Mostrando postagens com marcador Mães. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mães. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Entre a emoção e as finanças

Não é novidade pra ninguém, que nós mulheres somos bem mais sensíveis que homens e que, por isso, nosso estado emocional é afetado com muito mais facilidade. É justamente nesses momentos em que estamos mais frágeis, que ficamos mais propensas a cair em certas "pegadinhas". Aí não tem jeito, acabamos fazendo ou falando coisas equivocadas, motivadas pela emoção. 


São diversos os motivos que nos deixam emocionalmente abaladas, fazendo com que nosso lado sentimental nos traia, "sem dó nem piedade". Ao menos é o que diz Simonne Gnessen, fundadora da empresa de conselho financeiro Wise Monkey Financial Coaching, do Reino Unido em uma entrevista para o jornal inglês Daily Mail. Ela afirma que o nosso lado emocional pode nos prejudicar muito, inclusive financeiramente.
Já conquistamos nosso espaço no mercado de trabalho e sabemos muito bem o que devemos ou não fazer, mas a verdade é que não temos como negar que somos bem mais emotivas do que os homens, e isso pode fazer com que cometamos alguns pequenos deslizes. "Fortes respostas emocionais podem bater quando nós menos esperamos, e sequestrar o nosso comportamento racional", afirma Simonne. Ela ainda ressalta, que nós falamos com naturalidade sobre diversos aspectos, mas ficamos receosas ou até mesmo exaltadas quando o assunto é dinheiro. "Quando enfrenta uma crise, um cabo de guerra prossegue entre caminhos opostos dentro do cérebro, e quanto mais você deixa suas emoções vencerem, mais problemas vai ter para aplicar a lógica e a razão", diz Simonne.
De acordo com a empresa de investimentos e seguro de vida britânica, Scottish Widows, a resposta emocional ao dinheiro talvez seja o motivo que faça com que as mulheres ganhem em média 15% menos do que os homens e são mais propensas a serem dispensadas em uma recessão. Outro dado do estudo mostra que as mulheres também se preocupam menos com aposentadoria do que os homens. O percentual de mulheres e homens que economizam o suficiente para uma aposentadoria tranquila é 47% e 59%, respectivamente. Um dos motivos que podemos relacionar a este percentual mais baixo, é que as mulheres tem "coração de mãe". Muitas economizam sim, porém, se necessário, abrem mão das economias caso surja algo mais urgente no momento, deixando o futuro temporariamente de lado.
Enfim, você deve estar se perguntando: "E como faço para que meu lado emocional não atropele o racional?" A dica fica por conta da especialista financeira Sasha Speed: esteja sempre com o controle do seu dinheiro e nunca ignore isso. Não tenha receio ao dizer "não" a um passeio que um amigo lhe convidou, mas que você não tem condições de bancar este mês. De que adianta se divertir um dia e passar os outros “passeando” em dívidas? Você costuma sair para jantar, seus amigos pedem garrafas e mais garrafas de vinho e você apenas um suco? Não, você não deve pagar pelos vinhos - nada mais justo do que cada um pagar sua parte correspondente na conta. Não deixe que a insegurança, o medo de ser rude e não compreendida, a pressão das pessoas e influências diversas comprometa seu orçamento. Equilíbrio entre o racional e o emocional é fundamental, porém, nas finanças, podemos ousar e dizer que a melhor opção seria pendemos para o racional.
Fonte: TerraMulher

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Dia dos Pais... e das Mães também





No próximo domingo (12/08) vamos comemorar mais um Dia dos Pais. Nas últimas décadas, a formação familiar tradicional vem sofrendo mudanças significativas. O conceito de "família modelo", composta normalmente por pai, mãe e filhos teve de se adequar aos novos tempos. Cada vez mais, constatamos a crescente importância do papel das mães no comando das famílias. Esta inversão de papéis, em que a mulher exerce simultaneamente a função de pai e mãe, nos faz refletir que, nesta data, muitas mulheres também deveriam ser homenageadas.


