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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O relacionamento entre as mulheres e o dinheiro

Hoje vamos falar da relação mulher x dinheiro. Márcia Tolotti, fundadora da Moddo Conhecimento Estratégico, que implementou os primeiros programas de educação financeira In Company no Brasil, participou de um encontro no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre, e contou um pouco sobre essa relação tão polêmica.

Márcia aponta que 50% das mulheres brasileiras estão endividadas; 45% estão sobre-endividadas (além de possui dívidas, não conseguem pagá-las); 80% não guarda nenhum dinheiro e 50% não sabem sequer calcular juros. Outro dado muito interessante é que 34% das mulheres que começam a investir, desistem logo no início.

Estes números assustam, não é mesmo? E você, se identificou com alguma destas situações? “A relação financeira com o dinheiro não pode gerar endividamento. É preciso encontrar o equilíbrio entre a arrogância e a modéstia, que significa a justa medida entre saber até onde posso ir e saber quanto guardar”, instrui Márcia. “Inteligência financeira não é usar menos o celular, mas sim usar o celular com tarifas menores”.

A psicóloga dá dicas preciosas para mudar este cenário preocupante:
Anote TODAS as suas despesas em uma caderneta, durante seis meses. Sim, todas, até mesmo aquele batonzinho barato, e não desista, pois a maioria das mulheres começa a anotar, mas logo param. É necessário persistência até nisso, para atingir o equilíbrio financeiro. “Ao final do dia, assistindo novela ou lendo um livro, aproveite para passar tudo para uma planilha. Com disciplina e foco, isso dará uma noção básica do todos os gastos do mês e para onde vai o dinheiro”.

Outra dica, é ter consciência do valor do dinheiro e saber o que ele representa para cada uma de nós. Para muitas, a relação com o dinheiro pode ser de amor, poder, liberdade ou segurança. Então, temos que conhecer muito bem essa relação, para evitar gastos supérfluos e investigar qual sentimento está nos fazendo comprar de forma errada.

Marcia afirma uma mulher, que hoje esteja com 30 anos, poupando R$ 150,00 por mês, pode chegar aos 60 anos com R$ 500.000,00 no bolso, se souber diversificar seus investimentos. A bolsa de valores é uma opção que ela considera bastante interessante, quando obtiver um valor mais elevado para aplicar.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Você sabe dizer NÃO?

Quantas vezes você disse “sim”, mas na verdade sua vontade era de dizer um enorme "NÃO"? Diversas, não é mesmo? Estamos sempre mais predispostos a dizer "sim" para propostas onde o "não" se encaixaria perfeitamente como resposta. Uma coisa é fato, depois que o sim acaba "saindo", logo nos bate um certo arrependimento, uma sensação de frustração, e a pergunta: por que eu não disse não? Afinal, estamos contrariando o que realmente queremos. O “sim” nos rouba tempo, podendo não nos fazer felizes, percebendo que temos medo de dizer uma simples palavrinha para os outros: “NÃO”.

Ao dizer o tal sim, ele traz junto a vontade de sermos solícitos e simpáticos com o que os outros estão querendo. Faz parte do ser humano a vontade de não querer decepcionar o outro, mesmo que esteja decepcionando a si mesmo. É uma ação que faz com que tudo fique mais fácil num primeiro instante, afinal, a partir de um não dito, muitas perguntas podem vir; já dizendo um sim, estamos nos eximindo da responsabilidade da nossa verdadeira vontade.

Dizer não é também respeitar suas vontades e seu tempo, é ter coragem e o mais importante,  perceber que dizer não, pode ser muito mais agradável do que um "sim" que não esteja expressando a verdade. 

Pensando nisso, separamos seis dicas pra você tentar melhorar e começar a falar alguns "NÃOs" por aí:

- Não tenha medo de dizer não. Não é necessário ser sempre bonzinho - mesmo estes também dizem não quando é preciso. Estar sempre disponível não é bacana e, além do mais, aqueles que recebem o não, até gostariam de ter disciplina para conseguir fazer o mesmo.

- Chega de enrolar, fala logo, vai! Um não dito logo no início é a melhor coisa, pois postergar só vai causar aborrecimento e deixar a pessoa ainda mais decepcionada, já que estava contando com a sua presença naquele evento que infelizmente você NÃO poderá ir.

- Não minta. Se existe uma justificativa, ok, mas se não há, nada de mentir. Fale a verdade de uma forma amigável, a pessoa pode até ficar chateada no início, mas quando esfriar a cabeça vai perceber o quão amigável você estava sendo. Mas lembre-se: você não deve explicações aos outros, é sua escolha, você tem direito de escolher o que for melhor para você.

- O corpo te dá uma ajudinha.  Antes que a pessoa termine de falar sobre aquele convite indesejado, demonstre, de forma sutil com o corpo, que você não gostou tanto assim. Discretamente, franza a testa e comece a torcer o nariz (mas não exagere!); isso já dará a entender que você não gostou muito da proposta e, de certa forma, quando você falar "não", isso já era a resposta esperada.

Claro que existem situações em que nossa vontade não reina, aí o melhor mesmo é dizer o polêmico sim, mas são apenas algumas ocasiões, não torne isso um hábito. Nos demais momentos, aprenda com as dicas e diga NÃO!


