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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Ciclo de Vida do Investidor: Gestão e Análise no Novo Cenário Econômico


 Como a vida, a economia passa por ciclos. No Brasil, com a redução da taxa de juros, muitos investidores estão desconfortáveis com a evolução dos seus rendimentos em renda fixa (CDBs, Poupança, Fundos). Assim, torna-se necessária uma mudança de hábitos de aplicação, diversificando as formas de investimentos. Este ciclo positivo para o Brasil, vem acompanhado do crescimento da renda da população, que está demandando mais produtos e serviços. Imóveis, automóveis, shoppings e restaurantes estão com demanda aquecida e as empresas com foco no mercado interno têm se destacado e crescendo.

Com o objetivo de debater estes pontos, a Geral Investimentos reuniu seu time de gestores, economistas e analistas na palestra "Ciclo de Vida do Investidor: Gestão e Análise no Novo Cenário Econômico" na última terça-feira (04/12) no Amcham Business Center, em Porto Alegre. Os palestrantes foram Alessandro Barreto, Gestor de Carteiras, Denilson Alencastro, economista chefe da corretora e Carlos Muller, analista CNPI.


Clique aqui e confira as fotos do evento na Amcham.


Veja abaixo o material apresentado na palestra:

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Conhecendo seu perfil investidor


          Você pode nem perceber, mas não é somente investindo na Bolsa de Valores que podemos ser considerados "investidores". Além de dinheiro, investimos muito do nosso tempo com familiares, amigos e colegas. Cada um possui um jeito de investir, seja dinheiro ou tempo. Como em todos os momentos da vida, agimos de formas distintas e, com nossos investimentos não seria diferente. 

           Se você está pensando em investir seu dinheiro, saiba que é fundamental que a corretora que você escolher conheça seu perfil investidor. Assim, você terá a garantia de que lhe serão oferecidas as melhores e mais adequadas opções de produtos e serviços.

           Seja conservador, moderado ou arrojado, antes de montar sua carteira de investimentos, descubra qual é o seu perfil investidor. Encontramos dois testes bem interessantes sobre perfil financeiro, no site da revista Você S/A. Confira!

Teste I: 

Teste I: 
               
           E aí, qual o seu perfil? 


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Esse tal de “Ibovespa”


O índice IBOVESPA é um indicador de desempenho de um conjunto de ações, que mostra a valorização dos papéis que o compõem ao longo do tempo. É o "termômetro" mais utilizado do Mercado de Ações do Brasil. Quando ouvimos alguém dizer que o Ibovespa subiu ou caiu, significa que isso ocorreu com todo o mercado? Não. Na verdade, isso é o mesmo que dizer que, em média, os papéis que compõem o índice sofreram uma valorização ou desvalorização. 

Cada ação tem o seu próprio movimento, independentemente dos outros papéis que compõem o índice. Isso quer dizer que um papel do Ibovespa pode estar em alta e outro em queda, simultaneamente. Enquanto isso acontece, a Bolsa de Valores indica qual é a média de movimentação de todos os papéis que compõem esse índice, esse tal de Ibovespa!

O que pode fazer o preço de um papel variar são fatores que estejam ligados à própria empresa (aumento ou redução nos lucros ou produção, situação da empresa no mercado, etc) ou a fatores externos (situação do mercado no qual a empresa está inserida, crescimento do país, nível de emprego e desemprego, taxa de juros).


A carteira de papéis que compõem o Ibovespa é reavaliada ao final de cada quadrimestre, seguindo critérios pré-estabelecidos pela própria Bolsa de Valores. Apenas três empresas fazem parte da carteira do Ibovespa desde o lançamento desse índice: AmBev, Souza Cruz e Vale. Já Duratex, ItauBanco e Lojas Americanas integravam a primeira carteira do Ibovespa e também estão presentes na carteira atualmente. Nesses 40 anos de lançamento do Ibovespa, em apenas 9 deles não foram registrados recordes de pontos do índice.

Outras curiosidades:

A maior sequência de pregões em alta consecutivos foi de 19 pregões, registrada de 16/12/1993 a 13/01/1994. Já a maior sequência de pregões em baixa consecutivos, foi de 12, registrada de 26/05/1970 a 11/06/1970.

Você pode encontrar essas e outras informações aqui, no próprio site da BM&FBOVESPA 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Entre a emoção e as finanças

Não é novidade pra ninguém, que nós mulheres somos bem mais sensíveis que homens e que, por isso, nosso estado emocional é afetado com muito mais facilidade. É justamente nesses momentos em que estamos mais frágeis, que ficamos mais propensas a cair em certas "pegadinhas". Aí não tem jeito, acabamos fazendo ou falando coisas equivocadas, motivadas pela emoção. 


