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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O relacionamento entre as mulheres e o dinheiro

Hoje vamos falar da relação mulher x dinheiro. Márcia Tolotti, fundadora da Moddo Conhecimento Estratégico, que implementou os primeiros programas de educação financeira In Company no Brasil, participou de um encontro no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre, e contou um pouco sobre essa relação tão polêmica.

Márcia aponta que 50% das mulheres brasileiras estão endividadas; 45% estão sobre-endividadas (além de possui dívidas, não conseguem pagá-las); 80% não guarda nenhum dinheiro e 50% não sabem sequer calcular juros. Outro dado muito interessante é que 34% das mulheres que começam a investir, desistem logo no início.

Estes números assustam, não é mesmo? E você, se identificou com alguma destas situações? “A relação financeira com o dinheiro não pode gerar endividamento. É preciso encontrar o equilíbrio entre a arrogância e a modéstia, que significa a justa medida entre saber até onde posso ir e saber quanto guardar”, instrui Márcia. “Inteligência financeira não é usar menos o celular, mas sim usar o celular com tarifas menores”.

A psicóloga dá dicas preciosas para mudar este cenário preocupante:
Anote TODAS as suas despesas em uma caderneta, durante seis meses. Sim, todas, até mesmo aquele batonzinho barato, e não desista, pois a maioria das mulheres começa a anotar, mas logo param. É necessário persistência até nisso, para atingir o equilíbrio financeiro. “Ao final do dia, assistindo novela ou lendo um livro, aproveite para passar tudo para uma planilha. Com disciplina e foco, isso dará uma noção básica do todos os gastos do mês e para onde vai o dinheiro”.

Outra dica, é ter consciência do valor do dinheiro e saber o que ele representa para cada uma de nós. Para muitas, a relação com o dinheiro pode ser de amor, poder, liberdade ou segurança. Então, temos que conhecer muito bem essa relação, para evitar gastos supérfluos e investigar qual sentimento está nos fazendo comprar de forma errada.

Marcia afirma uma mulher, que hoje esteja com 30 anos, poupando R$ 150,00 por mês, pode chegar aos 60 anos com R$ 500.000,00 no bolso, se souber diversificar seus investimentos. A bolsa de valores é uma opção que ela considera bastante interessante, quando obtiver um valor mais elevado para aplicar.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Perfil de Milionária

A maioria das mulheres almeja o sucesso financeiro, sonhando até mesmo em se tornarem milionárias. Mas e você, o que está fazendo para alcançar este patamar? Quer uma ajudinha? O especialista em Finanças Pessoais, Pedro Queiroga Carrilho, autor do livro “Descubra o milionário que há em você”, aponta características imprescindíveis para quem está buscando sucesso e crescimento financeiro.

Está curiosa para saber quais são essas características? Antes de tudo, lembre-se que uma coisa é certa: dinheiro não cresce em árvore! As dicas, é claro, são fundamentais e nos dão um norte, para que sejamos mais confiantes e determinadas para atingir os nossos objetivos, porém, o mais importante, é o que você vai fazer, quais serão as suas ações para se tornar uma verdadeira “milionária”. 

Pense grande, sempre!

Isso não significa dar sempre "o passo maior do que a perna", mas saber que, no futuro, talvez você precise passar por situações em que será necessário arriscar-se mais. Você tem que estar preparada, pois saber lidar com grandes desafios é fundamental.

Ame o que faz, e nunca precisará “trabalhar”!

Segundo o especialista, os apaixonados pelas suas profissões têm a capacidade de contagiar os outros, além de se automotivar. Não trabalhe em algo que não goste de verdade, porque, com certeza, você ganhara bem “menos” em todos os sentidos. Gostar do que se faz é sucesso na certa!

Tome decisões!

A maioria das milionárias são proprietárias ou gestoras de alguma empresa, por isso, é fundamental saber tomar decisões acertadas. Uma pessoa sem opinião ou confiança, não consegue chegar muito longe.

Valorize-se!

O autor acredita que sempre devemos defender nossas ideias. Ser original e acreditar no que faz, transmite credibilidade. Assim, você estará colocando a sua "cara" em tudo que faz e ganhará mais destaque no mercado. Acredite, viver na sombra de alguém não é nenhum um pouco bacana. Temos diversas opções de caminho, então aposte no seu, pois para chegar no destino final só dependerá de você

Desenvolva-se!