Seja por escolha própria ou por falta de apoio do parceiro, muitas mulheres tornam-se mães solteiras e acabam virando “paizões” também. É justamente nessa hora que o suporte dos familiares é imprescindível para a criação e formação da criança. No entanto, mesmo que ela crie uma afinidade maior com algum tio ou avô, figuras masculinas que podem remeter à segurança, caberá à mãe exercer o papel de pai. Afinal, como diz a cultura popular, "pai é quem cria e não quem apenas coloca no mundo".

Segundo estudos realizados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), houve mudanças relevantes no comportamento social das brasileiras. Tendo em vista o "boom" de mulheres no mercado de trabalho, o número de mães solteiras continua aumentando, principalmente pela independência financeira que elas vem conquistando. O que no passado era visto com maus olhos pela sociedade, hoje é encarado de forma mais natural, afinal de contas, alguém precisa trabalhar para garantir o sustento da família e a criação dos filhos. Essas mulheres se destacam pela garra e coragem com que enfrentam os obstáculos do dia-a-dia. São verdadeiras heroínas, que assumem o posto de alicerce familiar, criando sozinhas seus filhos. O desafio de ser mãe e pai ao mesmo tempo não é nada fácil, porém, com muita dedicação e amor, torna-se perfeitamente possível. Desejamos um feliz Dia dos Pais também para aquelas que, neste domingo, estarão comemorando o “seu dia" junto das pessoas mais importantes na vida de uma mãe: os filhos! 

Fonte: Esoterikha 

sexta-feira, 20 de julho de 2012

A nova mamãe do Yahoo



Na última segunda-feira (16/07), o Yahoo nomeou sua nova presidente: Marissa Mayer, ex-vice-presidente de produtos do Google. Marissa, que estava na empresa há 13 anos, tendo sido a primeira engenheira do sexo feminino, contratada em 1999, era um dos poucos rostos conhecidos dentro do Google. Uma das mais antigas funcionárias da gigante de buscas, ela foi a responsável por criar o visual do Gmail, Google News e Google Images, além da homepage do site de buscas. Marissa é a terceira CEO feminina contratada pelo Yahoo, em um ano e desbancou o atual presidente-executivo, Ross Levinsohn, que era visto como provável nome para o cargo. Depois de oito meses à frente da presidência do Yahoo, Scott Thompson, deixou a função após acusações de falsas informações acadêmicas em seu currículo.

A nomeação foi uma boa surpresa para o mercado, mostrando que o Yahoo continua na peleia e surpreendeu ao anunciar a contratação. Outra boa notícia foi a de que Marissa estaria grávida, o que não interferiu na negociação. Aos 37 anos, ela espera seu primeiro filho, que deve nascer em outubro. A gravidez foi informada no mês passado, quando a engenheira teria sido indicada ao posto. Ao contrário do que muitos poderiam imaginar, a proximidade do parto não preocupou os conselheiros do Yahoo. "Eles demonstraram um pensamento evoluído", afirmou Mayer. "Minha licença-maternidade terá algumas semanas de duração e pretendo passá-la trabalhando."

Essa contratação mostra os sinais dos novos tempos, em que as mulheres, além de conquistar seu espaço no mercado de trabalho, ainda estão deixando para trás velhos preconceitos e quebrando paradigmas no mundo dos negócios. Marissa, como executiva-chefe do Yahoo, junta-se a outras mulheres que estão no topo das empresas do Vale do Silício, na Califórnia. As “rainhas” do setor tecnológico incluem Meg Whitman, presidente-executiva da Hewlett-Packard, e Virginia Rometty, chefe da IBM. Outra executiva de peso é Sheryl Sandberg, diretora de operações do Facebook. De acordo com o National Center for Women & Information Technology, as mulheres ocupam 17% dos cargos técnicos nas empresas fundadas há menos de cinco anos e apenas 25% dos empregos totais do setor de computação. 

Outra questão que vem à tona a partir do anúncio do nome de Marisa, é o grande desafio que ela tem pela frente: tirar o Yahoo da escuridão e convencer colaboradores e usuários a acreditarem nessa nova fase. A companhia está passando por dificuldades há anos e não vem conseguindo criar novos produtos, que se destacassem diante dos concorrentes. Contratar um das estrelas do Google é a grande aposta do Yahoo para sair do chão. “Se ela for capaz de virar a mesa a favor do Yahoo, pode se tornar uma lenda, assim como Steve Jobs”, afirma Rebecca Lieb, analistas do Altimeter Group.

