ascensão da nova classe média, e de aspectos como a queda das taxas de juros e a pressão da inflação sobre o retorno de aplicações de renda fixa. Com o objetivo de debater estes pontos, a Geral Investimentos reuniu seu time de gestores, economistas e analistas em evento realizado na última terça-feira (19/06) no Amcham Business Center, em Porto Alegre.

A palestra “Ampliando Horizontes: novo cenário de investimentos no Brasil”, teve como objetivo mostrar que o investidor terá que tomar suas decisões baseado nesses aspectos definidores do cenário interno, tendo uma visão de longo prazo, mas sem esquecer de acompanhar fatos que norteiam a economia mundial, como a crise dos países europeus. O evento, prestigiado por mais de 100 pessoas, teve como palestrantes Alessandro Barreto, Gestor de Carteiras, Denilson Alencastro, economista chefe da corretora e Carlos Muller, analista CNPI. 


Clique aqui e confira as fotos do evento! 


Veja abaixo, a apresentação mostrada na palestra.


terça-feira, 29 de maio de 2012

A nova bolsa feminina


Nós mulheres já ganhamos nosso espaço no mercado de trabalho e, agora, começamos a mostrar ao mundo que há outro tipo de bolsa na qual estamos guardando nossos pertences. O que, até então para nós era um universo completamente desconhecido, hoje já não é mais. Atualmente, já representamos 25% do total de investidores. E o número de mulheres que estão entrando nesse novo universo não para de crescer. “Enquanto a quantidade de homens evoluiu 540% de 2002 para cá, o número de mulheres cresceu cerca de 900% no mesmo período“, diz Patrícia Quadros, gerente dos Programas de Popularização da BM&FBovespa.
Um estudo realizado pelo setor de Wealth Management do banco Barclays mostrou que 46% das mulheres relataram possuir disciplina em relação à gestão financeira; enquanto que, entre os homens, o número foi de 39%. Temos mais disciplina na hora de lidar com o mercado de ações e utilizamos mais estratégias do que os homens para realizar os investimentos. Somos mais cautelosas e buscamos resultados no longo prazo.
De acordo com o levantamento, 32% das mulheres afirmaram que estão dispostas a assumir riscos financeiros, contra 49% dos homens. O perfil investidor feminino é menos arrojado, mantendo o pé atrás ao assumir investimentos que envolvam riscos muito elevados, pois pensamos no futuro, principalmente no que se diz respeito à família. Isso porque costumamos ser mais avessas ao risco, mantendo hábitos mais conservadores nas decisões financeiras, o que é comprovado pelo estudo do Barclays.
A capacidade feminina de analisar as empresas e estudar o mercado antes de tomar uma decisão é uma característica que os homens, em geral, não compartilham. Nós, mulheres, temos o hábito de manter a diversificação nas carteiras de investimento e possuímos mais facilidade em assumir o erro e aprender com ele, para assim tentar não cometê- lo novamente.
“O futuro é das mulheres” - com frequência ouvimos essa frase, dita normalmente por homens. E, se pensarmos em investimentos, certamente eles terão de se acostumar com nossa presença, cada vez mais constante.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Sáude Financeira: como obtê-la ao longo da vida