O autor defende que, “quanto mais você crescer como pessoa, mais dinheiro aparecerá”. E mais, “merecer a confiança de outras pessoas é fundamental para manter o sucesso em longo prazo”. Desenvolvimento pessoal e criação de riqueza são duas considerações que estão fortemente relacionadas.

E aí, seu perfil está alinhado ao de uma milionária?


Fonte: Confraria do Batom


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Seja o profissional que o futuro espera

A cada dia o mercado de trabalho vem tornando-se mais concorrido. Qualificações que antes eram tidas como  um diferencial no currículo profissional, hoje podem ser encaradas até mesmo como algo trivial. Quer um exemplo? Há alguns anos, falar inglês era um “plus” no currículo, mas hoje, um questionamento bastante comum durante as entrevistas é: "você tem fluência em alguma outra língua estrangeira além do inglês? Diversos estudos apontam características que podem ser decisivas para que você se torne um profissional concorrido pelas empresas.

Vestindo a camisa
Antes, um dos pontos mais importante na hora de contratar um profissional, eram as suas habilidades técnicas. Não que isso tenha deixado de ser levado em conta, mas surgiram outros fatores que ganharam relevância na escolha do candidato ideal. Um ponto positivo é a capacidade que o profissional tem, de se adaptar à cultura da empresa, de estar alinhando aos seus valores. De que adianta trabalhar em uma empresa que pensa totalmente o oposto de você? Além de ser uma tarefa complicada, não será saudável pra você, tampouco para a empresa. O profissional do futuro deve encontrar o equilíbrio, tendo disposição para atuar tanto em tarefas operacionais, quanto em demandas estratégicas. 

Prepare-se para o mundo, literalmente.
Conforme comentamos, o inglês hoje é praticamente fundamental. E quando você adquiri fluência também em outros idiomas, aumenta suas chances de ser contratado inclusive fora do país, já que diversas empresas brasileiras possuem escritórios no exterior. Ao se aventurar numa terra desconhecida, com uma cultura e hábitos bem diferentes dos seus, é preciso ter muito conhecimento, disposição e planejamento. 

Rede de relacionamentos
O ambiente virtual pode ser um excelente aliado, basta que você saiba tirar proveito das situações. Filtre com atenção, o que é importante e tenha jogo de cintura para lidar com tanta informação. Porém tenha o cuidado para não se perder no ambiente virtual, pois o mundo real é o que realmente bate na porta.

Desvende-se e esteja preparado
Se não soubermos nos conhecer e avaliar, será quase impossível que outros obtenham o nosso melhor. É fundamental que conheçamos nossos pontos fortes para aprimorá-los ainda mais e também avaliar nossos pontos fracos, buscando sempre alternativas de melhorias. Invista em você, qualifique-se e esteja preparado para o mercado, sem esperar para correr atrás apenas quando for pressionado.

Tenha cuidado com as informações
Saiba manter em sigilo os dados que a empresa lhe fornece. Tenha bom senso: se uma informação é confidencial, você não pode sair por aí comentando. Ah, e se você faz parte do grupinho da fofoca, abandone-o imediatamente, pois, se persistir, você vai acabar se preocupando mais com os outros do que com o seu próprio rendimento.


Fonte: Holden

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Simuladores da BM&FBOVESPA

Pra você que ainda não investe na bolsa, mas tem vontade de conhecer como tudo isso funciona na prática, a BM&FBOVESPA, em parceria com outras instituições, desenvolveu diversos simuladores para ajudar os futuros e curiosos investidores. São ótimas opções, inclusive para os iniciantes no mercado de ações,  que podem testar suas estratégias e, principalmente, simular “riscos” sem mexer no seu bolso.

Mas isso só valerá a pena se você levar os simuladores a sério. Utilize o dinheiro que lhe foi creditado como se ele realmente fosse seu. Agindo assim, você vai tornar a experiência mais próxima da realidade, afinal, os índices dos simuladores são em tempo real. Uma dica é usar mais que um simulador ao mesmo tempo, assim você testa diversas estratégias e estuda qual delas é a mais interessante para obter ganhos.

Os simuladores listados a seguir são da BM&FBOVESPA e parceiros:

Simule a compra e a venda de ações utilizando uma plataforma web semelhante a um home broker usado no mercado real. Por meio do simulador é possível aprender a investir em ações fazendo uso de dados reais, como se você já estivesse atuando no mercado.