"Sinto-me honrada e feliz por levar o Yahoo, um dos principais destinos da Internet, para mais de 700 milhões de usuários. Estou ansiosa para trabalhar com os funcionários dedicados da companhia para trazer produtos inovadores, conteúdo e experiências personalizadas para os usuários e anunciantes em todo o mundo ", disse a cara do Yahoo à imprensa.

Fonte: G1


sexta-feira, 30 de março de 2012

Do tipo segura, do tipo feliz


Com a verdadeira (e já consolidada) invasão feminina no mercado de trabalho, cada vez mais os homens nos respeitam e nos admiram. Isso traz junto um considerável aumento na autoestima da mulher moderna, a mulher decidida, que sabe o que quer, que corre atrás e não deixa de buscar a felicidade e independência: você! 

O sentimento de independência vem, geralmente, atrelado à vida financeira, com o “não depender de ninguém para pagar as contas”. Mas isso nem sempre é sinônimo de trabalhar fora de casa. Muitas mulheres administram o lar, fazendo trabalhos que podem ser executados diretamente do confortável sofá
de suas casas, afinal a internet nos proporciona um mundo de possibilidades. Várias, sofrem um pouco com o acúmulo de funções, pois não é fácil administrar os problemas domésticos e ainda ter que trabalhar. É uma dupla e bastante cansativa jornada. Mas, mesmo assim, essa mudança de comportamento que estamos vivendo é bem vista e traz satisfação às nossas vidas. Poder decidir sobre a educação dos filhos e ter uma profissão, sem depender de ninguém, nos torna mais felizes e realizadas. Todos esses fatores fazem com que passemos a nos sentir mais importantes no mundo, causando nele algum efeito, alguma diferença! Esse sentimento é extremamente produtivo, porque sendo mais respeitadas, desempenhamos melhor nossas funções. Consequentemente, sendo mais reconhecidas por nosso trabalho, nossa autoestima vai nas alturas.

É bem verdade que muitos homens ainda têm medo de mulheres bem resolvidas, mas essa é uma visão que também está mudando. Antigamente, os homens esperavam encontrar uma esposa que fosse uma exímia dona de casa, que cuidasse dos filhos e que tivesse todas as outras características, que parecem (finalmente) ter acabado junto com o século passado. No mundo moderno, com menos espaço para preconceitos, a tendência é que os homens sejam criados em ambientes não tão machistas e, consequentemente, admirem as mulheres do século XXI. É um processo que caminha a passos largos, pois muitos filhos já são criados por mães – às vezes até solteiras – que sustentam a casa e lhes dão carinho e amor, como se estivessem em tempo integral com sua atenção voltada para eles. Quando esses filhos crescerem, provavelmente procurarão nas suas companheiras, mulheres esclarecidas, que pensem de maneira parecida com eles (e suas mães).

A verdade é simples: homens seguros (de verdade) gostam de mulheres seguras. Historicamente, os homens saíam em busca de parceiras e nós escolhíamos com quem iríamos ficar. Talvez daí, muitas vezes os homens tenham a sensação de segurança, pois uma mulher poderosa e bem resolvida poderia escolher estar com qualquer outro homem, mas está com ele.

E, se depender de nós mulheres, teremos cada vez mais o poder em nossas mãos. E você, o que escolhe? Qual tipo de mulher você quer ser?

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Negociando com as escolas!

Na próxima segunda-feira (27/02), diversas escolas do Rio Grande do Sul retomam suas atividades. Decidir o colégio ideal para os filhos é uma tarefa árdua para os pais, pois, além do tipo de educação que deve ser levado em conta, os valores são pontos mais do que relevantes na hora da escolha. As mensalidades variam muito de acordo com a localização, fazendo com que as famílias gastem diferentes parcelas do seu orçamento. “Há famílias que gastam 3%; outras que chegam a comprometer 20% da renda. O percentual está sujeito a uma série de fatores particulares de cada grupo familiar”, afirma o educador financeiro, Reinaldo Domingos, do Instituto DSOP de Educação Financeira.