Diversificar os investimentos é a melhor forma de planejar seu futuro financeiro. Ao longo da vida, você pode ter diferentes alternativas, que se encaixem com seu perfil investidor. Diversos fatores poderão influenciar na tomada de decisão na hora de investir, como, por exemplo, seu objetivo e expectativa, sua faixa etária, valor disponível, conhecimento sobre o mercado, tempo pretendido para resgate e tolerância ao risco. Separamos algumas sugestões de investimentos, que podem se encaixar em cada etapa de sua vida,
Jovem, que ainda mora com os pais
Sem dúvida, esse é o melhor momento para começar a investir. A jovem que mora com os pais tem um caminho mais longo pela frente, tendo, portanto, mais tempo para poupar. O melhor é que ainda não possui os compromissos de quem tem que sustentar uma casa sozinha. É o momento ideal para começar a pensar na aposentadoria e adquirir o hábito de poupar, mensalmente, um percentual da sua renda. Nesta época da vida, o mais indicado é pensar em poupança ou em fundos de investimento.
Independente, que já vive sozinha e se sustenta
Nesta fase, é importante tomar cuidado com os gastos excessivos. Pense bem, você precisa mesmo daquele artigo de decoração novo? Objetos para a casa são uma grande fonte de gastos, afinal você saiu da casa dos seus pais e agora quer montar “a casa dos sonhos”. Apesar de ter que manter as despesas da casa sozinha, nesta fase temos um grande potencial para acumular dinheiro. O primeiro passo para isso é decidir investir. A partir daí, habituar-se a retirar primeiro do orçamento mensal a fatia para o investimento, depois vêm os gastos consigo mesma. Nada que um pouquinho de disciplina não resolva. Investimentos em renda variável são uma boa pedida para quem é um pouquinho mais arrojada.
Recém-casada
Uma época de gastos extras e, por vezes, imprevisíveis. Conversar com o esposo é um bom começo. Nada do companheiro arcar com as contas fixas e você com as miúdas e variáveis, como supermercado e utilidades domésticas, por exemplo. Tudo deve ser divido de maneira justa e equilibrada. É fundamental manter o hábito de controlar o orçamento, separando sempre o dinheiro do investimento. Sabemos que, nessa fase fica mais difícil, mas é bom manter o foco.
Mãe de primeira viagem
É imprescindível que, nesta fase da vida, você já tenha iniciado seus investimentos. Caso ainda não o tenha feito, corra e faça isso o quanto antes. Ter se planejado previamente permitirá que os primeiros gastos com a criança, que costumam ser bastante altos, tornem-se mais suaves. Converse com outras mães, para ter uma ideia do quanto se gasta com a chegada do seu herdeiro. Outro comportamento bastante comum – e não muito recomendado – é começar um plano de previdência para a criança antes mesmo de ter o seu futuro garantido. É muito pior ter que mexer no dinheiro destinado ao futuro do filho do que esperar um pouquinho mais para começar este plano. É importante começar este plano apenas quando você já possuir estabilidade suficiente para arcar com o mesmo.
Recém-separada
Esta é uma das mais complicadas fases de transição, pois costuma envolver muito desgaste emocional, principalmente se dessa relação houver filhos com menos de 18 anos. Quem já tem investimentos há mais tempo e sabe como administrá-los, só precisa ter o cuidado de manter os aportes mensais e de não utilizar suas reservas com os gastos do divórcio ou do começo de uma vida nova. Pode-se, inclusive, migrar de investimento, buscando maior rentabilidade, com taxas menores. É importante readequar seu padrão de vida à nova fase; pode ser necessário até descer um degrau agora, para que conseguir estabilizar-se novamente, pagando em dia suas contas e vivendo com tranquilidade.
Para as aposentadas
Para quem fez investimentos ao longo da vida, não há mais por que arriscar. A ordem agora é manter o patrimônio conquistado ao longo da sua história e não arriscar-se para continuar aumentando-o. Isso não significa que você deve “torrar” tudo que juntou. Ao contrário, deve-se gastar com a mesma maturidade e cautela utilizadas ao longo do processo de acumulação. Investimentos de renda fixa são os mais adequados para isso.

terça-feira, 8 de maio de 2012

De olho no mercado

Como já sabemos, as novas regras da Caderneta de Poupança alteraram seu rendimento – para menos. Agora, para conseguir ganhos maiores, os investidores terão que dedicar mais atenção a seus investimentos, ficando atentos às taxas e impostos cobrados pelas administradoras.


A dica para quem já tinha dinheiro aplicado na poupança até o dia 04 de maio, é não mexer nele. Com a taxa de juros baixando cada vez mais, garantir rendimentos de 6% ao ano é o melhor a ser feito. Recomenda-se, inclusive, abrir uma nova caderneta de poupança, em outra instituição financeira, para que o dinheiro do rendimento antigo não se misture aos novos depósitos, que serão calculados sob as novas regras de rendimentos. Mas, para quem estava acostumado ao bom rendimento da poupança, não possuía grandes investimentos até a data e está pensando em diversificar seus investimentos, aqui vão algumas dicas sobre o assunto:

Estar sempre atenta aos custos efetivos das aplicações é, sem dúvida, a medida mais importante no primeiro momento. Segundo o professor de Matemática Financeira do Instituto de Ensino e Pesquisa, José Dutra Vieira Sobrinho, “há bancos que chegam a cobrar 4% de taxa de administração e as pessoas nem se dão conta disso.” Quando a taxa Selic estiver igual ou inferior a 8,5%, os fundos de investimento só conseguem superar os rendimentos da poupança se estes, por sua vez, tiverem uma taxa de administração inferior a 1%.