Fonte: Mais Tempo

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Eu, agente autônoma de investimentos

Há pouco mais de uma década, com raras exceções, a Bolsa de Valores era um assunto restrito ao ambiente masculino. Hoje, este cenário mudou consideravelmente. Você que acompanha nosso blog há algum tempo, já deve ter lido diversos posts em que falamos sobre sobre o crescente número de mulheres que investem na bolsa. O tema de hoje diz respeito ao universo das investidoras, mais especificamente sobre aquelas que decidem atuar profissionalmente no mercado financeiro.

Os chamados Agentes Autônomos de Investimentos (AAI) trabalham captando clientes para operação em corretoras de valores, com o objetivo de intermediar o investimento em ações. No Brasil, há mais de 10 mil agentes que possuem a certificação para exercer essa função e, conforme dados da CVM (Comissão de Valores Imobiliários), apenas 5% desse total são mulheres. O percentual, apesar de baixo, deve ser encarado de forma positiva, pois até bem pouco tempo sequer havia um número de significativo de mulheres nesse ramo. 

A simpatia e delicadeza feminina podem significar uma certa vantagem nesta profissão, pois, naturalmente, possuímos uma naturalidade maior no contato direto com os futuros clientes. Somos mais detalhistas, intuitivas e cuidadosas, por isso, conseguimos mais facilmente ter uma visão global e, simultaneamente, uma avaliação individual também.  

Para Ana Meireles, Agente Autônoma da Geral Investimentos, o segredo está na gentileza com que a mulher conduz o diálogo: "Para que o cliente se sinta à vontade, é fundamental tratá-lo com muita educação, cuidado e atenção. Afinal, ele deposita suas expectativas quando investe seu dinheiro conosco. As informações que transmitimos durante o contato, seja ele presencial, por telefone ou e-mail, são baseadas essencialmente nas recomendações que recebemos da equipe de analistas. No entanto, a maneira com que abordamos esse cliente faz toda diferença, pois é a oportunidade que temos de construir o vínculo que o torna leal à corretora. É gratificante quando ele reconhece a qualidade do atendimento que estamos lhe dando e a relação de reciprocidade que criamos".
        
Essa facilidade de criar um vínculo mais próximo e sincero com o público, traz outra vantagem às mulheres: a confiança. Considerando que trata-se de uma área extremamente sensível, pois lida com o investimento alheio, é fundamental que o cliente confie em quem está lhe assessorando. Uma instituição financeira que não se preocupe em passar uma imagem de credibilidade e transparência, dificilmente terá sucesso nesse mercado por muito tempo.

Cursando o quarto semestre no curso de Administração de Empresas, Bibiana Vieira, estagiária no setor de Relacionamento com Clientes da Geral Investimentos, acredita no potencial da mulher neste mercado predominantemente masculino: "Não viemos para disputar espaço com os homens, mas sim para conquistar os clientes com nossas qualidades profissionais. Claro que ainda existe uma certa resistência, mas basta uma conversa para que o cliente quebre os velhos tabus e encare, com naturalidade, o fato de ser assessorado por uma mulher. Essa área vem me atraindo muitos nos últimos meses, quando passei a acompanhar diariamente a relação cliente-assessor. Venho estudando para, futuramente, me tornar mais uma agente autônoma a encarar o mercado financeiro".

E você, tem interesse nesta carreira? Para se tornar uma agente autônoma de investimentos você precisa ter o Ensino Médio completo e ser aprovada na prova de certificação da ANCORD, além, é claro, de muita energia e disposição. 





terça-feira, 17 de julho de 2012

Eu quero, mas será que preciso?

Se há algo que todas nós desejamos, é dormir com a consciência tranquila, sem precisarmos nos preocupar com contas atrasadas e dívidas. Nada melhor do que deitar a cabeça no travesseiro, sabendo que nossas finanças estão organizadas, de acordo com o orçamento. Mas, afinal, por que é tão difícil manter as despesas em dia? A resposta é simples, porque não nos damos conta quando chegamos ao nosso limite financeiro.



Controlar o dinheiro é um desafio complicado para a maioria de nós mulheres. Mas, você já pensou por que não consegue controlar seus gastos? Será que você não se enquadra no grupo de pessoas que têm medo de tomar as rédeas de suas finanças?


Muitas mulheres usam desculpas auto indulgentes, para justificar por que compraram determinado produto. O pior é quando conseguimos nos convencer de que realmente merecemos algo novo, mesmo que, no fundo, saibamos que aquilo é supérfluo. O problema não surge no momento da compra e sim depois, quando estes gastos não orçados colocam seu orçamento no vermelho.

"Quando você diz para si mesma 'eu mereço', pense: será que você merece noites sem dormir, preocupações, um futuro incerto", questiona o economista Humberto Veiga, que acaba de lançar o livro "O que as mulheres querem saber sobre finanças pessoais" (Thesaurus Editora).

O segredo é ter disciplina na hora de ir às compras, usando nosso lado racional e avaliando bem o que realmente temos necessidade. Fazer uma lista não serve somente para ir ao supermercado, mas serve para controlar as finanças. Planeje, separe o que é prioridade daquilo que é apenas um mero desejo. Faça uma tabela de gastos, com entradas e saídas, assim ficará mais fácil entender seu orçamento, analisando quando é necessário mudar ou criar uma nova estratégia.  

Pense no seu futuro! Reserve uma quantia do seu orçamento para realizar aplicações. Outro ponto importante é gurdar uma parte para os gastos inesperados, pois imprevistos sempre acontecem e é bom estarmos prontas para eles.