Depois de finalmente ter escolhido a instituição de ensino, é hora da segunda etapa: negociar bons descontos para o ano letivo. Lembre-se de que, quanto mais procurada a escola for, menor o poder de barganha que você terá. Então, listamos abaixo sete dicas para ajudar a economizar dinheiro, mas sem perder a qualidade de educação que seu filho merece.

#1 Cara a cara

Evite negociar por telefone. “Procure pessoalmente a Diretoria ou o Departamento Financeiro, pois numa conversa presencial, você tem mais espaço para argumentos e mais força para negociar”, afirma o educador financeiro Reinaldo Domingos.

#2 Bom histórico

Uma escola que atinge 5% de inadimplência começa a ter dificuldades para operar. Logo, para essas instituições vale mais a pena dar descontos do que lidar com um futuro atraso nas mensalidades. Tente não atrasar as mensalidades, pois o pagamento em dia é um bom argumento na hora da negociação.  “Os pais devem aproveitar essa condição e ressaltar o histórico de bom pagador ao negociar preços”, afirma Domingos.

#3 Início vantajoso

O melhor momento para conseguir desconto, especialmente quando se trata de uma nova escola, é no instante da matricula. “A escola quer conquistar os novos alunos, o que abre espaço para negociações”, afirma Domingos.

#4 Antecipação

Para aqueles que conseguiram fazer uma reserva no ano anterior, vale a pena negociar a possibilidade de fazer o pagamento de todo o período escolar à vista. Segundo Reinaldo, o poder de negociação aumenta e é possível conseguir descontos de até 20%. Se não existe a possibilidade de efetuar o pagamento do ano inteiro, tente antecipar a taxa de matrícula. Além de garantir a vaga, há mais chances dos pais conseguirem descontos.

#5 Não às Associações

A maioria das escolas possui Associações de Pais e Mestres, porém deixe-a de fora das negociações por melhores taxas, prazos e descontos. Além destas associações não terem o poder para pressionar as escolas, os descontos massivos comprometem as operações do colégio. Então, quanto mais individual for tratado seu caso, mais chances de obter melhores descontos.

#6 Exceções

Por mais que a instituição não tenha uma política que permita a negociação de taxas e mensalidades, em casos pontuais pode haver, por exemplo, uma diminuição do valor por um certo período. Casos como a perda de emprego do responsável financeiro podem fazer com que a escola reduza o valor da mensalidade até o final do ano letivo. “Nesse caso, é necessário expor exatamente qual é a dificuldade financeira pela qual a família está passando, e ressaltar o pagamento pontual feito anteriormente”, afirma Mattos Lourenço. “Domingos ainda complementa: “O ideal é escrever uma carta formal explicando a situação”.

#7 Mensalidade dobrada

Se você tem dois filhos ou mais, que estudam na mesma escola, use isso a seu favor. “Ressaltar que paga mais de uma mensalidade numa única escola aumenta as chances de obter descontos”, diz Domingos.
Fonte: Exame

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Filhos atrapalham a carreira?

Lisa Belikin, repórter de um jornal inglês fez a seguinte pergunta para 3.000 mulheres britânicas graduadas, com idade entre 33 e 45 anos: “Por que a mulher moderna se sente pressionada a escolher entre filhos ou carreira profissional, sem considerar conciliar ambas as atividades?”

A intenção era entender a razão pela qual metade das entrevistadas não tinham filhos. Para essas, o principal motivo de não ter herdeiros, seria manter a liberdade e o controle sobre suas próprias vidas. Porém, todas as mulheres participantes, fizeram questão de frisar que o modo que pensam não é egoísta, mas sim uma falta de vontade em viver a experiência da maternidade. Por não haver esse desejo de serem mães, a amostra entrevistada não se sente mal em relação ao fato de não terem filhos. 

A pesquisa mostra também que, antes de terem filhos, 91% das mulheres ajudavam na renda do casal, sendo que 19% delas chegavam a ganhar mais que o parceiro. Ainda no aspecto financeiro, as mulheres têm consciência dos custos de uma gravidez para a empresa e receiam perder o emprego se tiverem filhos. 