Como de costume, se você deseja rendimentos maiores, terá que correr riscos maiores. As opções mais comuns são o Mercado de Capitais e opções de Renda Variável, como fundos de Ações de empresas e Fundos Multimercados. Entretanto, a grande dica para quem faz esta aposta, é nunca aplicar nesse tipo de mercado o dinheiro que você precisará para pagar as contas no final do mês. “O dinheiro que vai para o risco é aquele que você não conta em uma data certa. A maior parcela do patrimônio deve ficar em ativos de renda fixa” , afirma Marco Antônio dos Santos Martins, presidente da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec-Sul).

No Mercado de Capitais ou Renda Variável, os cuidados necessários são basicamente os mesmos: estar atenta às taxas de administração, conhecer o histórico da instituição pela qual fará a aplicação e conhecer a composição dos fundos. Para finalizar sua posição sobre o assunto, Marco Antônio adverte: “Em qualquer situação, a melhor maneira de diluir o risco é diversificando a carteira de aplicações.”

Esteja atenta às oportunidades que surgem à sua volta, com um olho no bolso e o outro no mercado.


Fonte:  Zero Hora 

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Poupança Inteligente

Você sabe o que é a taxa Selic? Ou é do tipo que prefere nem se preocupar com “esse tipo de coisa”? Bom, este é o momento perfeito para começarmos a entender sobre o assunto, afinal, mesmo para quem aplica seu dinheiro apenas na poupança, esse nomezinho vai começar a aparecer com mais frequência. O fato é que a presidente Dilma Roussef, no esforço de continuar baixando os juros do país, mudou as regras do jogo: quando a taxa básica de juros for menor que 8,5% ao ano, o rendimento da caderneta será fixado em 70% da taxa Selic. Mas quando o número for superior a 8,5% ao ano, o rendimento da poupança continua sendo calculado como é hoje - 6,17% ao ano mais a variação da TR.

Dito isto, vamos às devidas apresentações: Selic – sigla de Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – é a taxa de juros para empréstimos entre bancos que duram apenas um dia e que tem como garantia os títulos públicos. Simplificando um pouco, a Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. Esta taxa é o que permite aos bancos estipularem o quanto será cobrado de juros por financiamentos e empréstimos pessoais, por exemplo. O governo, na intenção de movimentar a economia, diminui a taxa a fim de que os bancos diminuam os juros e a população consuma mais, aquecendo o mercado. Quando a economia está demasiadamente aquecida, o processo é o inverso: aumenta-se a Selic, os empréstimos voltam a ficar mais caros e as pessoas, mais receosas, passam a consumir menos, conseguindo, assim, controlar a inflação. Outro fato relevante sobre o assunto é que quem define o valor da taxa é o Copom, a cada 45 dias.

Por enquanto, nada mudou – a Selic ainda está acima dos 8,5% – mas já se deve pensar em outras opções de investir seu dinheiro, uma vez que especialistas afirmam que a taxa de juros deve cair para 8% ou até 7%. Chegando a este patamar, a poupança comum passa a render consideravelmente menos, tornando o momento muito propício a buscar novos investimentos, poupando de forma inteligente.

Ao invés de concentrar todo o montante em um único produto, como a Poupança, procure diversificar seus investimentos de acordo com as oportunidades, encontrando assim a melhor rentabilidade possível. Definindo seu “perfil investidor”, você pode construir uma carteira considerando não só a poupança, mas também CDBs, Títulos do Tesouro, fundos e até em ações.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Mulheres ganham espaço na Bolsa

Em outros tempos, o verbo “gastar” estava para as mulheres, assim como “prover” estava para os homens. Estava! A cada dia que passa, mais mulheres são responsáveis pelo destino que será dado ao dinheiro dentro do orçamento familiar. E mais: já não é raro ver famílias em que elas ganham mais do que eles. Uma das causas é que, ao longo dos anos, fomos nos qualificando melhor e ocupando cargos que, antes, eram tradicionalmente masculinos. Este fato reflete-se também na Bolsa de Valores: no ano de 2002, éramos apenas 15 mil; até o final de 2011, já somávamos 152 mil investidoras na BM&FBOVESPA. Um crescimento superior a 1.000%. Atualmente, ocupamos 25% do quadro total de investidores das principais empresas brasileiras, e a expectativa é que esse número, no mínimo, dobre, chegando à metade ou mais, nos próximos anos.