São diversos os motivos que nos deixam emocionalmente abaladas, fazendo com que nosso lado sentimental nos traia, "sem dó nem piedade". Ao menos é o que diz Simonne Gnessen, fundadora da empresa de conselho financeiro Wise Monkey Financial Coaching, do Reino Unido em uma entrevista para o jornal inglês Daily Mail. Ela afirma que o nosso lado emocional pode nos prejudicar muito, inclusive financeiramente.
Já conquistamos nosso espaço no mercado de trabalho e sabemos muito bem o que devemos ou não fazer, mas a verdade é que não temos como negar que somos bem mais emotivas do que os homens, e isso pode fazer com que cometamos alguns pequenos deslizes. "Fortes respostas emocionais podem bater quando nós menos esperamos, e sequestrar o nosso comportamento racional", afirma Simonne. Ela ainda ressalta, que nós falamos com naturalidade sobre diversos aspectos, mas ficamos receosas ou até mesmo exaltadas quando o assunto é dinheiro. "Quando enfrenta uma crise, um cabo de guerra prossegue entre caminhos opostos dentro do cérebro, e quanto mais você deixa suas emoções vencerem, mais problemas vai ter para aplicar a lógica e a razão", diz Simonne.
De acordo com a empresa de investimentos e seguro de vida britânica, Scottish Widows, a resposta emocional ao dinheiro talvez seja o motivo que faça com que as mulheres ganhem em média 15% menos do que os homens e são mais propensas a serem dispensadas em uma recessão. Outro dado do estudo mostra que as mulheres também se preocupam menos com aposentadoria do que os homens. O percentual de mulheres e homens que economizam o suficiente para uma aposentadoria tranquila é 47% e 59%, respectivamente. Um dos motivos que podemos relacionar a este percentual mais baixo, é que as mulheres tem "coração de mãe". Muitas economizam sim, porém, se necessário, abrem mão das economias caso surja algo mais urgente no momento, deixando o futuro temporariamente de lado.
Enfim, você deve estar se perguntando: "E como faço para que meu lado emocional não atropele o racional?" A dica fica por conta da especialista financeira Sasha Speed: esteja sempre com o controle do seu dinheiro e nunca ignore isso. Não tenha receio ao dizer "não" a um passeio que um amigo lhe convidou, mas que você não tem condições de bancar este mês. De que adianta se divertir um dia e passar os outros “passeando” em dívidas? Você costuma sair para jantar, seus amigos pedem garrafas e mais garrafas de vinho e você apenas um suco? Não, você não deve pagar pelos vinhos - nada mais justo do que cada um pagar sua parte correspondente na conta. Não deixe que a insegurança, o medo de ser rude e não compreendida, a pressão das pessoas e influências diversas comprometa seu orçamento. Equilíbrio entre o racional e o emocional é fundamental, porém, nas finanças, podemos ousar e dizer que a melhor opção seria pendemos para o racional.
Fonte: TerraMulher

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Eu, agente autônoma de investimentos

Há pouco mais de uma década, com raras exceções, a Bolsa de Valores era um assunto restrito ao ambiente masculino. Hoje, este cenário mudou consideravelmente. Você que acompanha nosso blog há algum tempo, já deve ter lido diversos posts em que falamos sobre sobre o crescente número de mulheres que investem na bolsa. O tema de hoje diz respeito ao universo das investidoras, mais especificamente sobre aquelas que decidem atuar profissionalmente no mercado financeiro.

Os chamados Agentes Autônomos de Investimentos (AAI) trabalham captando clientes para operação em corretoras de valores, com o objetivo de intermediar o investimento em ações. No Brasil, há mais de 10 mil agentes que possuem a certificação para exercer essa função e, conforme dados da CVM (Comissão de Valores Imobiliários), apenas 5% desse total são mulheres. O percentual, apesar de baixo, deve ser encarado de forma positiva, pois até bem pouco tempo sequer havia um número de significativo de mulheres nesse ramo. 

A simpatia e delicadeza feminina podem significar uma certa vantagem nesta profissão, pois, naturalmente, possuímos uma naturalidade maior no contato direto com os futuros clientes. Somos mais detalhistas, intuitivas e cuidadosas, por isso, conseguimos mais facilmente ter uma visão global e, simultaneamente, uma avaliação individual também.  

Para Ana Meireles, Agente Autônoma da Geral Investimentos, o segredo está na gentileza com que a mulher conduz o diálogo: "Para que o cliente se sinta à vontade, é fundamental tratá-lo com muita educação, cuidado e atenção. Afinal, ele deposita suas expectativas quando investe seu dinheiro conosco. As informações que transmitimos durante o contato, seja ele presencial, por telefone ou e-mail, são baseadas essencialmente nas recomendações que recebemos da equipe de analistas. No entanto, a maneira com que abordamos esse cliente faz toda diferença, pois é a oportunidade que temos de construir o vínculo que o torna leal à corretora. É gratificante quando ele reconhece a qualidade do atendimento que estamos lhe dando e a relação de reciprocidade que criamos".
        
Essa facilidade de criar um vínculo mais próximo e sincero com o público, traz outra vantagem às mulheres: a confiança. Considerando que trata-se de uma área extremamente sensível, pois lida com o investimento alheio, é fundamental que o cliente confie em quem está lhe assessorando. Uma instituição financeira que não se preocupe em passar uma imagem de credibilidade e transparência, dificilmente terá sucesso nesse mercado por muito tempo.