Você lembra de um post recente do blog (Consumir Poupando)? Nesse texto, mostramos que existe sim espaço os desejos de consumo mas, às vezes, é necessário esperarmos algum tempo, reservando uma certa quantia para realizá-lo. Assim, além de realizar seu desejo, você poderá curtir esse momento tão esperado, sem se sentir culpada. Ter uma situação financeira equilibrada, ajuda não só seu bolso, mas impacta diretamente na sua felicidade e harmonia!



Fonte: Claudia

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Ampliando Horizontes: novo cenário de investimentos no Brasil

O cenário de investimentos no Brasil mudou. A partir de agora, o investidor brasileiro precisa pensar suas aplicações, considerando o ritmo de crescimento do país, do seu mercado interno e de consumo, da ascensão da nova classe média, e de aspectos como a queda das taxas de juros e a pressão da inflação sobre o retorno de aplicações de renda fixa. Com o objetivo de debater estes pontos, a Geral Investimentos reuniu seu time de gestores, economistas e analistas em evento realizado na última terça-feira (19/06) no Amcham Business Center, em Porto Alegre.

A palestra “Ampliando Horizontes: novo cenário de investimentos no Brasil”, teve como objetivo mostrar que o investidor terá que tomar suas decisões baseado nesses aspectos definidores do cenário interno, tendo uma visão de longo prazo, mas sem esquecer de acompanhar fatos que norteiam a economia mundial, como a crise dos países europeus. O evento, prestigiado por mais de 100 pessoas, teve como palestrantes Alessandro Barreto, Gestor de Carteiras, Denilson Alencastro, economista chefe da corretora e Carlos Muller, analista CNPI. 


Clique aqui e confira as fotos do evento! 


Veja abaixo, a apresentação mostrada na palestra.


terça-feira, 29 de maio de 2012

A nova bolsa feminina


Nós mulheres já ganhamos nosso espaço no mercado de trabalho e, agora, começamos a mostrar ao mundo que há outro tipo de bolsa na qual estamos guardando nossos pertences. O que, até então para nós era um universo completamente desconhecido, hoje já não é mais. Atualmente, já representamos 25% do total de investidores. E o número de mulheres que estão entrando nesse novo universo não para de crescer. “Enquanto a quantidade de homens evoluiu 540% de 2002 para cá, o número de mulheres cresceu cerca de 900% no mesmo período“, diz Patrícia Quadros, gerente dos Programas de Popularização da BM&FBovespa.
Um estudo realizado pelo setor de Wealth Management do banco Barclays mostrou que 46% das mulheres relataram possuir disciplina em relação à gestão financeira; enquanto que, entre os homens, o número foi de 39%. Temos mais disciplina na hora de lidar com o mercado de ações e utilizamos mais estratégias do que os homens para realizar os investimentos. Somos mais cautelosas e buscamos resultados no longo prazo.
De acordo com o levantamento, 32% das mulheres afirmaram que estão dispostas a assumir riscos financeiros, contra 49% dos homens. O perfil investidor feminino é menos arrojado, mantendo o pé atrás ao assumir investimentos que envolvam riscos muito elevados, pois pensamos no futuro, principalmente no que se diz respeito à família. Isso porque costumamos ser mais avessas ao risco, mantendo hábitos mais conservadores nas decisões financeiras, o que é comprovado pelo estudo do Barclays.
A capacidade feminina de analisar as empresas e estudar o mercado antes de tomar uma decisão é uma característica que os homens, em geral, não compartilham. Nós, mulheres, temos o hábito de manter a diversificação nas carteiras de investimento e possuímos mais facilidade em assumir o erro e aprender com ele, para assim tentar não cometê- lo novamente.
“O futuro é das mulheres” - com frequência ouvimos essa frase, dita normalmente por homens. E, se pensarmos em investimentos, certamente eles terão de se acostumar com nossa presença, cada vez mais constante.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Qual é o seu perfil de mulher?


Nós mulheres temos nosso jeito de viver a vida e um estilo próprio de produtividade que, consequentemente muda a forma de como lidamos com nossas demandas diárias. Estudos recentes mostram que as mulheres se dividem em 4 perfis distintos. Esses perfis foram identificados por Christian Barbosa, durante pesquisa feita para o livro “Você Dona de Seu Tempo”. Claro que podemos nos enxergar em mais de um perfil, porém, um deles será predominante em relação aos demais.

Mulher Maravilha:

Quer abraçar o mundo, acredita que nada é impossível e é incessantes na hora de resolver os problemas, seja pessoais ou profissionais. O que lhe motiva é a superação diária, pois gosta de desafios e também de ser desafiada.
Os inconvenientes desse perfil é que ela, muitas vezes, não prioriza tarefas urgentes, perdendo o foco em algumas necessidades importantes e prioritárias. Gosta de fazer tudo ao mesmo tempo e muitas vezes sem planejamento. E agora?

A dica para mulheres com esse perfil é manter a atenção no que está fazendo, principalmente quando há prazos e responsabilidades. Evite distrair-se com outras pessoas ou fatos inesperados que acontecem, avaliando sempre se aquilo não deve ser deixado para depois. Pense na prevenção e não apenas na solução: se é urgente é porque deve ser resolvido antes dos outros e não ao mesmo tempo. Atividades como ioga, meditação e alongamento ajudam a acalmar o ritmo dessas verdadeiras heroínas.