Esse fato se deve, também, ao fácil acesso às informações através da internet. Ficou muito prático descobrir qual é o melhor investimento e como fazê-lo. Segundo estudo feito pela Sophia Mind, em 2010, 46% das brasileiras já tinham algum tipo de investimento e 27% disseram investir regularmente um valor fixo.

O principal conselho para quem quer começar a investir em ações é entender a movimentação do mercado. Isso requer dedicação e empenho, afinal, não é em um dia que se aprende algo tão complexo. Você não precisa (nem conseguiria em pouco tempo) dominar o assunto, mas é importante saber o que está fazendo com seu investimento. Para isso, existem cursos online, disponíveis gratuitamente, no próprio site da BM&FBOVESPA. Para quem não tem tanto tempo ou disposição para se aprofundar no assunto, mas quer investir, há também a opção de fundos de investimento, em que um profissional administra as ações por você – e mais um grupo de investidores – a fim de estar sempre monitorando qual é a melhor ação a ser tomada.

Procure ajuda de profissionais e comece a investir também! Certamente você irá encontrar os produtos que se encaixam em seu perfil e que combinam com você!

Links:

terça-feira, 13 de março de 2012

O melhor presente é o futuro

“As crianças já ganham brinquedos e roupas dos avós e dos tios. Não tem prova de amor maior do que dar boas condições educacionais e financeiras para o seu filho.” Isso pode parecer frio, num primeiro momento, mas é assim que pensa e age o consultor Mauro Calil quando o assunto é Dia Das Crianças ou o aniversário de seus filhos: em vez de comprar brinquedos ou eletrônicos, Mauro presenteia com ações os pequenos Isabela e Marcos – de 1 e 3 anos, respectivamente. 

Os dados da Indústria de Fundos de Previdência Privada Voltados Para Menores, comprovam que Mauro não é o único a pensar assim: de acordo com o Itaú Unibanco, esse mercado tem crescido entre 25% e 28% nos últimos anos. Outra boa opção é o Tesouro Direto. Quem começa a poupar e investir, desde os primeiros dias de vida de seu filho, pode garantir uma poupança que, mais tarde, pagará a faculdade, pós-graduação ou até mesmo começar um negócio próprio. Interessante, não? Mas não esqueça: esse tipo de aplicação deve ser feita, preferencialmente, por quem também invista na própria previdência.

Conheça agora os presentes financeiros que podem facilitar a vida de seus filhos:

Fundo de previdência privada para menores 

Os planos de previdência infantis são voltados para crianças e jovens, com idade até 21 anos, sendo possível abrir um plano em nome da criança logo após seu registro, mesmo que ela ainda não possua CPF. Fica a cargo dos pais, apenas os aportes financeiros. Disponíveis nas modalidades “Plano Gerador de Benefício Livre” (PGBL) e “Vida Gerador de Benefício Livre” (VGBL), esses planos dispõem de vantagens tributárias. Há, ainda, uma vantagem extra: os pais que contribuem para um PGBL infantil poderão abater de seu próprio IR as contribuições para o plano. “O IR que o pai teria pago, na verdade foi investido no futuro do filho, e não sairá de seu bolso mais tarde”, explica Osvaldo Nascimento, diretor executivo das operações de investimentos de pessoa física e previdência do Itaú Unibanco. Caso opte por um VGBL – porque usa a declaração simples do IR ou porque quer contribuir com mais de 12% da renda para a própria previdência e a do filho – o responsável já não dispõe de tal vantagem.

Tesouro Direto

Quem não quer correr riscos e não suporta o pagamento de altas taxas para os bancos tem como opção mais segura e barata o investimento em títulos públicos, via Tesouro Direto. As taxas são bem mais baixas e a rentabilidade, bastante satisfatória. Para Mauro Calil, é extremamente importante que a conta seja aberta em nome da criança, e não dos pais,a fim de evitar um resgate antecipado para pagar uma conta, por exemplo. Para investir em títulos (assim como em ações), é necessário fazer o CPF da criança.

