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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O relacionamento entre as mulheres e o dinheiro

Hoje vamos falar da relação mulher x dinheiro. Márcia Tolotti, fundadora da Moddo Conhecimento Estratégico, que implementou os primeiros programas de educação financeira In Company no Brasil, participou de um encontro no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre, e contou um pouco sobre essa relação tão polêmica.

Márcia aponta que 50% das mulheres brasileiras estão endividadas; 45% estão sobre-endividadas (além de possui dívidas, não conseguem pagá-las); 80% não guarda nenhum dinheiro e 50% não sabem sequer calcular juros. Outro dado muito interessante é que 34% das mulheres que começam a investir, desistem logo no início.

Estes números assustam, não é mesmo? E você, se identificou com alguma destas situações? “A relação financeira com o dinheiro não pode gerar endividamento. É preciso encontrar o equilíbrio entre a arrogância e a modéstia, que significa a justa medida entre saber até onde posso ir e saber quanto guardar”, instrui Márcia. “Inteligência financeira não é usar menos o celular, mas sim usar o celular com tarifas menores”.

A psicóloga dá dicas preciosas para mudar este cenário preocupante:
Anote TODAS as suas despesas em uma caderneta, durante seis meses. Sim, todas, até mesmo aquele batonzinho barato, e não desista, pois a maioria das mulheres começa a anotar, mas logo param. É necessário persistência até nisso, para atingir o equilíbrio financeiro. “Ao final do dia, assistindo novela ou lendo um livro, aproveite para passar tudo para uma planilha. Com disciplina e foco, isso dará uma noção básica do todos os gastos do mês e para onde vai o dinheiro”.

Outra dica, é ter consciência do valor do dinheiro e saber o que ele representa para cada uma de nós. Para muitas, a relação com o dinheiro pode ser de amor, poder, liberdade ou segurança. Então, temos que conhecer muito bem essa relação, para evitar gastos supérfluos e investigar qual sentimento está nos fazendo comprar de forma errada.

Marcia afirma uma mulher, que hoje esteja com 30 anos, poupando R$ 150,00 por mês, pode chegar aos 60 anos com R$ 500.000,00 no bolso, se souber diversificar seus investimentos. A bolsa de valores é uma opção que ela considera bastante interessante, quando obtiver um valor mais elevado para aplicar.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Planejando suas ações

Sempre que planejamos nossas férias, logo pensamos em fazer algo diferente, que fique na lembrança para sempre. Nada mais justo, uma vez que trabalhamos o ano inteiro. Viagens costumam ser a primeira opção, mas nem sempre é possível. E isso geralmente acontece porque as pessoas não se programam com antecedência, não planejando a viagem de férias.

Mas o que fazer para conseguir fazer a tal viagem inesquecível?

Para começar, é preciso PLANEJAMENTO! O hábito de planejar as coisas deveria ser uma constante na vida de todos: das compras no supermercado, aos gastos com casa e carro próprio. Parece difícil e pode até ser em um primeiro momento, mas tendo iniciativa e persistência, é possível, sim senhora!

Anote aí algumas dicas:

Primeiro passo: Defina seu objetivo! Você quer viajar? Pra onde? Quer comprar um carro? Qual?

É importante definir também mais alguns detalhes fundamentais, como data e valores. Pense o quanto você pode guardar em dinheiro mensalmente, para cumprir o objetivo.
Por mais que não pareça, um dos melhores investimentos que você pode fazer a curto prazo é obter descontos nas compras à vista. Se os juros pagos pela Poupança são, por exemplo, de 6% ao ano, e você obtém 10% de desconto em qualquer compra, terá recebido mais juros do que se tivesse deixado o dinheiro o ano inteiro aplicado na Poupança. Pense nisso com carinho e saiba barganhar na hora das compras.

Se você realmente quiser fazer uma boa viagem nessas férias, não deixe pra depois: comece a planejá-la agora mesmo! Afinal, o planejamento de vida é primordial para o seu sucesso!



sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Fundos de Investimento

Para você, que pensa em investir no mercado de ações, mas não o faz porque não tem tempo ou conhecimento necessário, uma boa opção são os Fundos de Investimento. Mas, se você não sabe o que é isso, tampouco como funciona, não se preocupe! Confira o post de hoje e entenda um pouco mais sobre esse assunto. 