O Folhainvest é resultado de uma parceria entre a BM&FBOVESPA e o jornal Folha de São Paulo. Ao se inscrever, cada participante recebe um capital fictício de R$ 200 mil e alguns lotes de ações para que consiga obter a melhor rentabilidade de sua carteira executando operações de compra e de venda de ações. Além de aprender e simular os ganhos da carteira, os participantes concorrem a prêmios.

O UOL Invest, parceria entre a BM&FBOVESPA e o UOL, é um simulado totalmente gratuito, que oferece aos participantes a oportunidade de conhecer o mercado de ações na prática. Além de aprender e simular os ganhos da carteira, os participantes ainda podem ganhar prêmios, como viagens, cursos e passagens aéreas.

Com o Simulador de investimentos do Tesouro Direto, você escolhe um sonho que deseja realizar e visualiza como transformá-lo em realidade por meio da compra de títulos públicos.


O Simulador Mercados Futuros é uma maneira simples e dinâmica de proporcionar ao público conhecimentos básicos sobre o mercado de derivativos. O participante tem acesso a cotações reais e pode acompanhar, um ranking com os resultados conquistados, comparando seu desempenho com o de outros investidores virtuais. Os melhores investidores também são premiados.

Gostou? Além de obter noções básicas de como investir e ainda se motivar pelos “ganhos” ou criar estratégias para reverter as “perdas”, você participa de rankings e pode ganhar prêmios de alguns destes simuladores, que avaliam os melhores desempenhos entre seus usuários.  


Fonte: BM&FBOVESPA 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Sáude Financeira: como obtê-la ao longo da vida

Diversificar os investimentos é a melhor forma de planejar seu futuro financeiro. Ao longo da vida, você pode ter diferentes alternativas, que se encaixem com seu perfil investidor. Diversos fatores poderão influenciar na tomada de decisão na hora de investir, como, por exemplo, seu objetivo e expectativa, sua faixa etária, valor disponível, conhecimento sobre o mercado, tempo pretendido para resgate e tolerância ao risco. Separamos algumas sugestões de investimentos, que podem se encaixar em cada etapa de sua vida,
Jovem, que ainda mora com os pais
Sem dúvida, esse é o melhor momento para começar a investir. A jovem que mora com os pais tem um caminho mais longo pela frente, tendo, portanto, mais tempo para poupar. O melhor é que ainda não possui os compromissos de quem tem que sustentar uma casa sozinha. É o momento ideal para começar a pensar na aposentadoria e adquirir o hábito de poupar, mensalmente, um percentual da sua renda. Nesta época da vida, o mais indicado é pensar em poupança ou em fundos de investimento.
Independente, que já vive sozinha e se sustenta
Nesta fase, é importante tomar cuidado com os gastos excessivos. Pense bem, você precisa mesmo daquele artigo de decoração novo? Objetos para a casa são uma grande fonte de gastos, afinal você saiu da casa dos seus pais e agora quer montar “a casa dos sonhos”. Apesar de ter que manter as despesas da casa sozinha, nesta fase temos um grande potencial para acumular dinheiro. O primeiro passo para isso é decidir investir. A partir daí, habituar-se a retirar primeiro do orçamento mensal a fatia para o investimento, depois vêm os gastos consigo mesma. Nada que um pouquinho de disciplina não resolva. Investimentos em renda variável são uma boa pedida para quem é um pouquinho mais arrojada.
Recém-casada
Uma época de gastos extras e, por vezes, imprevisíveis. Conversar com o esposo é um bom começo. Nada do companheiro arcar com as contas fixas e você com as miúdas e variáveis, como supermercado e utilidades domésticas, por exemplo. Tudo deve ser divido de maneira justa e equilibrada. É fundamental manter o hábito de controlar o orçamento, separando sempre o dinheiro do investimento. Sabemos que, nessa fase fica mais difícil, mas é bom manter o foco.
Mãe de primeira viagem
É imprescindível que, nesta fase da vida, você já tenha iniciado seus investimentos. Caso ainda não o tenha feito, corra e faça isso o quanto antes. Ter se planejado previamente permitirá que os primeiros gastos com a criança, que costumam ser bastante altos, tornem-se mais suaves. Converse com outras mães, para ter uma ideia do quanto se gasta com a chegada do seu herdeiro. Outro comportamento bastante comum – e não muito recomendado – é começar um plano de previdência para a criança antes mesmo de ter o seu futuro garantido. É muito pior ter que mexer no dinheiro destinado ao futuro do filho do que esperar um pouquinho mais para começar este plano. É importante começar este plano apenas quando você já possuir estabilidade suficiente para arcar com o mesmo.
Recém-separada
Esta é uma das mais complicadas fases de transição, pois costuma envolver muito desgaste emocional, principalmente se dessa relação houver filhos com menos de 18 anos. Quem já tem investimentos há mais tempo e sabe como administrá-los, só precisa ter o cuidado de manter os aportes mensais e de não utilizar suas reservas com os gastos do divórcio ou do começo de uma vida nova. Pode-se, inclusive, migrar de investimento, buscando maior rentabilidade, com taxas menores. É importante readequar seu padrão de vida à nova fase; pode ser necessário até descer um degrau agora, para que conseguir estabilizar-se novamente, pagando em dia suas contas e vivendo com tranquilidade.
Para as aposentadas
Para quem fez investimentos ao longo da vida, não há mais por que arriscar. A ordem agora é manter o patrimônio conquistado ao longo da sua história e não arriscar-se para continuar aumentando-o. Isso não significa que você deve “torrar” tudo que juntou. Ao contrário, deve-se gastar com a mesma maturidade e cautela utilizadas ao longo do processo de acumulação. Investimentos de renda fixa são os mais adequados para isso.