Ações


Para quem optar por sofisticar o plano de acumulação de capitais para os filhos, presenteando-os com possibilidade de rentabilidades maiores, deve se dedicar a escolher boas ações para o longo prazo, fazendo aportes regulares no mercado de Renda Variável. No caso do consultor Mauro Calil, as ações são realmente usadas como presentes em datas especiais. No Natal, no aniversário e no Dia das Crianças, o professor deposita uma quantia na conta de cada um dos filhos, e no momento certo, utiliza os recursos para comprar ações. Quem não tem tanto tempo ou conhecimento no ramo, pode, ainda, depositar o dinheiro em Clubes de Investimento.

Para Mauro, presentear os filhos dessa forma é, além de tudo, uma ótima maneira de educá-los financeiramente. Desde cedo as crianças já aprendem a acompanhar suas aplicações e, quando adultas, dificilmente usam os recursos para alguma bobagem. “Não tem a ver com transformá-lo em alguém que não valoriza o dinheiro e o trabalho. Trabalhar é uma questão de valores, não de quanto se tem na poupança”


Fonte: Exame

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Ganhar na Crise (Parte II)

Dando continuidade ao post da última terça-feira (07/02), confira outras cinco
orientações de como investir em momento de crise. 

#6 Selic

Apesar da queda da taxa básica de juros (confira o post em que falamos sobre esse assunto), os investimentos atrelados à Selic continuam sendo vantajosos. A taxa brasileira permanece muito superior às de outros países, especialmente os considerados desenvolvidos. Por isso, vale a pena prestar atenção em investimentos como títulos do governo e em fundos, que estejam concentrados nesse tipo de papel.

A compra de títulos, por meio do Tesouro Direto, apresenta baixo risco e, aplicações como um fundo DI ou de renda fixa, têm como objetivo acompanhar o CDI (que costuma estar próximo à Selic).  

#7 Defesa contra inflação

Outro ponto que sempre deve ser levado em consideração é a alta da inflação. Para proteger seus investimentos desta tendência, consultores financeiros recomendam um título do Tesouro chamado NTN-B. Ele tem sua rentabilidade atrelada à variação do IPCA, acrescida de juros, definidos no momento da compra. Logo, se houver alta da inflação, haverá um efeito positivo a longo prazo. Há também a possibilidade de investir em fundos que tenham como meta superar a inflação.

# 8 Cortando riscos

O cenário atual gera incerteza, então o ideal é eliminar qualquer risco adicional, como investimentos em ouro e dólar. Ao contrário de ações, que podem pagar bons dividendos, o metal tem grande volatilidade e só é possível ganhar dinheiro "comprando-se barato e vendendo caro". Mas, para fazer esta
análise, é necessário ser um grande conhecedor do mercado. O dólar também não é recomendado, porque é mais difícil saber qual a melhor hora para comprar e vender.

#9 Fundos de investimentos

Dentre a grande variedade de fundos de investimentos que existem no mercado, é importante buscar os multimercados, que adotam estratégias macro. Os demais fundos, que não tenham esse foco, não são ideais para o momento, pois usam critérios como modelagem matemática ou distorções de preços entre empresas.

#10 Diagnóstico

A crise faz com que pensemos mais sobre nossos investimentos e também sobre os nossos gastos. Aproveite este momento de reflexão e avalie a sua saúde financeira. “Antes de olhar para o mundo, o investidor deve olhar para si mesmo e analisar sua própria situação”, diz o educador financeiro Reinaldo Domingues. Segundo ele, sempre deve haver um planejamento familiar, com metas de curto, médio e longo prazo.

Fonte: América Economia

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Ganhar na Crise

Ao longo do mês de janeiro, o mercado mostrou uma significativa melhora de cenário. Apesar da expectativa de alta da inflação, da volatilidade nas bolsas internacionais e dos demais fatos negativos, nem tudo pode ser considerado como  sinônimos de perda de dinheiro. Há sempre maneiras de otimizar a rentabilidade e amortizar perdas. Listamos aqui, 10 orientações (separadas em dois posts) para você levar boas lembranças desta crise econômica.
 