Cursando o quarto semestre no curso de Administração de Empresas, Bibiana Vieira, estagiária no setor de Relacionamento com Clientes da Geral Investimentos, acredita no potencial da mulher neste mercado predominantemente masculino: "Não viemos para disputar espaço com os homens, mas sim para conquistar os clientes com nossas qualidades profissionais. Claro que ainda existe uma certa resistência, mas basta uma conversa para que o cliente quebre os velhos tabus e encare, com naturalidade, o fato de ser assessorado por uma mulher. Essa área vem me atraindo muitos nos últimos meses, quando passei a acompanhar diariamente a relação cliente-assessor. Venho estudando para, futuramente, me tornar mais uma agente autônoma a encarar o mercado financeiro".

E você, tem interesse nesta carreira? Para se tornar uma agente autônoma de investimentos você precisa ter o Ensino Médio completo e ser aprovada na prova de certificação da ANCORD, além, é claro, de muita energia e disposição. 





terça-feira, 14 de agosto de 2012

Um bronze que vale ouro

Neste domingo aconteceu a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres. Para nós brasileiros, o último dia de competições, certamente, foi um dos mais emocionantes. Um dos feitos mais marcantes foi a medalha de bronze conquistada no Pentatlo Moderno por Yane Marques, pernambucana de 28 anos. Foi a última conquista do Brasil, totalizando 17 medalhas na competição mundial, terminando em 22º lugar no Ranking. Pouco conhecido no Brasil, o pentatlo foi criado em 1912. Após competir, em média, por mais de 10 horas, em cinco modalidades distintas (hipismo, esgrima, natação, tiro esportivo e corrida), sagra-se campeão aquele que obtiver o melhor desempenho geral nas provas.

Com muita garra, Yane literalmente superou seus limites físicos, ao cruzar a linha de chegada e, logo depois, desmaiou devido ao extremo cansaço. A medalha pode ter sido de bronze, mas o sorriso da brasileira no pódio, transparecendo uma felicidade imensa, esse sim valeu ouro! Hoje, Yane é o maior nome do Pentatlo no Brasil. Ela foi ouro nos jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007, título que lhe garantiu a participação nas olimpíadas de Pequim em 2008, em que ficou em 18° lugar. No ano de 2011, ela quebrou outro recorde, alcançando o terceiro lugar no Ranking Mundial do Pentatlo Moderno, uma posição nunca antes conquistada por uma atleta sul-americana na modalidade.

"Toda dedicação desta temporada, treinando forte, valeu a pena. Estou realizada", disse Yane ao final da prova.
Depois da vitória, ela mandou sua mensagem, incentivando os esportistas brasileiros: "Tudo que eu falei antes de chegar aqui aconteceu. Cheguei no auge da minha forma física, joguei muito bem taticamente durante a prova e, como eu dizia, se tudo corresse bem, teríamos o que comemorar. Estou orgulhosa, é uma responsabilidade. Eu queria que essa fosse a última Olimpíada com apenas um brasileiro participando no pentatlo, tenho certeza de que a partir de 2016 essa historia vai mudar” disse ela ao Sportv.

O Brasil está tendo uma grande oportunidade de impulsionar o esporte nacional, tendo uma chance que apenas três países tiveram, de sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas seguidamente (2014 e 2016). Parabenizamos e a agradecemos a todos os atletas que “lutam” pelo esporte brasileiro e, em especial, aqueles que nos presentearam com as 17 medalhas nas Olimpíadas de 2012.


terça-feira, 17 de julho de 2012

Eu quero, mas será que preciso?

Se há algo que todas nós desejamos, é dormir com a consciência tranquila, sem precisarmos nos preocupar com contas atrasadas e dívidas. Nada melhor do que deitar a cabeça no travesseiro, sabendo que nossas finanças estão organizadas, de acordo com o orçamento. Mas, afinal, por que é tão difícil manter as despesas em dia? A resposta é simples, porque não nos damos conta quando chegamos ao nosso limite financeiro.



Controlar o dinheiro é um desafio complicado para a maioria de nós mulheres. Mas, você já pensou por que não consegue controlar seus gastos? Será que você não se enquadra no grupo de pessoas que têm medo de tomar as rédeas de suas finanças?


Muitas mulheres usam desculpas auto indulgentes, para justificar por que compraram determinado produto. O pior é quando conseguimos nos convencer de que realmente merecemos algo novo, mesmo que, no fundo, saibamos que aquilo é supérfluo. O problema não surge no momento da compra e sim depois, quando estes gastos não orçados colocam seu orçamento no vermelho.

"Quando você diz para si mesma 'eu mereço', pense: será que você merece noites sem dormir, preocupações, um futuro incerto", questiona o economista Humberto Veiga, que acaba de lançar o livro "O que as mulheres querem saber sobre finanças pessoais" (Thesaurus Editora).

O segredo é ter disciplina na hora de ir às compras, usando nosso lado racional e avaliando bem o que realmente temos necessidade. Fazer uma lista não serve somente para ir ao supermercado, mas serve para controlar as finanças. Planeje, separe o que é prioridade daquilo que é apenas um mero desejo. Faça uma tabela de gastos, com entradas e saídas, assim ficará mais fácil entender seu orçamento, analisando quando é necessário mudar ou criar uma nova estratégia.  