O que é um fundo de investimento?

Pense em Fundo de Investimento como um condomínio: cada investidor é um "morador", e dono de uma cota ("apartamento"). Os cotistas ("moradores") compram uma quantidade de cotas ao aplicar e pagam uma taxa de administração a um terceiro (o administrador) para coordenar as tarefas do fundo e gerenciar seus recursos no mercado. Os condôminos (investidores) tem direitos e deveres iguais, independentemente da quantidade de apartamentos (cotas) que possuem. É muito importante que se faça a leitura do regulamento do fundo de investimento, pois é nele que poderão ser encontradas as regras do "condomínio", como taxas, prazos e critérios para diversificação da carteira, por exemplo.


O que é uma cota?

Trata-se da fração de um fundo - como um apartamento do prédio. O patrimônio de um fundo de investimento é a soma de cotas que foram compradas pelos diferentes investidores. O valor da cota é resultante da divisão do patrimônio líquido do fundo pelo número de cotas existentes. Quando o investidor aplica seu dinheiro no fundo, está comprando uma determinada quantidade de cotas, cujo valor é diariamente apurado. As instituições informam o valor das cotas dos fundos nos principais jornais ou na Internet.


Como faço para investir em um fundo de investimento?

Você deve ter claramente quais são os seus objetivos ao realizar a aplicação, para poder escolher o fundo que melhor os atenda. Depois disso, para fazer a primeira aplicação, você deve procurar informações de quais os procedimentos que a instituição financeira escolhida determina para iniciar suas aplicações.


Sabia mais sobre Fundos de Investimento através do nosso Atendimento Online

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Sáude Financeira: como obtê-la ao longo da vida

Diversificar os investimentos é a melhor forma de planejar seu futuro financeiro. Ao longo da vida, você pode ter diferentes alternativas, que se encaixem com seu perfil investidor. Diversos fatores poderão influenciar na tomada de decisão na hora de investir, como, por exemplo, seu objetivo e expectativa, sua faixa etária, valor disponível, conhecimento sobre o mercado, tempo pretendido para resgate e tolerância ao risco. Separamos algumas sugestões de investimentos, que podem se encaixar em cada etapa de sua vida,
Jovem, que ainda mora com os pais
Sem dúvida, esse é o melhor momento para começar a investir. A jovem que mora com os pais tem um caminho mais longo pela frente, tendo, portanto, mais tempo para poupar. O melhor é que ainda não possui os compromissos de quem tem que sustentar uma casa sozinha. É o momento ideal para começar a pensar na aposentadoria e adquirir o hábito de poupar, mensalmente, um percentual da sua renda. Nesta época da vida, o mais indicado é pensar em poupança ou em fundos de investimento.
Independente, que já vive sozinha e se sustenta
Nesta fase, é importante tomar cuidado com os gastos excessivos. Pense bem, você precisa mesmo daquele artigo de decoração novo? Objetos para a casa são uma grande fonte de gastos, afinal você saiu da casa dos seus pais e agora quer montar “a casa dos sonhos”. Apesar de ter que manter as despesas da casa sozinha, nesta fase temos um grande potencial para acumular dinheiro. O primeiro passo para isso é decidir investir. A partir daí, habituar-se a retirar primeiro do orçamento mensal a fatia para o investimento, depois vêm os gastos consigo mesma. Nada que um pouquinho de disciplina não resolva. Investimentos em renda variável são uma boa pedida para quem é um pouquinho mais arrojada.
Recém-casada
Uma época de gastos extras e, por vezes, imprevisíveis. Conversar com o esposo é um bom começo. Nada do companheiro arcar com as contas fixas e você com as miúdas e variáveis, como supermercado e utilidades domésticas, por exemplo. Tudo deve ser divido de maneira justa e equilibrada. É fundamental manter o hábito de controlar o orçamento, separando sempre o dinheiro do investimento. Sabemos que, nessa fase fica mais difícil, mas é bom manter o foco.
Mãe de primeira viagem
É imprescindível que, nesta fase da vida, você já tenha iniciado seus investimentos. Caso ainda não o tenha feito, corra e faça isso o quanto antes. Ter se planejado previamente permitirá que os primeiros gastos com a criança, que costumam ser bastante altos, tornem-se mais suaves. Converse com outras mães, para ter uma ideia do quanto se gasta com a chegada do seu herdeiro. Outro comportamento bastante comum – e não muito recomendado – é começar um plano de previdência para a criança antes mesmo de ter o seu futuro garantido. É muito pior ter que mexer no dinheiro destinado ao futuro do filho do que esperar um pouquinho mais para começar este plano. É importante começar este plano apenas quando você já possuir estabilidade suficiente para arcar com o mesmo.
Recém-separada
Esta é uma das mais complicadas fases de transição, pois costuma envolver muito desgaste emocional, principalmente se dessa relação houver filhos com menos de 18 anos. Quem já tem investimentos há mais tempo e sabe como administrá-los, só precisa ter o cuidado de manter os aportes mensais e de não utilizar suas reservas com os gastos do divórcio ou do começo de uma vida nova. Pode-se, inclusive, migrar de investimento, buscando maior rentabilidade, com taxas menores. É importante readequar seu padrão de vida à nova fase; pode ser necessário até descer um degrau agora, para que conseguir estabilizar-se novamente, pagando em dia suas contas e vivendo com tranquilidade.
Para as aposentadas
Para quem fez investimentos ao longo da vida, não há mais por que arriscar. A ordem agora é manter o patrimônio conquistado ao longo da sua história e não arriscar-se para continuar aumentando-o. Isso não significa que você deve “torrar” tudo que juntou. Ao contrário, deve-se gastar com a mesma maturidade e cautela utilizadas ao longo do processo de acumulação. Investimentos de renda fixa são os mais adequados para isso.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Baixa torna bolsa atrativa