#1 Estratégia Defensiva
 
É difícil encontrar uma unanimidade entre investidores de renda variável. No entanto, optar por empresas com caráter defensivo e boas pagadoras de dividendos, além de estudar o assunto e manter-se bem informado sobre o mercado, são fatores que estão de comum acordo entre as pessoas com este perfil e preferência de investimento. Outra boa alternativa são investimentos que acompanham juros e inflação.
 
#2 Dividendos
 
O termo “dividendos” é utilizado para denominar a parcela de lucro da empresa que é distribuída entre os acionistas. Este pagamento varia de acordo com a companhia, mas o importante é a garantia que o investidor tem de que continuará ganhando, mesmo se as ações estiverem em baixa. Outra vantagem: esta distribuição de lucro é isenta de imposto de renda. Para quem não é grande conhecedor do mercado, há fundos de ações que investem em empresas pagadoras de dividendos.
 
#3 Mercado Interno
 
Para aqueles que querem investir na bolsa, outra opção são empresas focadas no mercado interno, que estão menos vulneráveis à crise externa, como exportadoras e da área de commodities. Neste momento, também são indicadas empresas de consumo e de serviço, que estão fortalecidas com o crescimento da classe média e com o baixo nível de desemprego, o que aquece o consumo local.
 
#4 Bolsa a longo prazo
 
Mesmo com as indicações de ações citadas acima, dificilmente um especialista indicará a bolsa para quem pretende retirar o dinheiro no curto prazo, devido à volatilidade do mercado. Investidores focados no longo prazo (mínimo de três anos) devem comprar pouco e sempre, para isolar o risco de perda. Assim, uma possível compra na alta é compensada por compras feitas na baixa. Esta mesma dica vale também para aqueles que pretendem vendes seus ativos. Vender aos poucos pode minimizar os efeitos da volatilidade.
 
#5 Seja fiel à sua estratégia
 
A todos que possuem estratégias de investimentos, vale um importante lembrete: não sabote seus planos durante a época de crise. Manter o foco, segurar a venda de papéis que estão em baixa e manter-se frio é a única maneira de evitar prejuízos que poderiam ser revertidos como o tempo. Não esqueça que o mercado e as notícias relacionadas a ele mudam a cada dia, o que dificulta identificar uma direção. Porém, quando encontrar seus próprios planos, mantenha-se fiel a eles.
 
Fonte: América Economia 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Palestras de Verão


As férias de verão são um período bastante atípico. Todas as atenções se voltam para a praia, enquanto a cidade fica vazia e a agenda bem mais calma. Sem aulas na faculdade, nem aquele trânsito estressante de final de tarde ou o transtorno por vagas e filas em restaurantes, fica a dúvida: como não aproveitar essa época na capital? A cidade oferece inúmeras programações para quem quer se divertir e também aprender.

Pensando nisso a Geral Investimentos, durante os meses de férias, estará oferecendo palestras abertas ao público. Se você é iniciante no Mercado Financeiro e deseja aprender mais sobre a Bolsa de Valores, análise técnica e fundamentalista, inscreva-se e participe!

Confira abaixo os detalhes da palestra já agendada para o dia 24/01:

Venha conhecer as estratégias de curto prazo da Geral Investimentos e a nossa metologia de trabalho. Participe da palestra "Estratégias de Sucesso", dia 24/01 na Geral Investimentos, Sede Centro Histórico de Porto Alegre. Este evento terá duas opções de horário: as 9h ou as 18h.

Durante a palestra, serão abordados os seguintes temas:

- Introdução à Análise Técnica;
- Conceitos de Análise Gráfica: Pontos de Compra e Venda; Estudos Gráficos; Setups e Stops;
- Tipos de estratégias utilizadas pela Geral Investimentos: Long & Short, Termo, Opções, BTC, entre outras
- Canais de informação para cliente da corretora, como as estratégias enviadas por SMS ou o chat Fale com o analista, disponível diariamente, durante o pregão. 

Para maiores informações e confirmação de presença entre em contato com a Geral através do e-mail eventos@geralinvestimentos.com.br ou pelo fone (51) 3213-2704. Se preferir, clique aqui e converse agora com um de nossos consultores no Atendimento Online, das 09h às 18h.

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