terça-feira, 8 de maio de 2012

De olho no mercado

Como já sabemos, as novas regras da Caderneta de Poupança alteraram seu rendimento – para menos. Agora, para conseguir ganhos maiores, os investidores terão que dedicar mais atenção a seus investimentos, ficando atentos às taxas e impostos cobrados pelas administradoras.


A dica para quem já tinha dinheiro aplicado na poupança até o dia 04 de maio, é não mexer nele. Com a taxa de juros baixando cada vez mais, garantir rendimentos de 6% ao ano é o melhor a ser feito. Recomenda-se, inclusive, abrir uma nova caderneta de poupança, em outra instituição financeira, para que o dinheiro do rendimento antigo não se misture aos novos depósitos, que serão calculados sob as novas regras de rendimentos. Mas, para quem estava acostumado ao bom rendimento da poupança, não possuía grandes investimentos até a data e está pensando em diversificar seus investimentos, aqui vão algumas dicas sobre o assunto:

Estar sempre atenta aos custos efetivos das aplicações é, sem dúvida, a medida mais importante no primeiro momento. Segundo o professor de Matemática Financeira do Instituto de Ensino e Pesquisa, José Dutra Vieira Sobrinho, “há bancos que chegam a cobrar 4% de taxa de administração e as pessoas nem se dão conta disso.” Quando a taxa Selic estiver igual ou inferior a 8,5%, os fundos de investimento só conseguem superar os rendimentos da poupança se estes, por sua vez, tiverem uma taxa de administração inferior a 1%.

Como de costume, se você deseja rendimentos maiores, terá que correr riscos maiores. As opções mais comuns são o Mercado de Capitais e opções de Renda Variável, como fundos de Ações de empresas e Fundos Multimercados. Entretanto, a grande dica para quem faz esta aposta, é nunca aplicar nesse tipo de mercado o dinheiro que você precisará para pagar as contas no final do mês. “O dinheiro que vai para o risco é aquele que você não conta em uma data certa. A maior parcela do patrimônio deve ficar em ativos de renda fixa” , afirma Marco Antônio dos Santos Martins, presidente da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec-Sul).

No Mercado de Capitais ou Renda Variável, os cuidados necessários são basicamente os mesmos: estar atenta às taxas de administração, conhecer o histórico da instituição pela qual fará a aplicação e conhecer a composição dos fundos. Para finalizar sua posição sobre o assunto, Marco Antônio adverte: “Em qualquer situação, a melhor maneira de diluir o risco é diversificando a carteira de aplicações.”

Esteja atenta às oportunidades que surgem à sua volta, com um olho no bolso e o outro no mercado.