“Ambição” foi outro fator apontado pelas mulheres que não querem ser mães.  74% das mulheres que nunca tiveram filhos mencionaram esse fator como importante, enquanto apenas 65% mamães citaram esta característica.

No Brasil, a Sophia Mind realizou uma pesquisa semelhante, que apontou um lado mais maternal das brasileiras em compração com as britânicas:

# 81% das mulheres casadas afirmam não terem alterado seus planos de carreira após o casamento

# 63% das mulheres que são mães não mudaram os seus planos profissionais após o nascimento dos filhos

# 24% acreditam que alcançar as metas se torna mais difícil

#12% das entrevistadas não aceitariam o convite de uma hipotética transferência para o exterior, enquanto 69% delas concordariam levando os familiares

Fonte: Sophia Mind 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Educação financeira sem erros!

Como já falamos recentemente em um dos posts do blog, é indiscutível que educação financeira vem de casa. Mas sempre fica a dúvida: qual é a maneira correta de melhor educar os filhos, quando o assunto é dinheiro? Para evitar erros, Brad Klontz, do site Moneywatch.com, aponta os cinco principais deslizes mais comuns na educação financeira dos filhos.

#1 “Não podemos gastar esse dinheiro nisso. É muito caro e não podemos pagar, desculpa.”

Esta frase está completamente errada. Quando seu filho pede algo que você não pode dar, não se sinta culpado e jamais peça desculpa a eles. O ideal é ser transparente e direto: se não é preciso comprar determinado objeto, seja firme e fale o valor real disponível para a despesa. Assim, é provável que seus filhos entendam e não discutam a questão. 

#2 Lei do silêncio quando o assunto é dinheiro

"As crianças associam muito rápido o dinheiro e seu poder de compra", explica Klontz. "Não existe problema em falar sobre dinheiro com crianças muito novas. O erro é não falar sobre o assunto, pois eles vão tirar suas próprias conclusões sobre como funciona o dinheiro, baseado no que veem ou escutam, o que pode ser perigoso." A falta de diálogo sobre o assunto pode deturpar a visão que a criança terá sobre dinheiro, fazendo com que, por exemplo, aquele que cresceu em um ambiente financeiramente instável acredite que nunca terá poder econômico para comprar algo que deseja.

O ideal é sempre manter o diálogo aberto e mostrar, desde cedo, os seus valores em relação ao dinheiro. Aprenda a dizer não, mas sempre explique o motivo pela resposta ser negativa. 

#3 "Não sei como vamos pagar as contas neste mês"

Jamais diga algo desse tipo perto dos seus filhos pequenos, não importa o quão nervoso você esteja em relação aos débitos da família. As crianças não podem fazer nada e esse tipo de informação só os deixaria ansiosos. 

Novamente, uma boa conversa é a melhor solução, mostrando que, até mesmo em tempos adversos, a família continuará unida e preocupada com eles: "Estamos um pouco apertados neste mês. Seu pai perdeu o emprego, mas já esta à procura de outro. Não se preocupem pois vamos encontrar uma saída. Por enquanto, vamos comer menos fora de casa. Você tem alguma ideia de coisas que podemos cozinhar juntos?"

#4 "Meu salário não é da sua conta"

 É compreensível você não se sentir à vontade em falar qual é o seu salário, porque em se tratando de crianças, as vezes o sigilo não é garantido. Mas ao mesmo tempo, não falar sobre o assunto, torna isso um tabu. 

Klontz afirma que não vê motivos em não falar o quanto ganha. "Se te perguntam, não vejo problema em contar. Você pode até pedir que não comentem com terceiros, mas explique o porquê. Diga que você tem medo que outras pessoas lhe julguem por ter mais ou menos dinheiro."

#5 "Eu trabalho para pagar por seus brinquedos e escola"

Em épocas de muito trabalho, é natural que seus filhos sintam a sua falta e peçam para “diminuir o ritmo”, mas a frase acima não é a ideal para explicar a situação. 
Converse, diga que trabalhar é importante e necessário, mas que seus filhos são a sua maior prioridade. 