Pense no seu futuro! Reserve uma quantia do seu orçamento para realizar aplicações. Outro ponto importante é gurdar uma parte para os gastos inesperados, pois imprevistos sempre acontecem e é bom estarmos prontas para eles.

Você lembra de um post recente do blog (Consumir Poupando)? Nesse texto, mostramos que existe sim espaço os desejos de consumo mas, às vezes, é necessário esperarmos algum tempo, reservando uma certa quantia para realizá-lo. Assim, além de realizar seu desejo, você poderá curtir esse momento tão esperado, sem se sentir culpada. Ter uma situação financeira equilibrada, ajuda não só seu bolso, mas impacta diretamente na sua felicidade e harmonia!



Fonte: Claudia

terça-feira, 26 de junho de 2012

Feedback: o retorno do bem

Pense em uma maneira infalível de estimular uma pessoa profissionalmente: se você lembrou do termo feedback, está certo!
Diversas empresas já se deram conta da importância do feedback nas relações com suas equipes, como um meio de aperfeiçoar a capacidade de comunicação no mundo dos negócios e para alcançar a excelência na performance dos profissionais. No entanto, muitos gestores ainda não sabem "gerar o feedback correto", afinal, isso não é tão simples como talvez pareça.

Com rotinas cada vez mais dinâmicas e ágeis, o feedback deixou de ser um simples retorno sobre a conduta do profissional e está longe de ser uma critica ou algum tipo de repressão. Trata-se de uma forma inteligente de transmitir como o colaborador está se desempenhando. Porém, quando realizado sem o devido valor e respeito, o feedback pode acabar gerando situações constrangedoras, que em nada acrescentam na relação profissional. Por isso, mesmo tendo consciência da importância, muitas empresas ainda resistem em dar feedback para seus colaboradores, pois têm receio de que seus gestores não possuam a experiência necessária e que não saibam o jeito adequado de conversar.
  
O feedback positivo, feito com consciência e atenção, traz inúmeras vantagens, podendo elevar o nível de desempenho das empresas e a melhorar o ambiente de trabalho. Ele promove a reflexão e instiga a pessoa, para que analise seu comportamento e suas atitudes profissionais. Incentiva o aprendizado individual, fazendo com que ocorra a percepção dos pontos fortes e das oportunidades de progresso nos setores. Quando feito no momento certo, o feedback é um excelente aliado para diminuir a fofoca e a “rádio peão” nas empresas, além de não ter um custo significativo. Este retorno constante promove uma maior interação nas equipes, favorece um ambiente de trabalho mais confortável e melhora a comunicação e os planejamentos diários.

Os efeitos benéficos que o feedback proporciona são facilmente percebidos na rotina profissional, e sua eficácia é comprovada através de inúmeras pesquisas realizadas ao redor do mundo. A chave do sucesso do feedback está diretamente ligada à forma como ele é dado. O êxito ou fracasso da técnica depende de saber transmitir a mensagem, de forma que o receptor se sinta encorajado a melhorar seus pontos fracos e aperfeiçoar os pontos fortes.

Fonte: Baguete

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Sáude Financeira: como obtê-la ao longo da vida