 
  Por causa da retração na Bolsa de São Paulo (BOVESPA), que empacou em torno de 64 mil pontos, apesar de Wall Street – seu principal parâmetro de desempenho – já ter retomado a marca anterior ao auge da crise global de 2008, muitos papéis de empresas brasileiras estão com preços defasados. Essa situação pode ser uma excelente oportunidade de negocio.

  Mas em vês de usar os recursos em uma só operação, a compra de ações em aportes regulares, mensalmente, por exemplo, é uma estratégia mais eficaz ante eventuais turbulências do mercado, apontam especialistas. A tática também é recomendada na aquisição de cotas de fundos ou clubes de investimentos.

  “Independente do sobe e desce da bolsa, as aplicações regulares mais promissoras numa perspectiva de médio e longo prazo” – ressalta Nilton d`Avila Farinati, membro orientador do Instituto Nacional de investidores (INI) e sócio de Valor Ativo Assessoria de investimentos.

  Ao comprar ações ou cotas em diferentes momentos, o investidor pode obter retorno médio compatível com a da expectativa sem correr risco de pagar caro demais.

  “Disciplina é mais importante do que conhecimento na arte de ganhar dinheiro” – avalia o consultor financeiro Augusto Saboia.

  Ao ingressar em diversas datas e preços, o investidor pode escolher o papel pelo qual pagou menos com a qualidade de embolsar mais, mantendo os demais ativos até que atinjam resultados satisfatório.

  “A estratégia é aumentar o volume dos aportes na baixa dos preços, como no atual momento da Bolsa, reduzindo as aquisições em períodos de alta”- reforça Marco Antonio Martins, presidente da Associação dos Analistas e profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais (Apimec-Sul).

 Analistas enfatizam a importância de diversificação dos recursos disponíveis em varias modalidades, inclusive com parte em renda fixa. A divisão de dinheiro entre a renda fixa e variável depende do perfil de cada um, mas é sempre bom lembrar de regras básicas para ativos de risco: entrar na baixa e sair na alta e jamais colocar recursos com previsão de uso.

Fonte: Jornal Zero Hora. Edição do dia 9/05/2011

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