Perfeccionista:

Ao contrário da Mulher Maravilha, a Perfeccionista planeja antes e segue suas prioridades.  São focadas no resultado, usam ferramentas de produtividades e sabem aplicá-las a seu favor. Porém, a necessidade de fazer tudo de forma perfeita pode transformá-las em workaholics - expressão americana, originada na palavra alcoholic (alcoólatra). Esse termo é, habitualmente, usado para designar pessoas viciadas em trabalho. O que fazer?

Seja flexível, com você e com os outros. Tente encontrar um equilíbrio e não se cobre tanto. Lembra-se que aprendemos muito mais quando erramos. Ninguém é perfeito: a frase pode parecer batida, mas pense bem, é a mais pura verdade!

Espontânea:

Ela dança conforme a  música, seguindo o ritmo natural das coisas. Assim, planeja seu dia com espontaneidade e criatividade. Para este perfil, o fato de algo ser bom não significa que, necessariamente, seja certo. Falta de tempo? Não, elas sempre conseguem tempo quando querem. Porém, tanta naturalidade pode fazer com que o foco se desvie para assuntos supérfluos.

Já que você tem tanta espontaneidade, por que não usar isso a seu favor? Planeje seu tempo para cada atividade, canalize sua criatividade e crie ferramentas de produtividade, quem sabe até mesmo diferentes das convencionas, e quem tenham a sua cara.


Super Mãe:

Sua principal dificuldade é saber dizer não? Fica com a agenda lotada e não sabe o porquê? Está lendo estas perguntas e respondendo sim? Então você é uma mulher Super Mãe.

Coração de mãe sempre cabe mais um: eis a frase que descreve muito bem esse perfil. A Super mãe se preocupa mais com os outros do que consigo. Quer sempre estar ajudando, mesmo que o contrário não aconteça. Aceita cumprir tarefas de terceiros e, por esse motivo, é o perfil mais colaborativo dos quatro apresentados. Qual a saída?

Aprenda que não é tão errado assim, pensar primeiro em você. Para alcançar o sucesso e evoluir constantemente, antes é preciso rever suas atitudes e escolhas. Ao perceber isso, você irá entender que, dizer NÃO às vezes é necessário. Faça um teste e avalie se isso não irá lhe ajudar a atingir mais facilmente seus objetivos pessoais.


Independentemente do perfil com o qual você se identifica melhor, o importante é aprender com ele, afinal todos têm seu ônus e bônus.É fundamental sabermos quais são os nossos pontos positivos e negativos, avaliando o que pode ser melhorado ou mesmo mudado. O mais importante é ter em mente que, mesmo os pontos negativos (por pior que sejam) podem nos ensinar muito, basta que ter coragem para assumir e, assim, descobrir como usar isso a nosso favor.

E você, qual é o seu perfil?



Fonte: MulherRica

sexta-feira, 23 de março de 2012

Mulheres ganham espaço na Bolsa

Em outros tempos, o verbo “gastar” estava para as mulheres, assim como “prover” estava para os homens. Estava! A cada dia que passa, mais mulheres são responsáveis pelo destino que será dado ao dinheiro dentro do orçamento familiar. E mais: já não é raro ver famílias em que elas ganham mais do que eles. Uma das causas é que, ao longo dos anos, fomos nos qualificando melhor e ocupando cargos que, antes, eram tradicionalmente masculinos. Este fato reflete-se também na Bolsa de Valores: no ano de 2002, éramos apenas 15 mil; até o final de 2011, já somávamos 152 mil investidoras na BM&FBOVESPA. Um crescimento superior a 1.000%. Atualmente, ocupamos 25% do quadro total de investidores das principais empresas brasileiras, e a expectativa é que esse número, no mínimo, dobre, chegando à metade ou mais, nos próximos anos.

Esse fato se deve, também, ao fácil acesso às informações através da internet. Ficou muito prático descobrir qual é o melhor investimento e como fazê-lo. Segundo estudo feito pela Sophia Mind, em 2010, 46% das brasileiras já tinham algum tipo de investimento e 27% disseram investir regularmente um valor fixo.

O principal conselho para quem quer começar a investir em ações é entender a movimentação do mercado. Isso requer dedicação e empenho, afinal, não é em um dia que se aprende algo tão complexo. Você não precisa (nem conseguiria em pouco tempo) dominar o assunto, mas é importante saber o que está fazendo com seu investimento. Para isso, existem cursos online, disponíveis gratuitamente, no próprio site da BM&FBOVESPA. Para quem não tem tanto tempo ou disposição para se aprofundar no assunto, mas quer investir, há também a opção de fundos de investimento, em que um profissional administra as ações por você – e mais um grupo de investidores – a fim de estar sempre monitorando qual é a melhor ação a ser tomada.

Procure ajuda de profissionais e comece a investir também! Certamente você irá encontrar os produtos que se encaixam em seu perfil e que combinam com você!

Links:

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Como nós mulheres investimos?