Diversificar os investimentos é a melhor forma de planejar seu futuro financeiro. Ao longo da vida, você pode ter diferentes alternativas, que se encaixem com seu perfil investidor. Diversos fatores poderão influenciar na tomada de decisão na hora de investir, como, por exemplo, seu objetivo e expectativa, sua faixa etária, valor disponível, conhecimento sobre o mercado, tempo pretendido para resgate e tolerância ao risco. Separamos algumas sugestões de investimentos, que podem se encaixar em cada etapa de sua vida,
Jovem, que ainda mora com os pais
Sem dúvida, esse é o melhor momento para começar a investir. A jovem que mora com os pais tem um caminho mais longo pela frente, tendo, portanto, mais tempo para poupar. O melhor é que ainda não possui os compromissos de quem tem que sustentar uma casa sozinha. É o momento ideal para começar a pensar na aposentadoria e adquirir o hábito de poupar, mensalmente, um percentual da sua renda. Nesta época da vida, o mais indicado é pensar em poupança ou em fundos de investimento.
Independente, que já vive sozinha e se sustenta
Nesta fase, é importante tomar cuidado com os gastos excessivos. Pense bem, você precisa mesmo daquele artigo de decoração novo? Objetos para a casa são uma grande fonte de gastos, afinal você saiu da casa dos seus pais e agora quer montar “a casa dos sonhos”. Apesar de ter que manter as despesas da casa sozinha, nesta fase temos um grande potencial para acumular dinheiro. O primeiro passo para isso é decidir investir. A partir daí, habituar-se a retirar primeiro do orçamento mensal a fatia para o investimento, depois vêm os gastos consigo mesma. Nada que um pouquinho de disciplina não resolva. Investimentos em renda variável são uma boa pedida para quem é um pouquinho mais arrojada.
Recém-casada
Uma época de gastos extras e, por vezes, imprevisíveis. Conversar com o esposo é um bom começo. Nada do companheiro arcar com as contas fixas e você com as miúdas e variáveis, como supermercado e utilidades domésticas, por exemplo. Tudo deve ser divido de maneira justa e equilibrada. É fundamental manter o hábito de controlar o orçamento, separando sempre o dinheiro do investimento. Sabemos que, nessa fase fica mais difícil, mas é bom manter o foco.
Mãe de primeira viagem
É imprescindível que, nesta fase da vida, você já tenha iniciado seus investimentos. Caso ainda não o tenha feito, corra e faça isso o quanto antes. Ter se planejado previamente permitirá que os primeiros gastos com a criança, que costumam ser bastante altos, tornem-se mais suaves. Converse com outras mães, para ter uma ideia do quanto se gasta com a chegada do seu herdeiro. Outro comportamento bastante comum – e não muito recomendado – é começar um plano de previdência para a criança antes mesmo de ter o seu futuro garantido. É muito pior ter que mexer no dinheiro destinado ao futuro do filho do que esperar um pouquinho mais para começar este plano. É importante começar este plano apenas quando você já possuir estabilidade suficiente para arcar com o mesmo.
Recém-separada
Esta é uma das mais complicadas fases de transição, pois costuma envolver muito desgaste emocional, principalmente se dessa relação houver filhos com menos de 18 anos. Quem já tem investimentos há mais tempo e sabe como administrá-los, só precisa ter o cuidado de manter os aportes mensais e de não utilizar suas reservas com os gastos do divórcio ou do começo de uma vida nova. Pode-se, inclusive, migrar de investimento, buscando maior rentabilidade, com taxas menores. É importante readequar seu padrão de vida à nova fase; pode ser necessário até descer um degrau agora, para que conseguir estabilizar-se novamente, pagando em dia suas contas e vivendo com tranquilidade.
Para as aposentadas
Para quem fez investimentos ao longo da vida, não há mais por que arriscar. A ordem agora é manter o patrimônio conquistado ao longo da sua história e não arriscar-se para continuar aumentando-o. Isso não significa que você deve “torrar” tudo que juntou. Ao contrário, deve-se gastar com a mesma maturidade e cautela utilizadas ao longo do processo de acumulação. Investimentos de renda fixa são os mais adequados para isso.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Poupança Inteligente

Você sabe o que é a taxa Selic? Ou é do tipo que prefere nem se preocupar com “esse tipo de coisa”? Bom, este é o momento perfeito para começarmos a entender sobre o assunto, afinal, mesmo para quem aplica seu dinheiro apenas na poupança, esse nomezinho vai começar a aparecer com mais frequência. O fato é que a presidente Dilma Roussef, no esforço de continuar baixando os juros do país, mudou as regras do jogo: quando a taxa básica de juros for menor que 8,5% ao ano, o rendimento da caderneta será fixado em 70% da taxa Selic. Mas quando o número for superior a 8,5% ao ano, o rendimento da poupança continua sendo calculado como é hoje - 6,17% ao ano mais a variação da TR.

Dito isto, vamos às devidas apresentações: Selic – sigla de Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – é a taxa de juros para empréstimos entre bancos que duram apenas um dia e que tem como garantia os títulos públicos. Simplificando um pouco, a Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. Esta taxa é o que permite aos bancos estipularem o quanto será cobrado de juros por financiamentos e empréstimos pessoais, por exemplo. O governo, na intenção de movimentar a economia, diminui a taxa a fim de que os bancos diminuam os juros e a população consuma mais, aquecendo o mercado. Quando a economia está demasiadamente aquecida, o processo é o inverso: aumenta-se a Selic, os empréstimos voltam a ficar mais caros e as pessoas, mais receosas, passam a consumir menos, conseguindo, assim, controlar a inflação. Outro fato relevante sobre o assunto é que quem define o valor da taxa é o Copom, a cada 45 dias.

Por enquanto, nada mudou – a Selic ainda está acima dos 8,5% – mas já se deve pensar em outras opções de investir seu dinheiro, uma vez que especialistas afirmam que a taxa de juros deve cair para 8% ou até 7%. Chegando a este patamar, a poupança comum passa a render consideravelmente menos, tornando o momento muito propício a buscar novos investimentos, poupando de forma inteligente.

Ao invés de concentrar todo o montante em um único produto, como a Poupança, procure diversificar seus investimentos de acordo com as oportunidades, encontrando assim a melhor rentabilidade possível. Definindo seu “perfil investidor”, você pode construir uma carteira considerando não só a poupança, mas também CDBs, Títulos do Tesouro, fundos e até em ações.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Foco e sucesso

Como você encara as dificuldades que surgem diariamente em sua vida? Quem vê, nas barreiras, uma forma de evolução e crescimento, tende a ser mais criativa e empreendedora.

Você sabia que nós mulheres estamos à frente de 53% dos novos empreendimentos do Brasil? Apenas mais dois países no mundo (Tonga e Guatemala) alcançaram esse fato, segundo pesquisa feita pela Global Entrepreneurship Monitor. A pesquisa, que chegou no Brasil em 2000 através do Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade, conta com a participação do Sebrae desde 2001. Seu foco são as políticas de incentivo ao empreendedorismo, tendo por finalidade avaliar, divulgar e influenciar este campo.