Fonte: Exame

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Educação Financeira vem de casa!

Cada vez mais cedo, as crianças são expostas a informações e anúncios que incitam o “extinto consumidor” antes mesmo que elas possam entender o real valor do dinheiro. Frente a isso, temas ligados a finanças pessoais são inseridos antecipadamente na vida dos pequenos, justamente para tentar mostrar o valor de cada moeda. O assunto já se tornou disciplina obrigatória em várias escolas, mas cabe também aos pais reforçar e demonstrar de que forma os ensinamentos da professora podem ser aplicados na rotina da família.

Baseado no livro “O Menino do Dinheiro” de Reinaldo Domingos, separamos 10 dicas para fazer valer à máxima “educação financeira vem de casa”.

1) Qual é o momento certo para começar a falar sobre dinheiro? Quando a criança começa a ter desejos próprios, em geral aos dois anos de idade. Nesta época, já é possível mostrar o processo da troca da espécie por produtos.

2) Deixe para dar grandes presentes somente em datas especiais, para que a criança faça escolhas entre os brinquedos desejados e entenda que não pode ter tudo na hora que quiser.

3) Como já falamos aqui, o cofrinho, apesar de parecer “fora de moda” é uma excelente maneira de ensinar os princípios da economia para as crianças.

4) Saiba qual o brinquedo que seu filho deseja e acompanhe o processo de conquista do mesmo. Demonstre quanto ele terá que guardar para obtê-lo, acompanhe-o na hora da compra e torne especial este momento! Mostre como valeu à pena toda a economia que ele fez.

5) Estimule brincadeiras que levem as crianças a pensar sobre o valor do dinheiro e a importância de poupar.

6) De onde vem o dinheiro? Leve a criança ao seu escritório para exemplificar a relação entre trabalho e dinheiro.

7) Seus filhos podem (e devem) participar do planejamento de gastos da família. Faça com que eles entendam e opinem na hora das decisões, seja para um gasto maior, como a troca de carro, ou até menor, como a lista de compras do mercado.

8) Mostre para as crianças que nem tudo que a publicidade vende é necessário, e que nem toda a informação é real.

9) Quando você perceber que já existe um entendimento do seu filho sobre o valor do dinheiro, comece a dar a tão esperada mesada, para que ele aprenda, desde pequeno, a administrar suas compras, desejos e gastos.

10) Ao começar a dar mesada, abra também uma poupança ou invista em um fundo de investimentos de baixo risco, para onde a criança direcionará parte do seu dinheiro.

Com pequenas atitudes você pode garantir um futuro melhor para seu filho melhor, ensinando desde sempre, que economizar vale à pena!

Fonte: Dinherama

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Dia das Crianças para todos os bolsos

O Dia das Crianças está chegando e, consequentemente, a preocupação de como presentear os queridos “pequenos”. Como na maioria das demais datas comemorativas, surge sempre a pergunta: Como fazer a alegria da criançada sem estourar o orçamento? O ideal é ter um planejamento prévio, mas mesmo sem organizar o orçamento, é possível fazer algo para que  o tão esperado dia não passe em branco. 

Se a situação financeira da família está confortável e há possibilidade de comprar um presente de valor mais elevado, a primeira dica é realizar uma pesquisa de preços e uma análise das melhores formas de pagamento. “A maioria das pessoas ainda não se atentaram para a importância de saber negociar em nosso cotidiano. Um exemplo é negociar um produto como sendo pago à vista, porém, pagando-o a prazo”, explica Reinaldo Domingos, autor do livro “Terapia Financeira – quebre o ciclo das gerações endividadas e construa sua independência financeira”. Domingos ainda atenta aos juros dos parcelamentos, ou mesmo o endividamento no cartão de crédito e no cheque especial. 

Para as famílias que não se planejaram para tal gasto, uma alternativa pode ser adquirir algo de menor valor agora e se preparar para comprar algo mais caro no aniversário da criança ou no Natal. Uma sugestão para essa “lembrancinha” de Dia das Crianças pode ser uma bola, remetendo à essência da sua infância para seus filhos, ou ainda jogos educativos, que costumam ter um bom custo-benefício. 