Uma recente pesquisa realizada pela Sophia Mind, com o objetivo de entender as principais dificuldades femininas ao investir, comprovou que as mulheres têm reservado parte de sua renda pensando no futuro. Durante o mês de junho de 2011, o estudo entrevistou uma amostragem de 1.157 mulheres, entre 18 e 30 anos. Destas, 52% (cerca de 600 mulheres) possuiam renda própria e algum tipo de investimento. A boa notícia é que este número só tende a crescer: há estimativas de que nos próximos 12 meses, 67% das mulheres tenham algum valor destinado a um objetivo específico. Apenas para fins de comparação, em janeiro de 2010, o percentual de mulheres com algum investimento era de apenas 46%. A porcentagem de mulheres que não reservam parte da renda mensal, por alguma razão, justificam esse fato pela situação financeira, que na maioria das vezes lhes obriga a gastar a totalidade da renda. Já 13% delas afirmaram gastar toda sua renda em compras.

Sobre a frequência e quantidade que o dinheiro é guardado, 28% separam um montante fixo regularmente e outros 28% fazem a conta e decidem quanto guardar antes de gastar; enquanto 25% responderam que não têm regra específica e guardam eventualmente. Há ainda um percentual crescente (em 2010 eram 19% e em 2011 28%) daquelas que decidem a verba para poupança fazendo contas e decidindo quanto irão guardar antes de gastar.

A pesquisa também mostrou diferenças na maneira como homens e mulheres investem. O sexo feminino tem um comportamento mais prudente: 52% assumem que sentem necessidade de aprender mais sobre finanças pessoais e 5% se declararam mais conservadoras. O estudo também revelou que 75% das mulheres sentem dificuldade em entender as diversas opções de investimento e utilizam-se da internet para esclarecer dúvidas.


Se você tiver alguma questão relacionada ao assunto, não deixe de buscar informações em nossos arquivos ou ainda, postar um comentário com sugestões de assunto para discutirmos no blog!


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Investindo como mulher

A "hipereconomista" brasileira Marcelle Chauvet, chefe do Departamento de Estudo Latino-Americanos da Universidade da Califórnia, é figura frequente no blog Só Para Mulheres. Falamos sobre sua carreira aqui e mais recentemente, a macroeconomista nos concedeu uma entrevista especial. O post de hoje também tem a participação da Marcelle: a matéria foi embasada em um texto da CNBC, sugerido por Marcelle. Vale a leitura!

Quando Nancy Havens-Hasty (atual gestora do fundo de arbitragem em fusões, com o terceiro melhor desempenho, de acordo com o Hedge Fund Journal) começou a trabalhar em Wall Street, no início da década de 70, ela logo percebeu as diferenças na maneira de trabalhar entre ambos os sexos. “Havia homens tão irritados que batiam com o telefone na mesa ou quebravam seus dedos. Nunca entendi por que agir desta forma seria melhor do que se debulhar em lágrimas”, diz a primeira mulher a fazer parte do quadro de diretores do Bear Stearns.

Uma recente pesquisa diz que os homens são mais emocionais do que o sexo oposto, mas de uma maneira negativa, que pode até mesmo prejudicar o seu sucesso como investidores. Já as mulheres, geralmente são melhores como gestoras de finanças, mesmo em meio às maiores crises de mercado.

Em 2001, um estudo feito pela Universidade da Califórnia, analisou os investimentos em ações de 35 mil famílias e constatou que os homens negociam 45% a mais do que as mulheres, acumulando maiores custos de transações e acarretando em um retorno de 1,4% menor. Os números ficam ainda mais gritantes quando se referem aos solteiros: investidores negociam 67% a mais e tem menos 2,3% de retorno. Outra pesquisa, conduzida pelo Hedge Fund Reaserch entre 2000 e 2009, mostrou que fundos gerenciados por mulheres têm rentabilidade quase 4% superior do que os geridos por homens.

Os hormônios são os grandes culpados por todas essas diferenças de resultados e comportamentos. No caso dos homens, é a testosterona que está diretamente relacionada à confiança. Seu excesso pode causar julgamentos equivocados, levando investidores a seguirem sua intuição ou acreditarem em “rumores” do mercado. Já as mulheres, graças a sua aversão a riscos, são mais analíticas e recorrem muito mais a pesquisas. Essa característica feminina também é atribuída a Warren Buffet. “Se você o observar trabalhando todos os dias, vai perceber que ele passa o dia lendo, só consumindo informações. Buffet tende a correr menos riscos, pensando a longo prazo e não se deixa influenciar por pressão,” diz LouAnn Loftus, autor do livro “Warren Buffet invests like a girl: and why you should, too” (em tradução livre, “Warren Buffet investe com uma menina: porque você também deveria fazer o mesmo”), ainda sem previsão de lançamento no Brasil.
 
Se o homem tem seu perfil influenciado pela testosterona, a estabilidade emocional feminina na hora de investir está diretamente relacionada com à oxitocina. Este hormônio é mais abundante no cérebro das mulheres e poderia explicar o sucesso feminino no ápice da crise de 2008 e 2009: investidoras obtiveram melhores resultados do que o sexo oposto. Segundo o estudo Vanguard, os homens foram mais suscetíveis a vender seus ativos quando a Bolsa estava em baixa, enquanto as mulheres mantiveram suas posições com pulso firme.

Agradecemos imensamente a colaboração da Marcelle Chauvet, pela indicação deste tema para o blog!

E se você também tiver sugestões de assuntos e outras novidades, envie para comunicacao@geralinvestimentos.com.br



Clique aqui para acessar a versão original da matéria (em inglês).