O Prêmio Sebrae Mulher de Negócios é um bom exemplo desse empreendedorismo: mulheres que, acima de tudo, buscam a realização de um sonho. Pode ser o desejo de gerar um filho, sem ter que – obrigatoriamente – distanciar-se da vida profissional, ou então abrir uma pousada na praia, um restaurante talvez.  Então, mexa-se, pois, para alcançar o sucesso é preciso arregaçar as mangas e trabalhar. Já dizia Albert Einstein: “O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.”

Não deixe espaço para lamentações nem tenha medo de errar; você deve sempre ter em mente que é capaz de fazer as coisas, não importa o quão difícil possa parecer. Vencedora da premioção do Sebrae em 2010, Camila Duarte Medeiros, da Associação das Mulheres Mães Artesãs (AMARTE), do Amapá, não tinha moleza: pegava quatro conduções até chegar à sede do projeto antes mesmo de ver grandes resultados. Na Associação, as mulheres trabalham com sementes típicas da região para montar colares, pulseiras e brincos. “É cansativo mas vale a pena. Ter o reconhecimento do trabalho vale mais do que R$ 10 milhões no bolso.”

Não se trata, somente, de ter iniciativa para novos projetos; é fundamental ter disciplina e auto-confiança. Mantenha o foco e siga com seu projeto até o fim, ajustando-o ao longo do caminho, se for necessário, mas nunca desistindo. Aproveite o feriado do Dia Do Trabalho (1º de maio) para rever seus planos e metas, traçar novos objetivos e pensar em meios de alcançá-los.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Mulheres ganham espaço na Bolsa

Em outros tempos, o verbo “gastar” estava para as mulheres, assim como “prover” estava para os homens. Estava! A cada dia que passa, mais mulheres são responsáveis pelo destino que será dado ao dinheiro dentro do orçamento familiar. E mais: já não é raro ver famílias em que elas ganham mais do que eles. Uma das causas é que, ao longo dos anos, fomos nos qualificando melhor e ocupando cargos que, antes, eram tradicionalmente masculinos. Este fato reflete-se também na Bolsa de Valores: no ano de 2002, éramos apenas 15 mil; até o final de 2011, já somávamos 152 mil investidoras na BM&FBOVESPA. Um crescimento superior a 1.000%. Atualmente, ocupamos 25% do quadro total de investidores das principais empresas brasileiras, e a expectativa é que esse número, no mínimo, dobre, chegando à metade ou mais, nos próximos anos.

Esse fato se deve, também, ao fácil acesso às informações através da internet. Ficou muito prático descobrir qual é o melhor investimento e como fazê-lo. Segundo estudo feito pela Sophia Mind, em 2010, 46% das brasileiras já tinham algum tipo de investimento e 27% disseram investir regularmente um valor fixo.

O principal conselho para quem quer começar a investir em ações é entender a movimentação do mercado. Isso requer dedicação e empenho, afinal, não é em um dia que se aprende algo tão complexo. Você não precisa (nem conseguiria em pouco tempo) dominar o assunto, mas é importante saber o que está fazendo com seu investimento. Para isso, existem cursos online, disponíveis gratuitamente, no próprio site da BM&FBOVESPA. Para quem não tem tanto tempo ou disposição para se aprofundar no assunto, mas quer investir, há também a opção de fundos de investimento, em que um profissional administra as ações por você – e mais um grupo de investidores – a fim de estar sempre monitorando qual é a melhor ação a ser tomada.

Procure ajuda de profissionais e comece a investir também! Certamente você irá encontrar os produtos que se encaixam em seu perfil e que combinam com você!

Links:

sexta-feira, 16 de março de 2012

Mulheres e carros, carros e mulheres...

Discutir sobre modelos de carro, suas vantagens e desvantagens, já não é um assunto exclusivamente masculino. Cada vez mais as mulheres tomam as decisões de escolha de qual carro será comprado pela família. Isso sem falar, no fato de que já somos 50% do total de compradores de automóveis 0km.

Pensando em tudo isso, as montadoras estão cada vez mais preocupadas em atender os desejos e necessidades do público feminino. Você já reparou que os carros mais novos estão cheios de porta-objetos? Além disso, os ajustes necessários para utilização do veículo são cada vez mais práticos e sofisticados: regulagem de altura dos bancos em todas as versões, espelho no quebra-sol do motorista e do passageiro, maçanetas “diferenciadas” nas portas dos carros – para evitar que as unhas quebrem – os tecidos dos bancos dos carros são mais macios e aveludados pois os antigos podiam desfiar a meia-calça... Todas estas mudanças são pequenos detalhes que os homens não veem (“afinal, o que interessa mesmo é a potência do carro!”) mas que fazem muita diferença para nós.

A maioria das mulheres analisa os carros minuciosamente antes da compra, olhando os detalhes do acabamento, tanto interno quanto externo, e, além disso, preocupam-se com as revisões, manutenção preventiva e corretiva dos carros. Normalmente não queremos saber de aros de liga leve, torque do motor e coisas desse tipo; as mulheres querem carros práticos e funcionais, que ofereçam conforto e segurança!
Segundo uma pesquisa, feita pela Webmotors, sobre qual é o carro preferido pelas mulheres, os fatores mais apontados na hora de decidir foram: posição elevada de dirigir, visibilidade favorecida, maçanetas de fácil abertura, boa opção de porta-objetos, combinação de cores e acabamento, facilidade de condução e espaço interno.