Fonte:  Zero Hora 

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Poupança Inteligente

Você sabe o que é a taxa Selic? Ou é do tipo que prefere nem se preocupar com “esse tipo de coisa”? Bom, este é o momento perfeito para começarmos a entender sobre o assunto, afinal, mesmo para quem aplica seu dinheiro apenas na poupança, esse nomezinho vai começar a aparecer com mais frequência. O fato é que a presidente Dilma Roussef, no esforço de continuar baixando os juros do país, mudou as regras do jogo: quando a taxa básica de juros for menor que 8,5% ao ano, o rendimento da caderneta será fixado em 70% da taxa Selic. Mas quando o número for superior a 8,5% ao ano, o rendimento da poupança continua sendo calculado como é hoje - 6,17% ao ano mais a variação da TR.

Dito isto, vamos às devidas apresentações: Selic – sigla de Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – é a taxa de juros para empréstimos entre bancos que duram apenas um dia e que tem como garantia os títulos públicos. Simplificando um pouco, a Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. Esta taxa é o que permite aos bancos estipularem o quanto será cobrado de juros por financiamentos e empréstimos pessoais, por exemplo. O governo, na intenção de movimentar a economia, diminui a taxa a fim de que os bancos diminuam os juros e a população consuma mais, aquecendo o mercado. Quando a economia está demasiadamente aquecida, o processo é o inverso: aumenta-se a Selic, os empréstimos voltam a ficar mais caros e as pessoas, mais receosas, passam a consumir menos, conseguindo, assim, controlar a inflação. Outro fato relevante sobre o assunto é que quem define o valor da taxa é o Copom, a cada 45 dias.

Por enquanto, nada mudou – a Selic ainda está acima dos 8,5% – mas já se deve pensar em outras opções de investir seu dinheiro, uma vez que especialistas afirmam que a taxa de juros deve cair para 8% ou até 7%. Chegando a este patamar, a poupança comum passa a render consideravelmente menos, tornando o momento muito propício a buscar novos investimentos, poupando de forma inteligente.

Ao invés de concentrar todo o montante em um único produto, como a Poupança, procure diversificar seus investimentos de acordo com as oportunidades, encontrando assim a melhor rentabilidade possível. Definindo seu “perfil investidor”, você pode construir uma carteira considerando não só a poupança, mas também CDBs, Títulos do Tesouro, fundos e até em ações.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Mulheres ganham espaço na Bolsa

Em outros tempos, o verbo “gastar” estava para as mulheres, assim como “prover” estava para os homens. Estava! A cada dia que passa, mais mulheres são responsáveis pelo destino que será dado ao dinheiro dentro do orçamento familiar. E mais: já não é raro ver famílias em que elas ganham mais do que eles. Uma das causas é que, ao longo dos anos, fomos nos qualificando melhor e ocupando cargos que, antes, eram tradicionalmente masculinos. Este fato reflete-se também na Bolsa de Valores: no ano de 2002, éramos apenas 15 mil; até o final de 2011, já somávamos 152 mil investidoras na BM&FBOVESPA. Um crescimento superior a 1.000%. Atualmente, ocupamos 25% do quadro total de investidores das principais empresas brasileiras, e a expectativa é que esse número, no mínimo, dobre, chegando à metade ou mais, nos próximos anos.

Esse fato se deve, também, ao fácil acesso às informações através da internet. Ficou muito prático descobrir qual é o melhor investimento e como fazê-lo. Segundo estudo feito pela Sophia Mind, em 2010, 46% das brasileiras já tinham algum tipo de investimento e 27% disseram investir regularmente um valor fixo.

O principal conselho para quem quer começar a investir em ações é entender a movimentação do mercado. Isso requer dedicação e empenho, afinal, não é em um dia que se aprende algo tão complexo. Você não precisa (nem conseguiria em pouco tempo) dominar o assunto, mas é importante saber o que está fazendo com seu investimento. Para isso, existem cursos online, disponíveis gratuitamente, no próprio site da BM&FBOVESPA. Para quem não tem tanto tempo ou disposição para se aprofundar no assunto, mas quer investir, há também a opção de fundos de investimento, em que um profissional administra as ações por você – e mais um grupo de investidores – a fim de estar sempre monitorando qual é a melhor ação a ser tomada.

Procure ajuda de profissionais e comece a investir também! Certamente você irá encontrar os produtos que se encaixam em seu perfil e que combinam com você!