Mas se a ordem do lar for realmente “apertar o cinto” o ideal é ter uma conversa franca com as crianças. “Mostrar a importância dela para a família e encontrando algo que ela deseja dentro da realidade financeira do momento. A conversa chamará a atenção da criança para que perceba que aquilo que ela viu em uma propaganda, não é o que ela necessita no momento”, explica Domingos. Aproveite esse momento para dar um cofrinho ao seu filho, iniciando desde já o processo de educação financeira. 

Para fazer o Dia das Crianças especial, mesmo sem um presente material, uma boa sugestão é a realização de um simples passeio. “Às vezes esse momento que a família passa junto vale muito mais do que algo físico. A viagem ou passeio fica na memória, além de ajudar a melhorar a cultura e o conhecimento da criança”. Desenvolver brincadeiras em casa, como um acampamento e piquenique no jardim ou fazer “um dia de chef”, cozinhando guloseimas com as crianças, pode ser uma opção educativa e bastante divertida.

Destaque sempre que o importante é a intenção do presente, e não o seu valor financeiro. Uma experiência ou atividade pode acabar se tornando muito mais divertida e enriquecedora, do que mais um brinquedo na prateleira. 


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Para maioria das mulheres, ser mãe e executiva não é dilema


Segundo dados da pesquisa on line da Trabalhando.com Brasil, para 43% das mulheres a tarefa de ser mãe e executiva não apresenta grandes dificuldades.

Um resultado surpreendente? Na verdade, nem tanto. Segundo dados divulgados pelo IBGE em 2010, 42,6% do total de trabalhadores no país eram do sexo feminino. Em 2006, um levantamento feito pelo Ibope apontou que 43% das mães brasileiras eram também chefes de família. Então, parece que aos poucos podemos afirmar que, trabalhar, liderar a prole e educar os filhos, faz cada vez mais parte do nosso DNA.


É fácil identificar esses números na vida real. No Brasil, a cada dia cresce o número de brasileiras que se dividem entre o mercado do trabalho e a administração do lar. Segundo o Pnad (Programa Nacional de Amostragem por Domicílios), entre 2001 e 2009, o número de famílias chefiadas por mulheres no país subiu de 27% para 35%. 

Apesar do aumento da expressividade feminina no cenário econômico nacional, 12% das mulheres acreditam que ainda sofrem preconceito de seus chefes por serem mães. Contrapondo os 43% das mães que acreditam não ter dificuldades em equilibrar filhos e trabalho, 34% das executivas afirmam que a maior dificuldade para quem tem responsabilidades na dupla jornada, é ter pouco tempo para passar com os filhos. Apenas 4% das profissionais entrevistadas lamentam por não poder se focar mais no trabalho por causa dos filhos.

A Trabalhando.com também realizou uma pesquisa semelhante, mas abordando o "outro lado": entrevistando 30 responsáveis por departamentos de Recursos Humanos. O resultado foi desapontador, porém já esperado em virtude do preconceito ainda notório com as mulheres: em quase metade das empresas que responderam a pesquisa, a presença de mães representa apenas 10% do quadro funcional. 

Portanto, o estudo conclui que, apesar da competência e destaque das mulheres no mercado de trabalho, diversas organizações continuam não sendo receptíveis a esse perfil "mãe-funcionária". Mas, felizmente, é crescente a participação feminina dentro das famílias brasileiras, como principais provedoras do lar, graças à constante busca por qualificação profissional. Então, continuamos na luta por condições iguais de oportunidades, aumentando nossa chance de ter uma renda mais alta. No fundo, trata-se de um desejo simples: queremos cada vez mais melhorar nossa qualidade de vida e do nosso grupo familiar. 


Fonte: Sophia Mind  

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Mês da Mães

No Mês da Mães, o blog do Só para Mulheres faz uma homenagem àquelas que são o motivo de nossa existência!


Parabéns antecipado a todas mamães que são nossas leitoras!


Ass:
Equipe Só para Mulheres Geral Investimentos!

Quais os assuntos que você mais gosta de ler no Só Para Mulheres?