Os vencedores foram:
1º Citroën C3
2º Fiat Idea
3º Honda Fit

E você, prefere outro carro? Por quê?
Comente e deixe todos saberem disso, inclusive as montadoras!

Fonte: Webmotors

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Ganhar na Crise (Parte II)

Dando continuidade ao post da última terça-feira (07/02), confira outras cinco
orientações de como investir em momento de crise. 

#6 Selic

Apesar da queda da taxa básica de juros (confira o post em que falamos sobre esse assunto), os investimentos atrelados à Selic continuam sendo vantajosos. A taxa brasileira permanece muito superior às de outros países, especialmente os considerados desenvolvidos. Por isso, vale a pena prestar atenção em investimentos como títulos do governo e em fundos, que estejam concentrados nesse tipo de papel.

A compra de títulos, por meio do Tesouro Direto, apresenta baixo risco e, aplicações como um fundo DI ou de renda fixa, têm como objetivo acompanhar o CDI (que costuma estar próximo à Selic).  

#7 Defesa contra inflação

Outro ponto que sempre deve ser levado em consideração é a alta da inflação. Para proteger seus investimentos desta tendência, consultores financeiros recomendam um título do Tesouro chamado NTN-B. Ele tem sua rentabilidade atrelada à variação do IPCA, acrescida de juros, definidos no momento da compra. Logo, se houver alta da inflação, haverá um efeito positivo a longo prazo. Há também a possibilidade de investir em fundos que tenham como meta superar a inflação.

# 8 Cortando riscos

O cenário atual gera incerteza, então o ideal é eliminar qualquer risco adicional, como investimentos em ouro e dólar. Ao contrário de ações, que podem pagar bons dividendos, o metal tem grande volatilidade e só é possível ganhar dinheiro "comprando-se barato e vendendo caro". Mas, para fazer esta
análise, é necessário ser um grande conhecedor do mercado. O dólar também não é recomendado, porque é mais difícil saber qual a melhor hora para comprar e vender.

#9 Fundos de investimentos

Dentre a grande variedade de fundos de investimentos que existem no mercado, é importante buscar os multimercados, que adotam estratégias macro. Os demais fundos, que não tenham esse foco, não são ideais para o momento, pois usam critérios como modelagem matemática ou distorções de preços entre empresas.

#10 Diagnóstico

A crise faz com que pensemos mais sobre nossos investimentos e também sobre os nossos gastos. Aproveite este momento de reflexão e avalie a sua saúde financeira. “Antes de olhar para o mundo, o investidor deve olhar para si mesmo e analisar sua própria situação”, diz o educador financeiro Reinaldo Domingues. Segundo ele, sempre deve haver um planejamento familiar, com metas de curto, médio e longo prazo.

Fonte: América Economia

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Ganhar na Crise

Ao longo do mês de janeiro, o mercado mostrou uma significativa melhora de cenário. Apesar da expectativa de alta da inflação, da volatilidade nas bolsas internacionais e dos demais fatos negativos, nem tudo pode ser considerado como  sinônimos de perda de dinheiro. Há sempre maneiras de otimizar a rentabilidade e amortizar perdas. Listamos aqui, 10 orientações (separadas em dois posts) para você levar boas lembranças desta crise econômica.
 
#1 Estratégia Defensiva
 
É difícil encontrar uma unanimidade entre investidores de renda variável. No entanto, optar por empresas com caráter defensivo e boas pagadoras de dividendos, além de estudar o assunto e manter-se bem informado sobre o mercado, são fatores que estão de comum acordo entre as pessoas com este perfil e preferência de investimento. Outra boa alternativa são investimentos que acompanham juros e inflação.
 
#2 Dividendos
 
O termo “dividendos” é utilizado para denominar a parcela de lucro da empresa que é distribuída entre os acionistas. Este pagamento varia de acordo com a companhia, mas o importante é a garantia que o investidor tem de que continuará ganhando, mesmo se as ações estiverem em baixa. Outra vantagem: esta distribuição de lucro é isenta de imposto de renda. Para quem não é grande conhecedor do mercado, há fundos de ações que investem em empresas pagadoras de dividendos.
 
#3 Mercado Interno
 
Para aqueles que querem investir na bolsa, outra opção são empresas focadas no mercado interno, que estão menos vulneráveis à crise externa, como exportadoras e da área de commodities. Neste momento, também são indicadas empresas de consumo e de serviço, que estão fortalecidas com o crescimento da classe média e com o baixo nível de desemprego, o que aquece o consumo local.
 
#4 Bolsa a longo prazo
 
Mesmo com as indicações de ações citadas acima, dificilmente um especialista indicará a bolsa para quem pretende retirar o dinheiro no curto prazo, devido à volatilidade do mercado. Investidores focados no longo prazo (mínimo de três anos) devem comprar pouco e sempre, para isolar o risco de perda. Assim, uma possível compra na alta é compensada por compras feitas na baixa. Esta mesma dica vale também para aqueles que pretendem vendes seus ativos. Vender aos poucos pode minimizar os efeitos da volatilidade.
 