Links:

terça-feira, 13 de março de 2012

O melhor presente é o futuro

“As crianças já ganham brinquedos e roupas dos avós e dos tios. Não tem prova de amor maior do que dar boas condições educacionais e financeiras para o seu filho.” Isso pode parecer frio, num primeiro momento, mas é assim que pensa e age o consultor Mauro Calil quando o assunto é Dia Das Crianças ou o aniversário de seus filhos: em vez de comprar brinquedos ou eletrônicos, Mauro presenteia com ações os pequenos Isabela e Marcos – de 1 e 3 anos, respectivamente. 

Os dados da Indústria de Fundos de Previdência Privada Voltados Para Menores, comprovam que Mauro não é o único a pensar assim: de acordo com o Itaú Unibanco, esse mercado tem crescido entre 25% e 28% nos últimos anos. Outra boa opção é o Tesouro Direto. Quem começa a poupar e investir, desde os primeiros dias de vida de seu filho, pode garantir uma poupança que, mais tarde, pagará a faculdade, pós-graduação ou até mesmo começar um negócio próprio. Interessante, não? Mas não esqueça: esse tipo de aplicação deve ser feita, preferencialmente, por quem também invista na própria previdência.

Conheça agora os presentes financeiros que podem facilitar a vida de seus filhos:

Fundo de previdência privada para menores 

Os planos de previdência infantis são voltados para crianças e jovens, com idade até 21 anos, sendo possível abrir um plano em nome da criança logo após seu registro, mesmo que ela ainda não possua CPF. Fica a cargo dos pais, apenas os aportes financeiros. Disponíveis nas modalidades “Plano Gerador de Benefício Livre” (PGBL) e “Vida Gerador de Benefício Livre” (VGBL), esses planos dispõem de vantagens tributárias. Há, ainda, uma vantagem extra: os pais que contribuem para um PGBL infantil poderão abater de seu próprio IR as contribuições para o plano. “O IR que o pai teria pago, na verdade foi investido no futuro do filho, e não sairá de seu bolso mais tarde”, explica Osvaldo Nascimento, diretor executivo das operações de investimentos de pessoa física e previdência do Itaú Unibanco. Caso opte por um VGBL – porque usa a declaração simples do IR ou porque quer contribuir com mais de 12% da renda para a própria previdência e a do filho – o responsável já não dispõe de tal vantagem.

Tesouro Direto

Quem não quer correr riscos e não suporta o pagamento de altas taxas para os bancos tem como opção mais segura e barata o investimento em títulos públicos, via Tesouro Direto. As taxas são bem mais baixas e a rentabilidade, bastante satisfatória. Para Mauro Calil, é extremamente importante que a conta seja aberta em nome da criança, e não dos pais,a fim de evitar um resgate antecipado para pagar uma conta, por exemplo. Para investir em títulos (assim como em ações), é necessário fazer o CPF da criança.

Ações


Para quem optar por sofisticar o plano de acumulação de capitais para os filhos, presenteando-os com possibilidade de rentabilidades maiores, deve se dedicar a escolher boas ações para o longo prazo, fazendo aportes regulares no mercado de Renda Variável. No caso do consultor Mauro Calil, as ações são realmente usadas como presentes em datas especiais. No Natal, no aniversário e no Dia das Crianças, o professor deposita uma quantia na conta de cada um dos filhos, e no momento certo, utiliza os recursos para comprar ações. Quem não tem tanto tempo ou conhecimento no ramo, pode, ainda, depositar o dinheiro em Clubes de Investimento.

Para Mauro, presentear os filhos dessa forma é, além de tudo, uma ótima maneira de educá-los financeiramente. Desde cedo as crianças já aprendem a acompanhar suas aplicações e, quando adultas, dificilmente usam os recursos para alguma bobagem. “Não tem a ver com transformá-lo em alguém que não valoriza o dinheiro e o trabalho. Trabalhar é uma questão de valores, não de quanto se tem na poupança”


Fonte: Exame

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Ganhar na Crise (Parte II)

Dando continuidade ao post da última terça-feira (07/02), confira outras cinco
orientações de como investir em momento de crise. 

#6 Selic

Apesar da queda da taxa básica de juros (confira o post em que falamos sobre esse assunto), os investimentos atrelados à Selic continuam sendo vantajosos. A taxa brasileira permanece muito superior às de outros países, especialmente os considerados desenvolvidos. Por isso, vale a pena prestar atenção em investimentos como títulos do governo e em fundos, que estejam concentrados nesse tipo de papel.

A compra de títulos, por meio do Tesouro Direto, apresenta baixo risco e, aplicações como um fundo DI ou de renda fixa, têm como objetivo acompanhar o CDI (que costuma estar próximo à Selic).  