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Mulheres e Investimentos: uma relação promissora

A volatilidade e os solavancos do mercado financeiro atual, fizeram com que um grande número de pessoas físicas saísse da Bolsa. Segundo dados divulgados pelo Valor, há menos investidores hoje, do que no final de 2010. Na parcela dos “sobreviventes do mercado”, um outro número chama a atenção: o grupo de mulheres que resistem a esse cenário de crise é, proporcionalmente, cada vez maior.

De agosto de 2009 até agosto deste ano, a quantidade de investidoras quase dobrou em relação aos homens, crescendo cerca de 11%, enquanto a participação masculina diminuiu 1%. O aumento das mulheres no mercado é inclusive maior que o número de pessoas físicas em geral. Esses números tão significativos têm apenas uma ressalva: como a base de mulheres é mais baixa do que a base masculina, consequentemente os crescimentos percentuais acabam sendo maiores; o que nem por isso invalida o potencial aumento do público feminino.

Para atingir essa importante fatia de mercado, que até algum tempo atrás desconhecia totalmente o mundo de ações, em 2003, foi lançado o portal Mulheres em Ação, iniciativa que surgiu devido ao grande interesse feminino pelo Mercado de Ações, principalmente depois do lançamento da campanha "A BM&FBOVESPA vai até você". Neste ambiente virtual, voltado para as mulheres, é possível conferir matérias exclusivas, dicas de mercado e vídeos educativos, além de esclarecer dúvidas e cadastrar-se para receber informativos semanais.

Dando continuidade a esta campanha educacional, a BM&FBOVESPA vem realizando diversas palestras voltadas para as mulheres, por terem um perfil mais disciplinado e menos impulsivo. Os grupos são heterogêneos, tanto em relação à idade – estudantes de 20 anos até senhoras de 70 – quanto à classe social.

Segundo o professor da BM&FBovespa, Carlos Alberto Barboza da Silva, o principal objetivo dos encontros é ensinar às mulheres, antes de tudo, a poupar, para depois escolher a aplicação que mais se encaixa no perfil de cada uma delas. "A maioria precisa aprender antes de mais nada que poupar é vencer uma guerra, abrindo mão do consumo de hoje para ter algo a mais amanhã", diz Silva. "Não dá para ficar comprando todos os sapatinhos que vê nas liquidações e ainda querer ter uma velhice tranquila", complementa o professor. Carlos ainda utiliza sempre um exemplo que deixa a sala de palestras em um silêncio de surpresa: "Se vocês economizarem R$ 20 por dia, em dez anos terão R$ 48 mil sem correção nenhuma ou cerca de R$ 100 mil corrigidos".

Depois de falar sobre economia doméstica, o curso segue explicando sobre expressões do mercado e histórias de investimentos de sucesso. No final, alguns alertas importantes: "As ações, assim como podem subir muito, também podem despencar na mesma magnitude; que o dinheiro que se aplica em Bolsa deve ser de longo prazo; que renda variável deve ser apenas uma parte das aplicações de uma pessoa; que é importante distribuir o capital em várias ações de diferentes setores e que, além da administração da companhia, o comportamento de um papel depende de uma série de outras variáveis como a economia brasileira e a internacional”.

Por todos esses motivos e números citados acima, que o blog Só Para Mulheres existe. Nosso objetivo é reunir investidoras, para que todas possam tirar suas dúvidas, compartilhar experiências e histórias de sucesso.

Fonte: Valor

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Elas conseguem mais rentabilidade do que eles


  Esqueça a imagem da mulher que pega o dinheiro que sobra a cada mês na carteira e coloca na tradicional e conservadora poupança. Algumas delas tem deixado essa realidade para trás, como uma historia a ser contada para gerações futuras, e tem se arriscado no mundo dos investimentos, em especial no mercado acionário.

  Hoje, as mulheres já são mais de 148 mil no mercado de ações, um universo ainda dominado pelos companheiros do sexo masculino. Apesar de elas ainda serem minoria, há fôlego para que logo haja um equilíbrio, segundo a gerente de programas de popularização da BM&FBovespa, Patricia Quadros.

  Para ela, o mercado de ações ainda é mal interpretado e algumas pessoas ainda não se deram conta do quanto ele pode ser rentável. “Vivemos em um pais que, quando sobra dinheiro no final do mês, o primeiro lugar em que a pessoa pensa em guardá-lo é na poupança. Queremos mudar essa cultura e estamos conseguindo. As pessoas começam agora a se familiarizar com o mercado de ações e o numero de investidores cresce constantemente, principalmente entre as mulheres.

  Para se ter idéia, o numero de investidoras cresceu 900% de 2002 até agora, enquanto o numero de investidores homens aumentou 480%. “Estudos comprovam que, quando olhamos as aplicações de longo prazo no mercado de ações, as mulheres tem resultados melhores que os obtidos pelos homens. Isso acontece porque elas são mais focadas em seus objetivos estabelecidos antes de alocarem seus recursos na bolsa de valores”, afirma Vera Rita, doutora em psicologia econômica.

  Contudo, não é somente como investidoras que as mulheres começam a dominar o mercado de capitais. Elas estão, cada vez mais, conquistando cargos de destaque no mundo dos investimentos, tanto que, atualmente, já há mulheres nas mesas de operação, nos cargos de economista-chefe e chefe de departamento de research e até na presidência de corretoras.

  “O que mais me chama atenção é que elas, antes de investir, buscam informação. Elas querem entender o que estão fazendo. Buscam, cursos, lêem livros e noticias e só investem quando formam o conhecimento necessário para saberem exatamente onde estão entrando. E quando colocam na cabeça que querem se tornar investidoras, nada as segura”, afirma Patrícia Quadros.