#5 Seja fiel à sua estratégia
 
A todos que possuem estratégias de investimentos, vale um importante lembrete: não sabote seus planos durante a época de crise. Manter o foco, segurar a venda de papéis que estão em baixa e manter-se frio é a única maneira de evitar prejuízos que poderiam ser revertidos como o tempo. Não esqueça que o mercado e as notícias relacionadas a ele mudam a cada dia, o que dificulta identificar uma direção. Porém, quando encontrar seus próprios planos, mantenha-se fiel a eles.
 
Fonte: América Economia 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Palestras de Verão


As férias de verão são um período bastante atípico. Todas as atenções se voltam para a praia, enquanto a cidade fica vazia e a agenda bem mais calma. Sem aulas na faculdade, nem aquele trânsito estressante de final de tarde ou o transtorno por vagas e filas em restaurantes, fica a dúvida: como não aproveitar essa época na capital? A cidade oferece inúmeras programações para quem quer se divertir e também aprender.

Pensando nisso a Geral Investimentos, durante os meses de férias, estará oferecendo palestras abertas ao público. Se você é iniciante no Mercado Financeiro e deseja aprender mais sobre a Bolsa de Valores, análise técnica e fundamentalista, inscreva-se e participe!

Confira abaixo os detalhes da palestra já agendada para o dia 24/01:

Venha conhecer as estratégias de curto prazo da Geral Investimentos e a nossa metologia de trabalho. Participe da palestra "Estratégias de Sucesso", dia 24/01 na Geral Investimentos, Sede Centro Histórico de Porto Alegre. Este evento terá duas opções de horário: as 9h ou as 18h.

Durante a palestra, serão abordados os seguintes temas:

- Introdução à Análise Técnica;
- Conceitos de Análise Gráfica: Pontos de Compra e Venda; Estudos Gráficos; Setups e Stops;
- Tipos de estratégias utilizadas pela Geral Investimentos: Long & Short, Termo, Opções, BTC, entre outras
- Canais de informação para cliente da corretora, como as estratégias enviadas por SMS ou o chat Fale com o analista, disponível diariamente, durante o pregão. 

Para maiores informações e confirmação de presença entre em contato com a Geral através do e-mail eventos@geralinvestimentos.com.br ou pelo fone (51) 3213-2704. Se preferir, clique aqui e converse agora com um de nossos consultores no Atendimento Online, das 09h às 18h.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Muito além da poupança

Mesmo com o baixo rendimento, a caderneta de poupança é a aplicação financeira preferida dos brasileiros, principalmente quando se trata de pequenos valores. Porém, Isaac Pinski, diretor da Pinski Consultoria afirma que para saber se a poupança é a melhor aplicação ou não, é importante levar em conta muito mais o prazo do investimento do que o valor aplicado. 

Independente do valor reservado para a aplicação, o investidor que pensa no longo prazo, tem alternativas que vão além da caderneta de poupança,  como o CDB (Certificado de Depósito Bancário). “O CDB traz uma rentabilidade maior, especialmente para prazos mais longos, quando o Imposto de Renda é menor”, afirma Pinski. Essa opinião, também é partilhada pela professora da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Myrian Lund. “É possível investir valores baixos no CDB e muitos bancos disponibilizam o chamado CDB “progressivo”, no qual o percentual do CDI (Certificado de Depósito Interbancário, usado como referência para a rentabilidade do CDB pós-fixado) aumenta de acordo com o tempo da aplicação”, diz a professora.

Vale lembrar que, diferente da caderneta que é isenta de imposto de renda, no CDB existe a incidência. Ela ocorre de acordo com a tabela de tributação de investimentos de renda fixa, que é regressiva e vai de 22,5% para aplicações de até seis meses, até 15% para investimentos superiores a dois anos. Outra informação relevante: vale a pena pesquisar taxas melhores em um banco menos conhecido. Segundo o diretor da Pinski, independente da instituição  o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) garante ressarcimento de até R$ 70 mil.

Além do CDB, o Tesouro Direto também é uma boa opção para quem não dispõe de grandes quantias. Hoje, o valor mínimo de investimento é de uma fração de 0,2 de um título, o que equivale a algo em torno de R$ 100. 

Se você ainda considera esse valor alto, não se aflija. A partir deste ano, o Governo anunciou que será possível aplicar em 0,1 de um título, com piso de R$ 30. O único cuidado que se deve tomar ao escolher o título (pré ou pós-fixado, atrelado a inflação ou a Selic) e aos prazos de vencimentos do título, para que a rentabilidade seja maior e não haja um risco de falta de liquidez. Para Isaac, vale a pena estudar as opções: “O Tesouro Direto também oferece uma rentabilidade maior do que caderneta de poupança e é possível investir valores baixos”. 

Essas são apenas duas das inúmeras opções disponíveis além da poupança. Por que não aproveitar o início do ano e começar a investir de uma maneira diferente? 

Fonte: InfoMoney

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