#7 Defesa contra inflação

Outro ponto que sempre deve ser levado em consideração é a alta da inflação. Para proteger seus investimentos desta tendência, consultores financeiros recomendam um título do Tesouro chamado NTN-B. Ele tem sua rentabilidade atrelada à variação do IPCA, acrescida de juros, definidos no momento da compra. Logo, se houver alta da inflação, haverá um efeito positivo a longo prazo. Há também a possibilidade de investir em fundos que tenham como meta superar a inflação.

# 8 Cortando riscos

O cenário atual gera incerteza, então o ideal é eliminar qualquer risco adicional, como investimentos em ouro e dólar. Ao contrário de ações, que podem pagar bons dividendos, o metal tem grande volatilidade e só é possível ganhar dinheiro "comprando-se barato e vendendo caro". Mas, para fazer esta
análise, é necessário ser um grande conhecedor do mercado. O dólar também não é recomendado, porque é mais difícil saber qual a melhor hora para comprar e vender.

#9 Fundos de investimentos

Dentre a grande variedade de fundos de investimentos que existem no mercado, é importante buscar os multimercados, que adotam estratégias macro. Os demais fundos, que não tenham esse foco, não são ideais para o momento, pois usam critérios como modelagem matemática ou distorções de preços entre empresas.

#10 Diagnóstico

A crise faz com que pensemos mais sobre nossos investimentos e também sobre os nossos gastos. Aproveite este momento de reflexão e avalie a sua saúde financeira. “Antes de olhar para o mundo, o investidor deve olhar para si mesmo e analisar sua própria situação”, diz o educador financeiro Reinaldo Domingues. Segundo ele, sempre deve haver um planejamento familiar, com metas de curto, médio e longo prazo.

Fonte: América Economia

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Muito além da poupança

Mesmo com o baixo rendimento, a caderneta de poupança é a aplicação financeira preferida dos brasileiros, principalmente quando se trata de pequenos valores. Porém, Isaac Pinski, diretor da Pinski Consultoria afirma que para saber se a poupança é a melhor aplicação ou não, é importante levar em conta muito mais o prazo do investimento do que o valor aplicado. 

Independente do valor reservado para a aplicação, o investidor que pensa no longo prazo, tem alternativas que vão além da caderneta de poupança,  como o CDB (Certificado de Depósito Bancário). “O CDB traz uma rentabilidade maior, especialmente para prazos mais longos, quando o Imposto de Renda é menor”, afirma Pinski. Essa opinião, também é partilhada pela professora da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Myrian Lund. “É possível investir valores baixos no CDB e muitos bancos disponibilizam o chamado CDB “progressivo”, no qual o percentual do CDI (Certificado de Depósito Interbancário, usado como referência para a rentabilidade do CDB pós-fixado) aumenta de acordo com o tempo da aplicação”, diz a professora.

Vale lembrar que, diferente da caderneta que é isenta de imposto de renda, no CDB existe a incidência. Ela ocorre de acordo com a tabela de tributação de investimentos de renda fixa, que é regressiva e vai de 22,5% para aplicações de até seis meses, até 15% para investimentos superiores a dois anos. Outra informação relevante: vale a pena pesquisar taxas melhores em um banco menos conhecido. Segundo o diretor da Pinski, independente da instituição  o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) garante ressarcimento de até R$ 70 mil.

Além do CDB, o Tesouro Direto também é uma boa opção para quem não dispõe de grandes quantias. Hoje, o valor mínimo de investimento é de uma fração de 0,2 de um título, o que equivale a algo em torno de R$ 100. 

Se você ainda considera esse valor alto, não se aflija. A partir deste ano, o Governo anunciou que será possível aplicar em 0,1 de um título, com piso de R$ 30. O único cuidado que se deve tomar ao escolher o título (pré ou pós-fixado, atrelado a inflação ou a Selic) e aos prazos de vencimentos do título, para que a rentabilidade seja maior e não haja um risco de falta de liquidez. Para Isaac, vale a pena estudar as opções: “O Tesouro Direto também oferece uma rentabilidade maior do que caderneta de poupança e é possível investir valores baixos”. 

Essas são apenas duas das inúmeras opções disponíveis além da poupança. Por que não aproveitar o início do ano e começar a investir de uma maneira diferente? 

Fonte: InfoMoney

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