  Uma pesquisa realizada pelo centro de estudos sobre o publico feminino Sophia Mind, que mostra que 54% das mulheres se consideram conservadoras na hora de escolher seus investimentos, e apenas 4% se dizem arrojadas. Mas isso muda conforme a idade. Mulheres investem de olho na formação de patrimônio e elas sabem que isso leva tempo, por isso focam no longo prazo. Homens são mais imediatistas.


Fonte: Revista Invista (ANO 05, NO. 32 – MAI/JUN 2011)

terça-feira, 3 de maio de 2011

Uma trégua na guerra dos sexos nas finanças

  Aos 36 anos, a administradora fiscal Cátia Barreto de Abreu não pensa em investir na bolsa de valores. Ela divide todos os seus investimentos entre cadernetas de poupança e fundos DI. Mãe de Felipe, 9 meses, ela se preocupa com o futuro e quer que seu dinheiro fique em aplicações seguras.

"Procuro segurança para o meu dinheiro no longo prazo"
Cátia Barreto de Abreu - administradora fiscal

  O palestrante carioca David Portes, 52 anos, é um investidor com perfil diametralmente oposto ao de Cátia. Por ter apetite ao risco, ele investiu muito na bolsa e perdeu R$ 200 mil na crise de 2008. “Corri para o DI”, diz ele. Bolsa nunca mais? Nada disso, ele jura já ter recuperado as perdas, não abandonou a renda variável.

  Qual dos dois tem a melhor estratégia? Cátia, que ganha menos de 1% ao mês, mas não sofre com a volatilidade, ou David Portes, que lida com as oscilações do mercado, mas tem a oportunidade de ganhar bem mais do que na renda fixa? Nenhum dos dois pode ser considerado desinformado. Ambos contam com orientação de especialistas no assunto, estão seguros de suas decisões e cientes das consequências.


  Os exemplos comprovam uma dicotomia que vem desde o tempo em que vivíamos em cavernas: as diferenças de comportamento econômico entre homens e mulheres. Eles eram criados para ir à caça, privilegiando a agressividade e o oportunismo. Elas ficavam encarregadas de cuidar das crias, com ênfase na proteção. Isso se reflete hoje nas decisões de investimentos.

  “Procuro segurança para o meu dinheiro e para o futuro”, diz Cátia. “Errei, mas não posso ficar com medo”, afirma Portes. Essa diferença de abordagem se reflete na BM&FBovespa. Os homens representam três de cada quatro investidores, ao passo que as mulheses são apenas 25% dos 566 mil CPFs cadastrados.

  Lentamente, porém, as fronteiras dos comportamentos masculino e feminino começam a  diluir. A psicóloga Vera Rita Ferreira, especialista em comportamento dos investidores, diz que a informação tornou as investidoras um pouco mais masculinas.

  “As mulheres mais jovens começam a tomar as decisões mais naturalmente”, afirma. É o caso da administradora de empresas Fernanda Haidar, 23 anos. Seguindo o exemplo do pai, ela começou a investir em ações de primeira linha aos 15 anos.
Portes perdeu R$ 200 mil na bolsa com a crise de 2008, mas não deixou de investir em ações

  Mais tarde, com o retorno que obteve de uma aplicação em um fundo de ações de empresas de pequeno porte, conhecidas como small caps, Fernanda começou a comprar e vender, pela internet, ações como MPX, Brasil Ecodiesel e Telemar Participações. “Não tenho medo de correr riscos, se não for um dinheiro que eu precise muito”, diz ela.

  O fato de pensarem mais no longo prazo também aumenta a aversão ao risco. No longo prazo, essa abordagem cautelosa permite que elas ganhem mais dinheiro. No entanto, o mercado financeiro é, cada vez mais, um ambiente para quem pensa e age com rapidez, sem demorar muito na análise de cada decisão.

  Nessa autêntica guerra dos sexos, elas podem aprender com eles e vice-versa. O homem pode aprender a ser mais prudente e a mulher a conhecer mais opções de investimentos. O ideal é unir a agressividade deles com a cautela delas.

  A junção do impulso masculino e da necessidade de segurança feminina pode resultar em uma carteira interessante para o casal. Mais de um pesquisador levou para casa um Prêmio Nobel de economia ao comprovar que os melhores resultados provêm das carteiras que mesclam um pouco de risco à renda fixa. Devemos procurar contrabalançar tudo na vida!

Por Juliana Schincariol
Fonte: Época (publicado em julho de 2010)


sexta-feira, 11 de março de 2011

Elas conquistaram seu espaço no mercado financeiro


 Quando a palavra em questão é “gastar”, o gênero feminino provavelmente está em primeiro lugar no imaginário coletivo, porém o que poucos sabem é que apensar das mulheres serem as responsáveis pelo destino que os orçamentos domésticos terão, esse público está cada vez mais presente no mercado financeiro. Entre 2002 e 2010 o número de mulheres que investiram na Bolsa de Valores de São Paulo teve um crescimento dez vezes maior, saltando de 15 mil para 151 mil.

  As principais companhias brasileiras contam atualmente com 24,76% de mulheres no quadro total de investidores, e a espectativa é que a participação delas se iguale ou supere a masculina no volume de negócios da BM&FBovespa – Bolsa de Valores, mercadorias e Futuros.

  Especialistas esclarecem que esse fenômeno está fortemente relacionado com a facilidade de acesso a informação através da internet. As mulheres estão tendo acesso a rede tanto em casa quanto no ambiente de trabalho, e elas buscam cada vez mais informações, além de entretenimento. Elas também estão mais presentes no mercado de trabalho, o que lhes garante mais autonomia para o uso de seus ganhos e liberdade de escolha.

  Um estudo realizado pela Sophia Mind sobre Investimentos Femininos em janeiro de 2010 revelou que 39% das brasileiras já demonstravam interesse por finanças, 46% delas tinham algum tipo de investimento e 27% declararam investir regularmente um valor fixo.

  Reinaldo Domingos, educador financeiro e presidente do Instituto de DiSOP observa que a mulher é mais precavida que o homem, pois se arrisca menos e pode até ter mais chances de sucesso que eles. Domingos ainda acrescenta que elas se planejam mais e pensam mais no futuro. Com o aumento de investimentos em ações, o perfil da mulher brasileira conservadora está sendo deixado para trás, ainda que a poupança seja o destino mais freqüente do que “sobrou” do orçamento periódico.

  Os passos que as mulheres ou qualquer outro indivíduo que deseja investir em ações é entender o mercado, o que exige muito conhecimento e informações a respeito das companhias em que deseja destinar seu dinheiro. Fazer cursos para aprender como funcionam as operações na Bolsa de Valores também são essenciais. Para tal, já existem alguns disponíveis online e gratuitamente, como o programa “Mulheres em Ação”, da BM&FBovespa.

  Os objetivos de longo prazo estão inteiramente ligados a palavra “economizar”, cortando gastos desnecessários e parcelamentos muito extensos. Para garantir um bom retorno também é necessário que haja planejamento para que sobre dinheiro para investir.

  Segundo Domingos, a dedicação e a ousadia são duas palavras-chave para o sucesso nos investimentos e que para ele a mulher brasileira do século 21 tem de sobra.


Fontes: Sophia Mind

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Liquidação: Saiba como fazer escolhas inteligentes!

  Começou a temporada de liquidações nas lojas e, com descontos tão atraentes, fica quase impossível resistir a tantas vantagens. Ainda assim, é importante lembrar que muitos acabam usando esta época de liquidações como desculpa para estourar o limite do cartão de crédito, sem aquele sentimento de culpa: “ah, mas estava tão barato…”, quando adquirimos algo que não é a nossa cara ou que não nos serve.

   Então, separamos algumas dicas de como aproveitar a época dos descontos, de forma saudável para seu bolso e para seu guarda-roupa:

·         Antes de tudo, a Necessidade: compre primeiro aquilo que você realmente precisa. Por mais que esteja doidinha para aderir a uma nova tendência, se seu guarda-roupa está implorando por sapatos diversificados, já sabe por onde começar! Lembre-se: não é só liquidação de roupas! Não saia sem saber o que vai precisa comprar ou então vai voltar com um monte de coisas desnecessárias.

Uma dica bem legal dada pela consultora de moda Jéssica Oliveira no 2º Encontro de Investidoras da Geral Investimentos, é do Guarda-roupa Inteligente. Ele é composto de peças chaves que combinam com tudo, independente da tendência atual, por isso confira se você já possui essas pecas em seu guarda-roupa antes de correr para as lojas:

ü  2 saias
ü  2 vestidos
ü  3 calças
ü  1 blazer
ü  1 jaqueta
ü  3 blusas/camisetas de cores neutras
ü  2 blusas/camisetas de cores vivas
ü  2 blusas/camisetas estampadas

·         Orçamento de emergência: Tenha como PLANO B, um orçamento de emergência para aquelas coisinhas  simplesmente irresistíveis! Quase sempre compramos algo que não tínhamos pensado antes.

·         Leve alguém com você: Seu parceiro de liquidação pode ajudar você a escolher, a se controlar, ficar já na fila enquanto você escolhe, carregar seus pacotes.

·         Cuidado com papo de vendedor: Quando um vendedor vier oferecer ajuda, peça licença, diga que só está olhando! Tem vendedor que é capaz de tudo para ganhar uma boa comissão.

·         Atenção para trocas: Verifique a conservação da roupa e se a loja faz troca de produtos em promoção.

·         Quase perfeita: Muito cuidado com possíveis ajustes que terá de fazer após a compra. Estamos falando de uma bainha, um ajuste, que podem ser consertados com facilidade, certo? Cuidado! Certos consertos podem deformar totalmente uma roupa, se estiver muito apertada não vale a pena comprar achando que um dia vamos emagrecer e  que então vai ficar perfeito.

  Mas afinal, vale a pena deixar de comprar para esperar a liquidação? Depende! Depende do seu orçamento, do seu tamanho, depende da marca, o principal é você começar a estudar o funcionamento das lojas para começar a sentir o que vale a pena ou não.

  Qual é o seu tamanho? Pequeno, médio ou grande? Às vezes nas liquidações encontramos diversas opções de tamanhos bastante “diferentes” (ou porque são muito pequenos ou porque são muito grandes). Conhecer com antecedência as lojas em que vai aproveitar a liquidação é fundamental para saber se está fazendo realmente um bom negócio.


Quais os assuntos que você mais gosta de ler no Só Para Mulheres?